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Ao verem aproximar-se mais uma época de pesca à lampreia, alguns pescadores da aldeia avieira das Caneiras, em Santarém, pressionaram a empresa de extração de inertes, que opera nesta zona há décadas, para que resolvesse o problema de remoção de um batelão semi-afundado no rio Tejo há mais de 30 anos, a jusante da aldeia.

A embarcação, uma estrutura metálica com 20 metros de comprimento por 10 metros de largura, afundou-se a meio do rio mas acabou por vir encalhar junto à margem direita arrastada pelos movimentos das águas, tendo começado a ficar visível após a lenta deslocação das areias.

Segundo o gabinete de coordenação da candidatura da cultura avieira a património nacional imaterial, fartos de promessas de remoção não cumpridas, um grupo de pescadores começou, há algumas semanas, a tentar fazer flutuar a velha embarcação, de forma a removê-la para posteriormente ser desmantelado. A maior dificuldade foi retirar quase 300 toneladas de areia do seu interior, assim como bombear toda a água que estava no interior do batelão.

Com muito esforço e muitas horas de trabalho voluntário, o objetivo de colocar o barco a navegar foi alcançado, e o mesmo deverá ser desmantelado nos próximos dias.

O presidente do Centro de Recuperação Infantil de Almeirim (CRIAL), Vítor Pedro, morreu na madrugada desta sexta-feira, 26 de Outubro, vítima de um tumor cerebral.

Vítor Pedro, um ex-bancário na reforma, tinha 67 anos e dirigia o CRIAL desde o início do ano. Era também secretário da Assembleia Geral da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Almeirim, onde já desempenhara vários outros cargos nos órgãos sociais.

Nas últimas eleições autárquicas foi o número dois da lista do PSD que concorreu á autarquia, não tendo sido eleito.

O corpo de Vítor Pedro vai estar em câmara ardente, a partir desta tarde, no pavilhão do Quartel dos Bombeiros Voluntários de Almeirim, de onde sairá amanhã, às 10h00, para Arneiro das Milhariças, a sua terra natal, no concelho de Rio Maior, em cujo cemitério ficará sepultado.

A Junta de Freguesia de Vaqueiros, no concelho de Santarém, diz que a poluição no Rio Alviela está a aumentar desde 20 de outubro, e que o número de descargas vindas alegadamente do sistema de tratamento de águas residuais de Alcanena, tem vindo a aumentar.

A maior descarga terá ocorrido na noite de 22 para 23 de outubro (de segunda para terça-feira), deixando um enorme rasto de espuma, que, segundo o presidente da autarquia, Firmino Oliveira, atingiu um metro de altura no açude da secalina, situado nos terrenos da freguesia.

“As descargas são feitas durante a noite e madrugada, exige-se atuação da fiscalização, exige-se a execução dos projetos que estão nas gavetas”, pode ler-se na página da junta no facebook, onde se lembra ainda os milhões investidos pelo erário público “para construir uma ETAR que continua a não resolver os problemas”.

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