PUB

chamusca covid continua

PUB

banner cms juntos


A antiga Escola Prática de Cavalaria (EPC) de Santarém, quartel de onde a coluna liderada por Salgueiro Maia partiu para liderar a revolução de 25 de Abril de 1974, foi o local escolhido pela Associação dos Oficiais das Forças Armadas (AOFA) para as comemorações do seu 20º aniversário, que decorreram no sábado, 20 de Outubro.

"Com tantas cidades no país, o facto de termos escolhido Santarém tem de facto um certo simbolismo por tudo o que envolve a figura de Salgueiro Maia", disse à Rede Regional o coronel Manuel Cracel, presidente da AOFA, acrescentando que o mesmo reforça "o descontentamento com o rumo que o país está a tomar e com a sua incidência sobre as Forças Armadas"

"Nós sentimos que a democracia está amputada", acrescentou o coronel da Força Aérea Portuguesa, explicando que "os militares estão atentos à situação política e social de Portugal, sobretudo pela missão nobre que lhe está conferida, e que é a defesa da República".

A prova de que as tropas estão descontentes, segundo Manuel Cracel, teve a sua expressão máxima no encontro entre a AOFA, a Associação Nacional de Sargentos (ANS) e Associação de Praças (AP), realizado no passado dia 17 de Outubro, e onde ficou decidido realizar uma concentração na Praça do Município em Lisboa, seguida de desfile até aos Restauradores no próximo dia 10 de Novembro.

"Quando levanta questões, a AOFA não o faz apenas em nome dos seus associados, mas de todos os militares que se sentem atingidos nas suas vidas pelas decisões que são tomadas", afirmou o o coronel à entrada de um almoço no antigo refeitório da EPC, que reuniu dezenas de oficiais no activo e na reserva, respectivos familiares e vários convidados de partidos políticos.

O 20º aniversário ficou marcado pela deposição de uma coroa de flores no monumento ao capitão Salgueiro Maia, com a presença da viúva, Natércia Maia, e por uma homenagem aos três primeiros presidentes da AOFA: o coronel de cavalaria Gonzaga Goulão, o coronel de artilharia Alpedrinha Pires, e o coronel de infantaria Jara Franco.

A PSP de Santarém, no cumprimento de mandado de busca a residência passado pela entidade judicial, apreendeu esta sexta-feira a um homem de 28 anos, uma planta de canábis, com cerca de 2,30 metros de altura. O suspeito foi notificado para comparecer em tribunal, na próxima segunda-feira, para aplicação de medidas de coação.

No mesmo dia, também em Santarém, na sequência de fiscalização a um veículo automóvel onde seguiam uma mulher de 63 anos e um homem de 25, foram apreendidas duas embalagens de heroína prontas para serem consumidas, 3 notas de 10 Euros com o mesmo número de série, suspeitando-se que sejam falsas, e 1 cheque preenchido com o valor de 2.846 euros, que não pertencia nem estava endossado a nenhum dos detidos, que serão presentes ao tribunal judicial de Santarém, na próxima segunda-feira.

No Cartaxo, na sequência de uma operação de fiscalização de trânsito, foram detidos dois condutores, sendo um homem de 36 anos, por acusar uma taxa de álcool no sangue de 1,97 gramas por litro no sangue, e uma mulher, de 34 anos, por conduzir viatura que se encontrava apreendida.

Em Ourém, foram igualmente detidos dois homens, de 34 e 35 anos de idade, por conduzirem veículos automóveis com excesso de álcool no sangue, com taxas de 2,09 e 1,65 gramas por litro no sangue, respetivamente.


Um simples engano numa alteração de morada no centro de emprego de Santarém travou a atribuição do Rendimento Social de Inserção (RSI) a um casal que passa por enormes dificuldades para sustentar dois filhos menores, de três anos e de oito meses.

Bruno Brito, de 31 anos, e Maria Inês Mendes, de 24, sobreviveram entre Julho e Outubro apenas com 175 euros mensais do abono de família das crianças e a generosidade de muitos habitantes da Tapada, no concelho de Almeirim, que nem sequer os conheciam até se terem mudado para a aldeia, há cerca de três meses.

O casal residiu no Entroncamento até ao final de Junho, altura em ambos ficaram desempregados e foram despejados, tendo encontrado uma nova casa mais em conta na Tapada.

Em situação económica bastante precária, candidataram-se ao RSI, sendo uma das condições obrigatórias para a sua atribuição estarem inscritos num centro de emprego.

Bruno tratou da alteração da morada em Julho, no Centro de Emprego de Santarém, e foi comunicá-la de seguida à Segurança Social, tendo o casal ficado à espera da deliberação sobre a atribuição do RSI.

Entretanto, mais de dois meses volvidos, perceberam que a decisão da Segurança Social nunca lhes chegou porque Maria Inês continuou a receber as convocatórias para entrevistas de emprego na antiga morada do Entroncamento.

Ou seja, como consequência da sua falta de comparência, foi-lhe suspensa a inscrição no centro de emprego e inviabilizada a atribuição do RSI, na Segurança Social.

"Se não fosse os vizinhos que aqui encontrámos, já tínhamos morrido à fome", confessou Bruno Brito à Rede Regional, explicando que os moradores se têm organizado para lhes dar comida, fraldas para o bebé e até pago o gás.

O casal, que diz não querer viver de apoios do Estado e está a tentar resolver a sua vida, diz que nunca vai esquecer a solidariedade que encontrou entre pessoas que nem sequer os conheciam, antes da sua chegada à aldeia.

Mais artigos...

PUB

PUB

PUB

PUB

Scalhidraulica

PUB

Quem está Online?

Temos 511 visitantes e 0 membros em linha