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Uma menina de 11 anos foi retirada com vida pelos Bombeiros de Constância após alegadamente ter estado 35 minutos submersa a uma profundidade de seis a oito metros, no rio Zêzere, próximo daquela vila ribatejana.

A situação, que muitos descrevem como um verdadeiro milagre, foi confirmada ao Rede Regional pelo comandante dos Bombeiros Voluntários de Constância , Adelino Gomes, que justifica a sobrevivência da criança com a temperatura fria da água do Zêzere naquele local. “Não sei explicar muito bem mas a água fria preserva o metabolismo do corpo e terá sido isso que a salvou”, acrescentou o responsável.

"Os nossos homens estão habituados às águas frias e turvas do Zêzere e, seguindo as indicações dos populares sobre o local do afundamento, ao fim de 35 minutos conseguiram retirar a menina", explicara antes Adelino Gomes, em declarações à Agência Lusa, acrescentando que a criança foi transportada para o hospital de Abrantes, de onde foi levada para Lisboa, aparentemente sem correr risco de vida.

Ainda segundo o comandante dos Bombeiros de Constância, na altura do salvamento, havia já uma equipa de mergulhadores especializados preparada para o resgate, o que acabou por não ser necessário.

Além da menina, o irmão gémeo e a mãe, também estiveram em dificuldades mas ambos foram salvos por populares que estavam na zona. O acidente verificou-se cerca das 17h00 desta terça-feira, 26 de junho.

Santarém é um dos dez distritos em alerta laranja devido ao calor e às temperaturas demasiado elevadas para a época, que na nossa região deverão rondar os 40 graus (máxima).

O alerta laranja é o segundo mais grave numa escala de quatro e além de Santarém estão nesta situação, até às 18h00 desta terça-feira, 26 de Junho, os distritos de Braga, Vila Real, Bragança, Guarda, Castelo Branco, Lisboa, Portalegre, Évora e Beja.

O Instituto de Meteorologia prevê a continuação destas condições até quarta-feira. Neste período as temperaturas máximas em muitos pontos de Portugal continental podem atingir valores a rondar os 40ºC, prevendo-se para quinta-feira uma descida abrupta, que poderá chegar aos 10ºC em alguns locais.


O ex-companheiro da presidente da Câmara Municipal de Rio Maior, Isaura Morais, que foi alvo de uma queixa-crime da autarca por violência doméstica, foi absolvido pelo Tribunal de Rio Maior na segunda-feira, 25 de Junho.

Alexandre Fonseca, de 43 anos, disse à Rede Regional que nunca foi acusado pelo Ministério Público do crime de maus-tratos, tendo respondido neste processo apenas pela posse ilegal das armas que lhe foram apreendidas pela Polícia Judiciária durante uma busca à casa onde residia o casal, no final de Julho de 2010.

“Agora, acho que cada um deve retirar as suas próprias conclusões em relação a tudo isto. Para já, não quero dizer mais nada”, referiu apenas o arguido à saída do Tribunal de Rio Maior, onde não escondeu o seu descontentamento em relação ao desgaste que o caso provocou à sua imagem na cidade.

Segundo conseguimos apurar, este processo, que teve origem na queixa-crime apresentada pela autarca, quase há dois anos, chegou a ter dois números diferentes e a estar separado entre a parte relativa à violência doméstica e a parte da posse ilegal de armas. Depois de andar em inquérito noutras comarcas, foi novamente junto quando chegou ao Ministério Público de Rio Maior. Alexandre Fonseca garante que só foi acusado relativamente a esta última questão.

As armas de fogo em questão (uma pistola e um revólver) são peças de colecção, adquiridas em feiras de antiguidades, em mau estado de conservação e que nem sequer deflagram munições.

Alexandre Fonseca, que durante o julgamento alegou desconhecer que seria necessário possuir licença de uso e porte de arma, uma vez que se tratavam de velharias, acabou absolvido.

Presidente da Câmara mantém-se em silêncio

A Rede Regional chegou à fala com a presidente de Câmara de Rio Maior, que não quis comentar este desfecho. “Todo este processo tem sido bastante doloroso para mim e só quero esquecê-lo”, acrescentou apenas Isaura Morais, sem no entanto esconder alguma mágoa com os desenvolvimentos processuais do caso.

Recorde-se que, em Julho de 2010, a autarca dirigiu-se à Polícia Judiciária (PJ) de Leiria e denunciou ser vítima de agressões e violência doméstica por parte do homem com quem vivia há quase seis anos. Na altura, Isaura Morais chegou a dizer que decidiu denunciar o caso às autoridades porque tinha “sentido a vida ameaçada”.

Na sequência da queixa, a PJ efectuou uma busca domiciliária na casa onde o casal residia e encontrou as duas armas referidas e duas facas, tendo detido Alexandre Fonseca. A relação conflituosa de ambos era conhecida na Câmara e por toda a cidade.

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