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Três idosos, um deles invisual, tiveram que abandonar as suas casas na rua Dr. António Maria Galhordas, em Santarém, na sequência do desabamento de parte da cobertura do prédio onde habitam, na tarde de terça-feira, 26 de Março.

A estrutura do telhado, feita de barrotes de madeira, cedeu com o peso das fortes chuvadas que se sentiram na cidade, o que provocou uma enorme infiltração de água nos dois pisos superiores, que ficaram inabitáveis.

A água ficou literalmente a escorrer pelas paredes e tetos dos dois pisos superiores, e a eletricidade teve que ser cortada para evitar qualquer curto-circuito.

Por questões de segurança, a proteção civil municipal de Santarém mandou retirar os inquilinos, que foram realojados temporariamente em casa de familiares.

Maria José Duarte, a moradora do 3º andar, explicou à Rede Regional que a proprietária do imóvel recusa-se há vários anos a fazer obras no prédio, alegando que as rendas são muito baixas.

"Quando nos queixamos, diz para mudarmos de casa, se quisermos", contou a idosa, enquanto tentava salvar alguns dos seus pertences e apanhar as gotas que lhe escorriam do teto, por todo o apartamento.

"Mesmo sem ser tão grave, já o Inverno passado foi a mesma coisa e a água estragou-me vários aparelhos", acrescentou Maria José Duarte, que acabou por ser realojada temporariamente em casa de um irmão.

A situação mais complicada verificou-se no 2º andar, onde reside uma idosa invisual.

No local estiveram os bombeiros municipais de Santarém e a PSP.

Dois homens, de 40 e 44 anos, foram detidos por elementos da diretoria de Lisboa e Vale do Tejo da Polícia Judiciária pela presumível prática de crimes de roubo agravado, na forma tentada, e detenção de arma proibida.

Os factos ocorreram na semana passada, no concelho de Almeirim, quando os detidos se dirigiram a uma residência, onde se encontrava a vítima, uma mulher e, invocando uma falsa qualidade, conseguiram que a mesma lhes abrisse a porta.

Assim que a senhora abriu a porta, os autores arrancaram-lhe, sob ameaça de uma arma de fogo, um fio de ouro que usava ao pescoço, mas, face à determinada reação da vítima e ao aparato criado, vieram a pôr-se, precipitadamente, em fuga, não tendo conseguido, sequer, apoderar-se do fio.

Os detidos possuem antecedentes por tráfico de estupefacientes e roubo e foram presentes a primeiro interrogatório judicial para aplicação das medidas de coação tidas por adequadas.

Três indivíduos foram apanhados em flagrante após terem cortado mais de 500 metros de fio de cobre perto da Ponte D'Asseca, à entrada de Santarém, na madrugada de segunda-feira, 25 de Março.

Os ladrões tramaram-se porque o poste onde começaram a roubar o cobre fornecia energia elétrica a uma estação de bombagem da conduta da EPAL que fornece água a Lisboa, tendo sido acionados desde logo vários alarmes.

Ao chegar ao local, a equipa de piquete da empresa deparou-se com a viatura dos autores do crime, que já tinha sido vista nas redondezas em noites anteriores, e deu o alerta para a GNR de Santarém, que mobilizou de imediato três patrulhas e a equipa de intervenção rápida.

Segundo a Rede Regional conseguiu apurar, os homens, com idades entre os 38 e os 46 anos, ainda tentaram a fuga a pé, mas acabaram por ser capturados pelos militares.

As coordenadas GPS transmitidas pelos alarmes da EPAL facilitaram o trabalho da guarda, que apreendeu ainda o cobre que já tinha sido cortado e o carro usado pelos indivíduos.

Por ordem dos serviços do Ministério Público de Santarém, os suspeitos não ficaram detidos, tendo sido libertados e notificados para se apresentarem no Tribunal da cidade.

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