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A Câmara Municipal de Almeirim vai proibir a circulação do trânsito durante a madrugada num conjunto de estradas municipais e caminhos vicinais, na tentativa de prevenir os furtos em áreas agrícolas.

Pedro Ribeiro, o vereador que apresentou a proposta aprovada na última reunião de Câmara, explicou à Rede Regional que “nesta fase, trata-se de um conjunto de estradas nos campos da lezíria entre a vala de Almeirim e o rio Tejo”, onde a circulação vai ser interdita entre as 19 e as 7 horas da manhã do dia seguinte.

Pedro Ribeiro não esconde que esta decisão tem por base o projecto pioneiro que a Câmara da Golegã implementou no passado mês de Fevereiro, e que “tem produzido excelentes resultados na diminuição do número de ocorrências, segundo o que nos foi dado a conhecer pela GNR”.

De acordo com o vereador, e apesar deste ser um assunto que não é da competência directa da autarquia, a Câmara tem sido contactada informalmente por muitos agricultores e produtores do concelho que se queixam dos furtos e roubos durante o período nocturno.

O cobre dos pivots de rega e dos postos de transformação (PT’s), os motores de rega e outros equipamentos agrícolas são os principais alvos da atenção dos ladrões, que também têm roubado parte de algumas colheitas.

A interdição da circulação do trânsito no período definido pela Câmara vai ser indicada por sinalização colocada nas entradas das estradas municipais e dos caminhos rurais inscritos no mapa apresentado pela autarquia, mas haverá excepções para os proprietários dos terrenos e veículos de socorro.

Caso sejam apanhados em transgressão, os prevaricadores ficarão sujeitos a uma contra-ordenação por violação das regras de trânsito.

CDU contra “excessos de segurança”

Este condicionamento à circulação do trânsito foi aprovado na reunião do executivo de 18 de Junho, com seis votos favoráveis da maioria PS e do vereador do MICA, e com o voto contra da CDU.

“Não se compreende esta atitude securitária face aos níveis de criminalidade que temos no concelho”, disse à Rede Regional o vereador da CDU, Aranha Figueiredo. “Não se podem coarctar direitos, liberdades e garantias dos cidadãos com a desculpa que estaremos a prevenir um suposto crime.

É uma segurança exagerada que nos parece um pouco estranha”, considerou o eleito, relembrando que se trata da mesma Câmara que já tentou instalar um sistema de vídeo-vigilância no centro da cidade, sem sucesso.

 

Mais informação em:

Golegã corta estradas rurais para prevenir assaltos

Dois incêndios de média dimensão estavam às 19h30 a lavrar em Espinheira, no concelho de Santarém e Atalaia, no concelho de Rio Maior. O primeiro incêndio, que deflagrou as 16h54, tem a combatê-lo 71 bombeiros, com 25 viaturas, enquanto o segundo, que se iniciou ás 17h03, tem no combate 55 bombeiros e 14 viaturas.

A criança de 11 anos que foi resgatada esta terça-feira à tarde com vida pelos Bombeiros de Constância após alegadamente ter estado 35 minutos submersa a uma profundidade de seis a oito metros, no rio Zêzere, próximo daquela vila ribatejana, acabou por falecer no Hospital de Santa Maria, em Lisboa, para onde foi transportada de helicóptero ao início da noite.

Após o resgate pela equipa de Bombeiros de Constância e a reanimação pela equipa do INEM chamada ao local, a criança foi transferida para o Hospital de Abrantes, de onde seguiu cerca das 21h00 para os cuidados intensivos de pediatria do Hospital de Santa Maria.

A menina estava a tomar banho junto à foz do Zêzere com o irmão gémeo e a mãe quando, cerca das 17h00, terá caído num fundão, que segundo os bombeiros teria 6 a 8 metros de profundidade. O irmão e a mãe ainda tentaram salvar a criança mas acabaram também por ficar em dificuldades, mas ambos foram salvos por populares que estavam na zona.

Em declarações ao Rede Regional, o comandante dos Bombeiros Voluntários de Constância, Adelino Gomes, justificou a sobrevivência da criança com a temperatura fria da água do Zêzere naquele local. “Não sei explicar muito bem mas a água fria preserva o metabolismo do corpo e terá sido isso que a salvou”, acrescentou na altura o responsável.

No entanto o tempo que passou submersa e sem oxigénio terá provocado danos irreversíveis na menina que acabaria por falecer horas depois no Hospital de Santa Maria.

 

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