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O concelho de Rio Maior venceu o Prémio Geoconservação 2012, implementado pelo Grupo Português da Associação Europeia para a Conservação do Património Geológico, que visa premiar as autarquias que se distingam na implementação de estratégias de conservação e valorização do património geológico do seu concelho.

O prémio foi ganho com a candidatura intitulada “O Vale Diapírico da Fonte da Bica / Ecomuseu Salinas de Rio Maior - Um Património Geológico, Natural, Histórico e Cultural a Conhecer e Preservar”, e é um reconhecimento pelo trabalho que tem sido feito, por parte da autarquia, na dinamização, preservação e divulgação das salinas.

A autarquia criou um circuito de visitas com painéis interpretativos e disponibiliza atividades para crianças, jovens e visitas guiadas, diferenciadas consoante o interesse e a formação dos grupos.


A nova casa mortuária da Raposa foi benzida no passado sábado, 21 de Abril, num acto público que serviu para mostrar aos habitantes da aldeia o novo espaço para a realização de cerimónias fúnebres nesta freguesia do concelho de Almeirim.

Segundo o presidente da Junta de Freguesia, José David, esta era uma obra que fazia bastante falta na freguesia porque “a anterior era mais pequena e tinha poucas condições” para acolher este tipo de cerimoniais.

A antiga casa mortuária “foi totalmente demolida”, segundo José David, e no seu lugar foi construído o novo edifício, que é maior, tem outras condições de conforto e dispõe ainda de novas instalações sanitárias.

A obra foi da responsabilidade da Câmara Municipal de Almeirim, tendo o novo mobiliário sido pago pela Junta de Freguesia da Raposa, explicou ainda José David.

O despiste de um pesado de mercadorias ocorrido na freguesia da Erra, concelho de Coruche, provocou a morte aos dois ocupantes da galera, que ficou de tal forma destruída que os trabalhos de desencarceramento duraram cerca de quatro horas.

As vítimas são o motorista, Manuel Gonzalez Abiguera, um espanhol de 59 anos, e Nelson Lameiras, de 42 anos, que residia a cerca de sete quilómetros do local do acidente, em São José da Lamarosa.

O camionista trabalhava para a empresa Balvalen, SI, de Pontevedra, na região da Corunha, e transportava contentores de plástico vazios para carregar peixe na Abapor, uma empresa de alimentos compostos para animais da Lamarosa.

Era um motorista experiente, mas trabalhava há poucos meses para a Balvalen, segundo informações dadas à Rede Regional pela empresa espanhola.

“Ao domingo, ele vinha sempre mais cedo e costumava dormir à porta da fábrica, para carregar o camião assim que começávamos a trabalhar, às 8 horas”, explicou à Rede Regional Bruno Alves, o responsável da Abapor que se deslocou ao local do sinistro.

Como era frequente deslocar-se à aldeia do concelho de Coruche, o motorista já tinha travado amizade com alguns residentes, entre os quais Nélson Lameiras. Os dois amigos estiveram juntos na noite de domingo e regressavam à Lamarosa pela Estrada Municipal 515 quando se deu o acidente, por volta das 5h30 da madrugada de segunda-feira, 23 de Abril, no local de Várzea de Água.

As causas do despiste estão a ser apuradas pelo Núcleo de Investigação de Acidentes de Viação (NICAV) da GNR, mas as marcas de travagem permitem perceber que o condutor guinou primeiro para o lado esquerdo da via, numa zona de recta ao final de uma descida.

Ao tentar controlar o veículo, voltou novamente ao lado direito da estrada, mas não conseguiu evitar que o pesado tombasse por uma ribanceira com cerca de 10 metros, ficando imobilizado numa horta. A galera ficou completamente destruída com o capotamento.

As operações de desencarceramento foram bastante complicadas “devido às características do local, visto tratar-se de uma barreira de difícil acesso, e à deformação completa do habitáculo do camião”, explicou à Rede Regional o 2º comandante dos bombeiros municipais de Coruche, Luís Fonseca.

O corpo do condutor demorou cerca de duas horas a ser removido, ao passo que a vítima de nacionalidade portuguesa só foi retirada dos destroços pelas 9h30 da manhã.

Os bombeiros, que enviaram para o local quatro viaturas e 12 elementos, contaram ainda com a ajuda de uma retroescavadora cedida pela Câmara de Coruche.

Nelson Lameiras, natural e residente na aldeia de São José da Lamarosa, deixa viúva e uma filha adolescente. Poucas horas depois da notícia da morte, o ambiente era de grande consternação na sua casa, à qual acorreram rapidamente muitos familiares e amigos.

“Era mesmo muito bom rapaz. Isto são coisas da vida, mas custa-nos sempre mais quando o destino leva alguém que tinha um coração tão bom”, salientou à Rede Regional uma prima da esposa da vítima mortal. 

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