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Uma das mulheres que ficou ferida com gravidade este domingo, na sequência de uma briga entre dois primos num bairro de feirantes nos terrenos da antiga Mina do Espadanal, em Rio Maior, continua internada, com prognóstico reservado, no hospital de santa Maria, em Lisboa.

A vítima, de 46 anos, foi atingida, cerca das 21h00, com um disparo na cabeça quando se aproximou de uma porta lateral, e caiu inanimada no chão, com os familiares a pensarem que tinha falecido. “Ao vê-la estendida no chão, o meu neto pensou que ela estava morta", explicou ao Rede Regional Maria Fernandes, avó dos dois homens que dispararam um contra o outro.

A mesma fonte acrescentou que foi nessa altura que o homem saiu para a rua à procura do primo e disparou na direcção da esposa deste, de 32 anos, que foi atingida nas costas e num dos braços, mantendo-se sob observação no Hospital de Santarém.

Segundo Maria Fernandes, os disparos foram provocados por “um casamento mal resolvido” e “brigas antigas” que a família pensava que já estavam ultrapassadas. A avó dos agressores, que estão a monte e são procurados pela Polícia Judiciária, diz que os netos tinham bebido “bastante” durante a tarde e começaram a discutir ainda em Rio Maior, antes de regressarem ao bairro do Espadanal, nos arredores da cidade, onde residem ao lado um do outro, em casas separadas por uma entrada lateral e um pequeno pátio nas traseiras.

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Atingida com um tiro de caçadeira na cabeça, uma das mulheres que ficou ferida com bastante gravidade num tiroteio em Rio Maior foi transferida de emergência do Hospital das Caldas da Rainha para uma unidade hospitalar em Lisboa.

A segunda vítima, de 32 anos, foi atingida nas costas também por um disparo de caçadeira e está internada no Hospital de Santarém, sem correr perigo de vida.

Segundo a Rede Regional conseguiu apurar, os principais suspeitos da autoria dos disparos têm laços familiares - tio e sobrinho - e são os maridos de ambas as vítimas.

As duas mulheres foram atingidas num tiroteio ocorrido no domingo, 21 de Outubro, pouco depois das 21 horas, num bairro de feirantes nos terrenos da antiga Mina do Espadanal, em Rio Maior, onde a Polícia Judiciária (PJ) já se encontra a recolher provas.

Após a zanga, os suspeitos colocaram-se em fuga e são neste momento procurados pela PJ.

Em actualização.

 

Primeira notícia (23h17, 21 de Outubro):

Duas mulheres ficaram feridas com bastante gravidade após terem sido atingidas com tiros de caçadeira num bairro de feirantes nos terrenos da antiga Mina do Espadanal, em Rio Maior.

O tiroteio ocorreu no domingo, 21 de Outubro, pouco depois das 21 horas, tendo uma das vítimas sido transportada para o Hospital de Santarém e a outra para o Hospital das Caldas da Rainha.

A GNR de Rio Maior montou um perímetro de segurança à volta do bairro e é esperada a presença da Polícia Judiciária no local.

Para já, são desconhecidos os motivos que terão estado na origem da troca de tiros, e os presumíveis autores dos disparos, que serão os maridos de ambas as vítimas, colocaram-se em fuga.

A PSP deteve este sábado, 20 de outubro, nas estradas da região, mais quatro condutores por excesso de álcool no sangue.

Três dos detidos foram apanhados durante uma operação de fiscalização em Santarém, em que foram controladas 47 viaturas automóveis e motociclos e feitos 36 testes de álcool. Os indivíduos, todos do sexo masculino e com idades entre os 19 e os 42 anos de idade, acusaram taxas entre 1,33 e 1,58 gramas por litro no sangue. Foram ainda elaborados 2 autos de notícia por contraordenação, por condução com taxa de álcool de valor entre 0,8 e 1,19 gramas por litro no sangue e emitidos diversos outros autos de contraordenação por situações variadas.

O outro condutor detido, um homem de 27 anos, foi apanhado em Torres Novas, com uma taxa de álcool no sangue, de 1,77 gramas por litro no sangue.

Todos os detidos vão ser presentes a tribunal na segunda-feira.

Durante as acções de fiscalização da PSP, foram ainda identificados quatro jovens, com idades entre os 18 e os 21 anos de idade, por posse de haxixe, sendo encaminhados para a Comissão da Dissuasão da Toxicodependência das áreas das suas residências.

 

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