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Um empresário do ramo automóvel de Santarém está há dois meses a tentar perceber porque motivo a polícia lhe rebocou um carro que, segundo alega, estava “perfeitamente bem estacionado e tudo menos abandonado”.

Luís Jerónimo, o queixoso, exige ainda a devolução do dinheiro que pagou aquando da devolução do veículo, mas a PSP de Santarém garantiu à Rede Regional que cumpriu integralmente o que estipula a lei.

O caso remonta ao dia 10 de Abril, pelas 12h30, hora a que a PSP rebocou um dos carros do queixoso na Rua Soeiro Pereira Gomes, junto à escola secundária Ginestal Machado.

Passadas poucas horas, Luís Jerónimo deu logo pela falta do veículo e dirigiu-se à esquadra de trânsito, onde lhe cobraram 97 euros pela devolução: 79 euros da remoção e 17 euros por um dia de parqueamento, quando, na realidade, “o carro até lá esteve poucas horas”.

O empresário reclamou por escrito logo no dia, não só da autuação, mas também a questionar porque razão o veículo foi removido. A resposta da polícia chegou-lhe a 7 de Maio, citando apenas o artigo 163º do Código da Estrada: “estacionamento indevido ou abusivo”, o que Luís Jerónimo diz “não esclarecer nada”.

“Além de não fundamentar o motivo pelo qual rebocou o carro, ele não estava a infringir nenhuma das alíneas previstas nesse artigo”, considera o proprietário.

Contactada pela Rede Regional, a PSP de Santarém explica que agiu na sequência de “uma participação” feita no próprio dia, 10 de Abril, em relação ao facto do carro se encontrar “em estado de abandono de longa data”.

Além de ter confirmado o estacionamento abusivo no local, a viatura estava em nome de uma empresa de venda de automóveis em segunda mão, com o seguro caducado desde Dezembro de 2011 e sem inspecção válida desde Fevereiro deste ano, acrescenta a resposta da polícia, salientando que, “pelo exposto, existiam vários motivos para que a viatura fosse rebocada”.

Mas Luís Jerónimo contesta esta justificação.

“O carro estava estacionado junto à minha casa, em local não tarifado reservado a estacionamento, utilizado por todos os moradores e vizinhos, os pneus estavam cheios, os vidros não tinham pó e nada indicava uma possível situação de abandono”, explica o queixoso.

“A única coisa que podia ter despertado a atenção da polícia seria o facto do carro não ter seguro, mas eu tenho seguro de garagista, por ser profissional do ramo”, acrescenta, garantindo que não vai parar de reclamar enquanto não obtiver uma “justificação clara” por parte da PSP de Santarém acerca da participação de que foi alvo e o dinheiro de volta.


Os pais dos alunos da escola básica e jardim-de-infância de Assentiz, concelho de Rio Maior, aproveitaram a festa do final de ano lectivo para protestar contra o previsível encerramento deste estabelecimento de ensino, que garantem reunir todas as condições para continuar a acolher as mais de 40 crianças que o frequentam.

Os encarregados de educação e a presidente da Junta de Freguesia, Amélia Simão, dizem não compreender esta decisão, uma vez que a escola tem o número mínimo de alunos para continuar em funcionamento.

“Além de ter sido arranjada há poucos anos e de ter excelentes condições, a escola tem crianças suficientes para funcionar no próximo ano lectivo com duas turmas no 1º ciclo, mais os alunos do pré-escolar”, salientou à Rede Regional Amélia Simão.

Ainda sem conhecimento oficial do encerramento da escola, pois apenas sabem que já não consta da listagem oficial do Ministério da Educação, os pais queixam-se sobretudo da falta de informação por parte da Direcção Regional de Educação de Lisboa e Vale do Tejo (DRE-LVT). Já solicitaram uma reunião com carácter de urgência a este organismo, mas ainda nem sequer obtiveram resposta.

Na segunda-feira, 11 de Junho, e por solicitação dos encarregados de educação, a vereadora com o pelouro da educação da Câmara de Rio Maior, Sara Fragoso, deslocou-se à escola de Assentiz, onde garantiu que o novo centro escolar de São João da Ribeira, a cerca de 10 quilómetros, estará concluído e pronto a receber as crianças no início de Setembro, antes do arranque do próximo ano lectivo.

Mas a solução não agrada à comunidade escolar local. Além das muitas dúvidas que ainda há por esclarecer acerca da questão dos transportes, os pais chegam a temer que o empreiteiro não entregue a chave da obra por falta de pagamento, à semelhança do que acontece com a nova Escola Superior de Desporto de Rio Maior.

“Não vemos qualquer razão para tirarem daqui as nossas crianças”, disse à Rede Regional Carlos Leitão, um dos muitos encarregados de educação que participou na festa de final de ano, no sábado, 16 de Junho.

No ano lectivo de 2011 / 2012, a escola funcionou com um total de 42 crianças, divididos entre o jardim-de-infância e a escola do 1º ciclo, que foi beneficiada e ampliada há cerca de quatro anos com uma nova sala de aula.

Entre os dois edifícios, foi colocado há dois anos um mini polidesportivo com relva sintética e o recreio é todo ele murado e vedado com rede.

As crianças almoçam a poucos metros das escolas, sem sair do recinto, no Centro de Estar de Assentiz, onde é servida comida caseira confeccionada pela proprietária de um restaurante local.

“Sentimo-nos seguros por ter os nossos filhos aqui a estudar e acho que não estamos a pedir nada de mais, uma vez que está aos olhos de toda a gente as condições que esta escola oferece”, sublinhou Carlos Leitão, garantindo que os pais vão fazer tudo o que estiver ao seu alcance para que a sua voz seja ouvida.

Três homens assaltaram esta sexta-feira à tarde, 15 de junho, uma dependência bancária do Rossio ao Sul do Tejo, em Abrantes, levando consigo uma quantia em dinheiro que ainda não foi revelada.

Segundo fonte policial, os homens entraram empunhando armas de fogo e obrigando os funcionários a carregar o dinheiro num saco que terão levado para o efeito. O assalto ocorreu por volta da hora de almoço, sendo que os larápios atuaram de cara descoberta.

Depois de consumarem o assalto, os três assaltantes fugiram a pé pelas ruas do Rossio ao Sul do Tejo, não havendo vítimas ou feridos a registar.

O caso está a ser investigado pela Polícia Judiciária de Leiria.

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