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Um homem foi apanhado com 56 doses individuais de cocaína durante uma operação de fiscalização rodoviária que a PSP realizou nas cidades de Santarém e do Cartaxo, na madrugada de sábado, 27 de Outubro.

O detido, que acusou uma taxa de álcool no sangue superior a 1,2 g/l no teste do balão, tinha ainda na sua posse 700 euros em dinheiro, além da droga, que terá um valor de venda de cerca de 280 euros, segundo um comunicado de imprensa do Comando Distrital da Polícia de Santarém.

Além deste indivíduo, a PSP deteve ainda mais três condutores, com idades entre os 26 e os 52 anos, que foram apanhados ao volante com taxas entre os 1,31 e os 1,81 g/l de álcool no sangue, e identificou outros dois jovens, de 21 e 26 anos, que tinham na sua posse 1,30 gramas e 2,20 gramas de haxixe.

Por ser quantidade diminuta, os autos vão ser encaminhados para a Comissão da Dissuasão da Toxicodependência da área da sua residência, acrescenta o comunicado da PSP.

Nesta operação, a polícia fiscalizou um total de 32 viaturas, tendo sido submetidos ao teste do álcool no sangue 54 condutores.

Também na madrugada de sábado, no Entroncamento, a PSP local deteve um homem de 33 anos que foi surpreendido em flagrante a furtar gasóleo de um camião.

O detido, que vai ser presente a primeiro interrogatório judicial no Tribunal do Entroncamento na segunda-feira, dia 29, contou com a ajuda de dois cúmplices que conseguiram escapar mas já estão identificados.


Começou, já lá vão 30 anos com uma bandeira grande, verde, quando o leão do Sporting bateu forte no coração de José Guerra Duarte.

Hoje, tem uma quantidade enorme de peças do Sporting numa garagem em Abrantes, que não é propriamente um museu, mas assemelha-se muito um santuário verde, muito verde.

Ao longo de 30 anos juntou fotos, poster’s, bandeiras, cachecóis, galhardetes, leões em cerâmica, leões de peluche, isqueiros, cassetes, copos, canecas e tudo o mais que tenha um emblema do Sporting Clube de Portugal.

“Não tinha filhos, por isso aqui gastei algum dinheiro”, diz José Guerra Duarte, orgulhoso ao mostrar o seu canto dedicado ao clube de Alvalade.

"Durante anos, com a ajuda da minha mulher montei isto tudo. Comecei num canto e em dois anos ia a meio da garagem”, explica, enquanto mostra as peças que foi adquirindo para decorar o espaço com mais peças da sua paixão pelo Sporting.

Quando ainda tinha os tectos vazios, José Guerra Duarte ficou sem saber se os deveria pintar, de verde, claro.

Mas teve outra ideia, foi ao Estádio José Alvalade ver um jogo e comprou uma mão cheia de bandeiras para forrar o espaço que ainda estava em branco.

“Sabia mais ou menos quantas bandeiras precisava. Por isso comprei-as”, explica este sportinguista de Abrantes, que não sabe ao certo quantas peças tem expostas.

"Nem sei se as quero contar”, adianta, revelando que tem numa arca mais umas centenas que já não cabem na garagem, ou melhor, no santuário.

Assim que entramos na garagem respira-se Sporting e nem se sente a crise de resultados desportivos.

Aliás, se o Sporting estivesse a ganhar títulos, José Guerra tinha um problema, onde colocar mais fotos e artigos relativos a esses feitos.

Mostra com orgulho uma foto sua com Godinho Lopes, que visitou o santuário e revela que também José Eduardo Bettencourt por ali passou e ficou impressionado.

Sobre o estado actual do Sporting, José Guerra lamenta que no terreno de jogo as coisas não estejam a correr da melhor forma aos leões e tem dificuldades em pronunciar o nome do novo treinador belga contratado para a presente época.

Com um orgulho imenso mostra um dos quadros “um homem pode mudar de camisa, de carro, de mulher…. mas nunca de clube, sportinguista até morrer”.

Tem na sua mulher a cúmplice perfeita, mas lamenta já não se lembrar como comemora os títulos da sua equipa: “já nem me lembro, já foi há 11 anos. Ahh, já sei, foi com champanhe e uns bolinhos. As vitórias no dia a dia? Nada de especial, durmo muito bem, profundamente”, diz, entre risos, José Guerra Duarte.

Quando questionado sobre as horas que passou na garagem, não se lembra, não as contabilizou nem quanto gastou a montar o santuário.

“Não foi muito, pois muitas peças foram-me oferecidas. Ainda há dias houve aqui uma reunião de núcleos sportinguistas. Vieram cá visitar o santuário e, pronto, lá veio mais uma mão cheia de galhardetes e cachecóis”, conta.

Os pormenores destas peças vão a um leão de peluche que mostra os olhos verdes ou um outro que quando se aperta a pata ruge.

Por isso José Guerra prefere que digam que esta sua garagem é um “santuário” e não um museu porque é fruto de uma paixão muito grande, ao Sporting Clube de Portugal.

Perante a ditadura da crise, torna-se obrigatório servir bem o cliente a um preço adequado às bolsas dos visitantes.

É este o mote dos restaurantes que participam na 32ª edição do Festival Nacional de Gastronomia que arrancou na sexta-feira, 26 de Outubro, na Casa do Campino em Santarém.

"Manter a qualidade dos pratos é fundamental porque estamos aqui a promover a nossa casa. Mesmo assim, conseguimos servir refeições de excelência a preços que eu considero bastante acessíveis", disse à Rede Regional João Espírito Santo, da Taberna do Alfaiate.

Por exemplo, um dos pratos mais emblemáticos deste restaurante, o porco assado à padeiro (servido numa telha de barro), custa 15 euros por dose.

"Dá perfeitamente para duas pessoas, pelo que uma refeição fica a 7,5 euros por pessoa. Penso que não é caro", explica o proprietário do restaurante convidado para representar o Turismo de Lisboa e Vale do Tejo (T-LVT).

Além dos pratos servidos às mesas, cada restaurante oferece os chamados "petiscos" a quem opta por provar ao balcão, cujos preços nunca ultrapassam os seis euros.

"As doses são variadas e bem servidas", garante João Espírito Santo.

“Aproveitámos a crise para exigir mais aos restaurantes”, explica Joaquim Rosa do Céu, o presidente do festival de gastronomia e da T-Lvt, sublinhando que a organização baixou 20% no preço cobrado aos profissionais do sector e o preço das entradas.

“Baixámos os custos a quem cozinha e garantimos uma afluência maior de público. Em troca exigimos uma aposta, muito clara, na qualidade da refeição e do serviço”, acrescentou o responsável.

Uma das grandes novidades deste ano são as degustações temáticas de produtos seleccionados, cozinhadas ao vivo no átrio da Casa do Campino.

Hoje, sábado, dia 27, é a vez das carnes qualificadas barrosã, arouquesa e mirandesa, pelos restaurantes "Académico" (Bragança), Torres (Minho), e "Mota" (Arouca).

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