PUB

chamusca covid continua

PUB

banner cms juntos

O comandante do posto da GNR de Marinhais, no concelho de Salvaterra de Magos, foi agredido violentamente a murro na noite desta quinta-feira, 18 de outubro, por quatro homens que estavam no interior de um café de Marinhais.

As agressões aconteceram cerca das 21h45 quando o militar, vestido à civil, entrou no estabelecimento comercial, para avisar que estaria um carro estacionado no exterior com o rádio ligado e que seria melhor desligá-lo para a viatura não ficar sem bateria.

Ao perceberem que era da GNR, os quatro homens, com idades entre os 21 e os 36 anos, sem qualquer aviso, agarraram o militar e começaram a agredi-lo a soco na cara e no corpo.

Na altura ninguém percebeu a reação dos quatro homens mas, posteriormente, após serem detidos por outros militares, verificou-se que, no interior da viatura, estavam vários objetos alegadamente furtados.

Segundo informação da GNR, os homens já estavam indiciados por furtos no interior de residências e serão presentes ao juiz este sábado de manhã, no Tribunal de Benavente.


Recolocada em funcionamento há menos de duas semanas, a máquina Multibanco de Foros de Almada, concelho de Benavente, foi novamente destruída numa tentativa de assalto falhada que ocorreu na madrugada de quinta-feira, 18 deOutubro.

Os assaltantes, que as autoridades acreditam serem pouco experientes, destruíram o teclado e a ranhura das notas com recurso a um material explosivo que a Polícia Judiciária (PJ) está a tentar identificar, mas fugiram assim que perceberam que não iam conseguir levar dinheiro.

O crime ocorreu pelas 2h50 da manhã, disse à Rede Regional um vizinho que acordou com o barulho da explosão.

"Levantei-me e abri logo os estores, mas já não consegui ver ninguém, só uma enorme fumarada junto ao Multibanco", acrescentou o homem, que pede reserva de identidade por temer represálias.

No entanto, uma hora antes da tentativa de assalto, alguns populares viram indivíduos encapuzados a circular num jipe perto do Centro Social de Foros de Almada, o local onde a máquina está instalada.

O ATM, propriedade da Caixa de Crédito Agrícola de Salvaterra de Magos, foi rebentado pela primeira vez no final de Março com recurso a botija de gás, numa explosão que provocou danos avultados no edifício da extensão de saúde, que se situa mesmo ao lado.

Desta vez, os estragos foram menores mas a população teme ficar mais seis meses sem serviço de Multibanco.

Esta máquina foi recolocada a 8 de Outubro e, logo na madrugada seguinte, foi alvo de uma tentativa de assalto frustrada com um pé-de-cabra quando ainda nem sequer tinha dinheiro.

O multibanco só foi carregado na passada terça-feira.

Os trabalhadores da Madeira & Madeira, S.A., em Santarém, bloquearam esta quinta-feira à tarde os acessos à empresa para não deixarem sair um camião que, alegadamente, estaria a levar máquinas da firma, que cessara a produção no dia anterior, colocando no desemprego os 14 funcionários que restavam, a grande maioria com seis salários em atraso.

Os empregados da empresa de artes gráficas já não estavam na firma quando, cerca das 14h30, foram alertados que haveria um camião a retirar equipamento das instalações. De imediato passaram a palavra uns aos outros e concentraram-se junto ao portão, impedindo o camião de sair.

A administração, que esteve sempre no interior das instalações mas nunca falou aos funcionários, acabaria por chamar a polícia que, durante a tarde, garantiu que os ânimos continuavam serenos.

O primeiro momento de maior confusão aconteceu cerca das 18h00, quando o diretor de produção tentou sair da empresa com um carro que alegava ser seu mas que os trabalhadores diziam que era da empresa e que também impediram de sair, numa altura em que já havia uma funcionária judicial a garantir que nada saia da empresa, alvo de penhoras de fornecedores. A única excepção foram cinco paletes de trabalho já feito, que saiu para ser entregue a um cliente. “Os clientes não têm a culpa da má administração”, explicaram os trabalhadores.

A maior revolta dos funcionários ia para a atitude que consideraram de traição por parte dos administradores que, segundo disseram, ainda no dia anterior haviam garantido que iam avançar com um pedido de apoio junto do Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e à Inovação (IAMPMEI) para tentar recuperar das graves dificuldades económicas que atravessa.

Segundo os trabalhadores, a maior parte com vinte ou mais anos de casa, o último salário pago foi o de maio, estando em atraso cinco meses (junho a setembro) e o subsídio de férias, num montante global a rondar os 85 mil euros.

Por volta das 20h00, o administrador da empresa, Carlos Madeira, acabaria por deixar as instalações na viatura da sua advogada, debaixo de um forte coro de apupos e assobios e com a PSP a garantir que tudo corria bem.

Antes, já com a presença do administrador de insolvência no local, o camião que estava retido na empresa acabou também por deixar as instalações, mas só após vistoria da polícia, a garantir que nenhum equipamento deixava a sede da Madeira & Madeira S.A.

Quanto aos trabalhadores, garantem que mantêm a vigília até ter a certeza que nada mais sai da empresa.

A Madeira & Madeira SA, fundada em 1979, há 33 anos, funcionou durante muito tempo na Avenida Madre Andaluz, no planalto de Santarém, tendo posteriormente mudado para o Alto do Bexiga. Em 2002, a empresa mudou-se para as atuais instalações, construídas de raiz na Zona Industrial de Santarém.

Nos seus tempos áureos chegou a ter 62 funcionários do quadro e algumas dezenas de trabalhadores temporário, tendo como clientes bancos e outras grandes empresas de todo o país.

O Rede Regional tentou contatar a administração da empresa de artes gráficas que, segundo os funcionários estava no interior das instalações, mas, apesar de vários contatos, ninguém atendeu o telefone.

Mais artigos...

PUB

PUB

PUB

PUB

Scalhidraulica

PUB

Quem está Online?

Temos 518 visitantes e 0 membros em linha