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A PSP de Santarém encontrou na manhã de sábado, 28 de Abril, o cadáver de um homem enforcado, já num estado de decomposição tão avançado que não foi possível concluir a sua identificação.

O corpo estava ainda suspenso numa corda, no interior das antigas oficinas dos Gouveia, junto ao bairro com o mesmo nome.

O espaço está devoluto há vários anos e tinha sido selado com tapumes já para afastar os delinquentes que por lá costumavam pernoitar.

Apesar do cenário macabro que as autoridades encontraram, não há para já indícios de crime.

A polícia tem razões para acreditar que se trata de um indivíduo de 47 anos, residente em Santarém a poucos metros da oficina abandonada, e que está dado como desaparecido desde o passado mês de Janeiro.

A confirmação só será obtida após a identificação do corpo, que será realizada na segunda-feira, na morgue do Hospital de Santarém, para onde o cadáver foi recolhido pelos bombeiros voluntários de Santarém, que estiveram no local com dois veículos e cinco operacionais.

“A estrutura física e a roupa que envergava correspondem, para já, à descrição feita pela família na altura do seu desaparecimento, mas certezas ainda não podemos ter”, disse à Rede Regional fonte do Comando da PSP de Santarém.


A caixa multibanco da fábrica da Equipar, na zona industrial do Monte da Barca, Coruche, foi assaltada na madrugada de sábado, 29 de Abril, com recurso a uma explosão de gás acetileno, que destruiu por completo a casa onde estava colocada e provocou danos avultados em vários carros de funcionários que estavam ali estacionados.

Os autores do crime terão conseguido fugir com o cofre da máquina ATM, que era propriedade do Banco Popular, numa quantia que está a ser apurada pela Polícia Judiciária (PJ), que esteve no local a recolher provas.

O crime ocorreu pelas 2h45 da manhã, hora a que o segurança e os trabalhadores do turno da noite da Equipar, uma unidade de transformação de cortiça, foram surpreendidos com um enorme estrondo vindo do exterior.

Quando chegaram à entrada da fábrica, depararam-se apenas com o enorme rasto de destruição.

Os ladrões, que cortaram primeiro uma vedação lateral em rede para conseguir injectar o material explosivo na caixa Multibanco, fugiram rapidamente após a explosão.

“Ainda não temos uma ideia concreta dos prejuízos, que felizmente se cingiram apenas a danos materiais”, disse à Rede Regional fonte oficial da Equipar, acrescentando que “a empresa aguarda agora pelas conclusões do inquérito policial.”

O modus operandi é igual ao do assalto que, a 15 de Junho de 2011, incendiou e destruiu por completo a Junta de Freguesia de Santana do Mato, a cerca de 8 quilómetros da zona industrial do Monte da Barca, Coruche, onde se registou este crime.


Sete jovens, hoje com idades entre os 21 e os 26 anos, vão começar a ser julgados no Tribunal de Almeirim por um total de 19 crimes relacionados com um assalto a um jardim-de-infância e com o roubo de vários veículos.

À data dos factos, em 2008, cinco dos arguidos ainda não tinham completado 18 anos, mas já eram suspeitos em muitos inquéritos policiais por furtos e crimes contra o património.

Neste processo, quatro deles vão responder pelo assalto ao antigo jardim-de-infância nº 2 de Almeirim (junto às escolas velhas, hoje desactivado), cometido em Setembro de 2008. 

Segundo a acusação do Ministério Público, os jovens começaram por roubar um carro que estava estacionado na urbanização da Vila das Taipas, em Almeirim, para carregar o que encontrassem no infantário.

Depois de terem arrombado a porta, os arguidos levaram material informático avaliado em 870 euros, tendo-se dirigido de seguida para o campo de futebol da Ribeira de Santarém, onde esconderam o produto do furto.

Este processo envolve ainda o roubo de mais dois carros, que os jovens andaram a conduzir sem ter carta de condução. Um dos veículos foi roubado na travessa do Canto do Jardim e o outro perto da praça de toiros de Almeirim, tendo este último sido recuperado pela GNR da Chamusca na freguesia do Chouto.

Um impressionante cadastro aos 22 anos

Um dos arguidos neste processo é um jovem natural de S. Domingos, Santarém, que chegou a estar referenciado por dezenas de furtos de automóveis enquanto ainda era menor de idade. Durante anos, foi um verdadeiro problema para a PSP e GNR, que o apanhavam frequentemente a conduzir carros roubados, mas não o podiam deter uma vez que, na altura, ainda não tinha completado os 16 anos de idade.

Hoje, com 22 anos, segundo o registo criminal que consta deste processo, soma já 26 condenações pelos crimes de condução sem habilitação legal, furto simples, furto qualificado, furto de uso de veículo e detenção de arma proibida. Dez dos processos-crime correram no Tribunal de Santarém, mas o jovem já foi condenado também pelos tribunais de Almeirim, Alcobaça, Entroncamento, Rio Maior, Nazaré e Figueira da Foz.

 

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