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A GNR recuperou cerca de 5 mil euros em ouro e 3.117 euros em dinheiro na casa de um jovem de 22 anos, que foi detido na quinta-feira, 9 de Fevereiro.

O indivíduo é o principal suspeito de um furto no interior de uma residência em Almeirim, que ocorreu pelas 14h30. O jovem foi identificado e detido cerca de hora e meia mais tarde, por militares do Núcleo de Investigação Criminal da GNR de Santarém, que conseguiram também recuperar a totalidade dos artigos furtados.

O produto do crime estava em casa do suspeito, em Almeirim, que foi alvo de uma busca domiciliária, segundo um comunicado do comando da GNR de Santarém.

O quartel dos bombeiros voluntários da Golegã está de luto e com a bandeira a meia haste pela morte de um jovem estagiário de 19 anos, na sequência de um despiste brutal ocorrido na Estrada Nacional 243, entre a Golegã e os Riachos, na noite de quinta-feira. 

Nelson Maia Ramos faleceu ao embater com enorme violência numa oliveira que foi arrancada do chão com o impacto do carro.

A vítima, que entrou para a corporação em 2006, com apenas 14 anos, tem mais três irmãs, de 17, 18 e 23 anos, todas elas voluntárias na Golegã. “E o avô também pertence ao nosso quadro de honra”, disse à Rede Regional o chefe Luís Pratas, acrescentando que “entre o pessoal, a moral está muito em baixo. Foi uma vida que se perdeu sem sentido nenhum”.

“Sentimos uma tristeza enorme. A morte de um dos nossos custa sempre, sobretudo quando é alguém muito novo”, acrescentou João Marques, padrinho de baptismo de Nelson nos bombeiros. O corpo está em câmara ardente no salão nobre do quartel desde as 17h30 de sexta-feira, 10 de Fevereiro, e vai a enterrar no sábado, às 15h30, para o cemitério da Golegã. Os companheiros vão marcar presença nas cerimónias fúnebres com a farda de gala.

As causas do acidente estão a ser investigadas pela GNR, mas o rasto de destroços deixado pelo carro e a travagem no alcatrão indiciam que o jovem seguia em excesso de velocidade. Parte do habitáculo do carro ficou esmagado no tronco da árvore, e a vítima, já sem vida, teve que ser desencarcerada.

Segundo a Rede Regional apurou, Nelson estava com um grupo de amigos na Golegã, onde residia, quando decidiram ir a Torres Novas, pouco antes das 23 horas. Os amigos saíram primeiro, em dois carros, e o jovem bombeiro ficou um pouco mais para trás. Ao chegar aos Riachos, estranhando o atraso de Nelson, um dos carros voltou para trás e deparou-se com o acidente.

“Eu nem consegui dormir com a recordação do miúdo esmagado dentro do carro”, disse à Rede Regional Arnaldo Oliveira, um dos primeiros populares a tentar socorrer a vítima.

“Ainda falámos com ele, mas desfaleceu e já não veio a si”, recorda o homem, que conta ter sido ultrapassado por Nelson cerca de dois quilómetros antes do local do acidente, conhecido por Cova do Minhoto.

“Ele ia a grande velocidade quando passou por mim, mas tenho muita pena do que lhe aconteceu”, lamenta Arnaldo Oliveira.

 

 

 

 

 

 

 

Primeira notícia (Sexta, 10 Fevereiro 2012, 01:51)

Um jovem estagiário dos bombeiros voluntários da Golegã morreu na sequência de um despiste ocorrido na Estrada Nacional 243, que liga os Riachos à Golegã, na quinta-feira, 9 de Fevereiro, pelas 23 horas.

Nelson Ramos, de 21 anos, que seguia sozinho ao volante de um Peugeot 206, terá perdido o controlo do carro e chocado com enorme violência contra uma árvore, num local conhecido por Cova do Minhoto.

Segundo conseguimos apurar, o jovem conduzia no sentido Golegã – Riachos, acompanhado por alguns amigos que seguiam num carro mais à frente.

Ao estranharem a demora de Nélson Ramos, voltaram para trás e depararam-se com o acidente, tendo dado de seguida o alerta para as autoridades.

O jovem teve que ser desencarcerado pelos bombeiros.

O corpo foi transportado para a morgue do hospital de Tomar.

Os bombeiros voluntários de Santarém ameaçam fechar a porta do quartel na sexta-feira, 10 de Fevereiro, se as Finanças não suspenderem uma ordem de penhora. Em causa está o facto do Hospital Santa Maria ter informado a corporação de que não poderia proceder ao pagamento das verbas em dívida aos voluntários scalabitanos por ter recebido uma ordem de penhora, que o obriga a reter o dinheiro.

O presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Santarém (AHBVS), Diamantino Duarte, disse à Lusa que a corporação desconhece a ordem de penhora, pelo que pediu cópia do documento ao Hospital de Santa Maria e solicitou informação à Administração Regional de Saúde sobre se existirão processos idênticos noutros hospitais.

Segundo o mesmo responsável, a AHBVS tem procurado receber verbas em dívida, pois ainda não conseguiu pagar os ordenados de Janeiro aos bombeiros. “Se não tivermos uma resposta do Ministério das Finanças até ao início da manhã de sexta-feira, vemo-nos obrigados a fechar o quartel”, ameaçou.

Segundo a notícia da Lusa, a origem do problema está no processo de construção do novo quartel, obra realizada contra a entrega, à empresa construtora, do património que a corporação possuía no centro histórico da cidade. A escritura foi feita valorizando o património cedido ao valor da obra, da ordem dos 2,4 milhões de euros, tendo as Finanças feito uma avaliação do terreno do novo quartel, quando a associação fez a inscrição matricial. Segundo Diamantino Duarte, nessa avaliação as Finanças tiveram em conta não só o terreno mas a construção entretanto realizada, atribuindo um valor de imposto municipal de imóveis (IMI) de 18.000 euros. A associação dirigiu-se então à direcção de Finanças de Santarém para reclamar a isenção desse imposto, tendo sido comunicado que teria de ser feito um requerimento ao Ministério das Finanças, entidade competente para conceder essa isenção, afirmou.

Diamantino Duarte lamenta que a AHBVS nunca tenha recebido uma resposta a esse pedido do Ministério das Finanças, tendo sabido hoje da existência de uma ordem de penhora. O presidente da AHBVS adiantou que deu conhecimento de todo o processo ao Ministério da Administração Interna, que tutela os bombeiros, esperando que este interceda junto das Finanças no sentido de ser dada a isenção e, no imediato, a suspensão da penhora, segundo explicou à Lusa.

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