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Um tractor que puxava um reboque carregado de tomate despistou-se e ficou imobilizado numa valeta com cerca de dois metros de profundidade junto à Vala de Almeirim, na segunda-feira, 3 de Setembro, pouco antes das 10 horas da manhã.

O condutor, um agricultor de Benfica do Ribatejo, não sofreu quaisquer ferimentos e saiu do veículo pelo seu próprio pé.

O acidente foi provocado por uma avaria no tractor.

Perto de seis centenas bombeiros combatiam às 08h00 desta segunda-feira, 3 de setembro, dois incêndios na zona norte do distrito de Santarém.

A situação mais preocupante é a que se vive em Mata, no concelho de Ourém, onde estão atualmente 442 operacionais, apoiados por 125 viaturas, esperando-se que, a qualquer momento, os meios aéreos voltem ao terreno.

O incêndio começou às 12h20 de domingo e as chamas atingiram alguns anexos de habitações, mas sem danificar qualquer estrutura. A circulação ferroviária entre Albergaria, no concelho de Pombal, e Fátima, no concelho de Ourém, esteve interrompida devido à proximidade das chamas desde as 19h27 de domingo mas foi restabelecida às 5h50. A CP esteve a fazer a ligação de autocarro entre Pombal e Fátima, onde os passageiros que ficaram retidos devido aos incêndios apanharam o comboio para Lisboa.

Outra situação preocupante é a que se vive não muito longe, em Amoreira, concelho de Tomar, onde as chamas estão a consumir uma zona de floresta, desde as 20h20 de ontem. No momento estão no local 123 bombeiros e 35 viaturas.

EM ATUALIZAÇÃO


Largas dezenas de objectos fúnebres valiosos foram furtados do cemitério de Fráguas, no concelho de Rio Maior, de onde os autores do crime levaram lanternas e jarrões em cobre e bronze, floreiras, imagens, cruzes de metal e outros artigos de arte sacra.

“Os ladrões sabiam bem o que estavam a fazer, pois interessaram-se apenas pelos objectos em metal, mais valiosos. Os mais baratos e as imitações de plástico deixaram-nas cá”, afirmou à Rede Regional o presidente da Junta de Freguesia, José Azenha Santos, a quem roubaram uma lanterna avaliada em 250 euros que a esposa tinha colocado há apenas duas semanas, na campa do pai.

A falta dos objectos foi detectada pelo coveiro contratado para fazer a manutenção do cemitério na sexta-feira, 31 de Agosto, mas desconhece-se ao certo quantas madrugadas os amigos do alheio terão estado no interior do espaço. Como o portão está sempre fechado à chave, as autoridades presumem que os ladrões terão saltado ao muro e utilizado mais do que uma viatura para transportar todo o material.

No sábado, 1 de Setembro, a GNR de Rio Maior esteve no cemitério a ouvir parte dos lesados e a tentar inventariar os objectos em falta. Só será possível ter a ideia exacta do valor total do furto e do número de campas assaltadas até todos apresentarem queixa, explicou José Azenha Santos.

Entretanto, vários familiares optaram até por retirar os artigos mais valiosos da campa dos seus entes, pois o cemitério, localizado numa das entradas da aldeia, não tem moradores por perto e situa-se num local difícil de vigiar.

“Este tipo de crimes mostram um total desrespeito pela memória e pela intimidade das pessoas”, lamenta José Azenha Santos, dando conta que a população da aldeia está “bastante alarmada” com o sucedido. “Foi a primeira vez que o cemitério foi assaltado, mas nós nunca esperámos passar por uma situação destas”, acrescentou o autarca local.

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