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Sob o lema “se não podemos vencê-los…vamos comê-los”, o lagostim do rio vai ser o prato principal de um festival gastronómico que vai decorrer no concelho de Ferreira do Zêzere, entre 30 de Março e 29 de Abril.

Às sextas-feiras (só ao jantar), sábados e domingos, os restaurantes aderentes vão dar destaque a entradas, sopas e pratos principais com o lagostim do rio, “aproveitando aquela que é, segundo os especialistas, a melhor altura do ano para os confeccionar”, explica uma nota de imprensa da Câmara de Ferreira do Zêzere.

Segundo o município, que organiza o certame, esta espécie é considerada uma praga” por biólogos, agricultores e pescadores, mas o lagostim vermelho é também um petisco cobiçado no estrangeiro, “sendo mesmo classificado como uma iguaria de requinte semelhante ao caviar em países como a França, Alemanha, EUA e China”.

Foi “em Ferreira do Zêzere que passou a ter honras de cartaz na gastronomia portuguesa”, afirma a mesma nota, onde se lê que os restaurantes aderentes são Grelha do Zêzere, o Lago Azul, Manjar de S. Miguel,, Pizzaria Toscana, Quinta do Adro, e Fonte de Cima (em Dornes).

O gang romeno que se dedicava a assaltar mulheres que faziam levantamentos em caixas multibanco, fingindo andar a fazer um peditório para deficientes e crianças desfavorecidas, foi condenado a cinco anos de prisão efectiva, no Tribunal de Santarém, na terça-feira, 27 de Março.

Dos sete elementos do grupo, quatro homens e três mulheres com ligações familiares entre si, apenas um foi absolvido de todas as acusações.

Os restantes seis arguidos, todos a cumprir uma pena de dois anos por um crime da mesma natureza em Leiria, foram condenados por duas acusações de roubo qualificado e uma de furto.

Em Santarém, o grupo assaltou três mulheres, em Dezembro de 2010, em multibancos na Avenida Dom Afonso Henriques, na Avenida António dos Santos e na Rua Pedro Santarém.

As mulheres do grupo aproximavam-se das vítimas quando elas estavam junto a caixas multibanco e faziam-se passar por elementos de associações de solidariedade social, o que facilitava o primeiro contacto. Enquanto as arguidas distraíram as vítimas com mentiras sobre um alegado peditório para crianças pobres, uma cúmplice levantou 200 euros em dinheiro, nas três situações, uma vez que o código na máquina ATM já tinha sido inserido.

Em dois dos casos, utilizaram a violência para afastar as mulheres roubadas, fugindo de seguida. O tribunal deu ainda como provado que os homens esperavam dentro dos carros depois de terem planeado os assaltos e definido as rotas de fuga.

Na leitura do acórdão, o juiz-presidente Sandro Lopes Ferreira sublinhou que a execução da pena não será suspensa porque os arguidos não mostraram arrependimento dos seus actos nem confessaram os crimes, tendo optado por contar “histórias mirabolantes” para fugir à verdade dos factos. Para o tribunal, não ficaram dúvidas que o grupo actuou de acordo com um plano previamente definido e que, entre eles, já estaria estabelecida a divisão de tarefas que cada elemento tinha que cumprir para cometer o crime. 

Os arguidos foram condenados a três anos e seis meses por cada crime de roubo agravado, e a três anos pelo furto qualificado, o que daria 10 anos de prisão. Em cúmulo jurídico, a pena foi reduzida para cinco anos.

Foi um serviço muito especial para Madalena Cardoso e Hugo Gonçalves, os dois elementos dos bombeiros voluntários de Almeirim que prestaram assistência a uma recém-nascida escassos minutos depois de vir ao mundo, na manhã de terça-feira, 27 de Março.

Os pais tinham saído de casa na freguesia de Benfica do Ribatejo, concelho de Almeirim, a caminho do Hospital de Santarém, mas a bebé acabou por nascer a poucos quilómetros de casa, perto da Quinta da Alorna, na Estrada Nacional 118, e dentro do carro da família.

“Quando nós chegámos, o pai ainda só tinha tido tempo de colocar uma toalha para a segurar”, afirmou à Rede Regional Hugo Gonçalves, explicando que a bebé “nasceu perfeita e reagiu a todos os estímulos e manobras de socorro habituais nestas situações”.

“Felizmente, correu tudo muito bem”, acrescenta a socorrista Madalena Cardoso, que confessa ter ficado “muito mais nervosa” que o seu colega motorista.

“Eu chorava e ria ao mesmo tempo, enquanto olhava para a menina”, conta Madalena Cardoso, que acompanhou a mãe e a recém-nascida na maca da ambulância até à unidade de saúde em Santarém, onde mãe e filha permanecem internadas no serviço de obstetrícia. “Durante o caminho, a bebé chorou várias vezes, o que é normal. Depois, ficámos no hospital até nos transmitirem que tudo correu pelo melhor”, afirmou a socorrista.

Para os dois bombeiros, é uma experiência para recordar, não só porque foi a primeira vez que lhes apareceu um caso destes em serviço, mas também porque ambos têm filhos pequenos. “Ver nascer uma criança é sempre uma sensação muito especial, sobretudo depois de termos sido pais”, acrescentou Hugo Gonçalves.

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