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O doente esquizofrénico que terá assassinado a própria mãe no Tramagal, Abrantes, na passada segunda-feira, 26 de Março, foi internado no Centro Hospitalar Psiquiátrico de Coimbra.

A ordem para o internamento compulsivo foi dada pelo juiz de instrução criminal do Tribunal de Abrantes, onde Paulo Grácio, de 34 anos, foi ouvido em primeiro interrogatório judicial, inclusivamente enquanto decorria o funeral da mãe, Lídia Grácio, de 55 anos, que morreu vítima de espancamento, com agressões violentas na cabeça.

O crime chocou os habitantes da vila, conhecedores da família e da doença psiquiátrica de Paulo Grácio, que costumava andar pelas ruas do Tramagal a falar sozinho e com comportamentos estranhos. Ninguém o tinha por violento, apesar do homem ter agredido violentamente o pai, há cerca de dois meses.

“Os pais, coitados, pediram por tudo para que ele fosse internado, mas ninguém fez caso”, disse à Rede Regional um amigo da família, que pede reserva de identidade. “Apesar da tragédia, aqui não há culpados, só vítimas, porque tudo isto poderia ter sido evitado”, acrescentou o mesmo residente na vila, que diz não estranhar “que o Paulo possa vir a ser considerado inimputável”.

“Nos períodos de crise mais fortes, como este que ele andava a atravessar, ele não tem a mínima noção do que está a fazer. Nós sabíamos até que era escusado falar para ele, para não se tornar agressivo”, disse.

“A minha maior revolta não é com o Paulo, é com quem não soube ou não quis tratar dele”, acrescentou o mesmo amigo da família.

Apesar do clima de consternação e revolta que marcou o funeral de Lídia Grácio, na quarta-feira, 28 de Março, um grupo de populares tentou angariar verbas para pagar as despesas, tendo em conta a situação económica da família.

A mulher era reformada e o pai está, de momento, desempregado, mas acabaram por recusar o gesto de solidariedade.

 

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Filho assassinou a mãe numa rua do Tramagal

Sob o lema “se não podemos vencê-los…vamos comê-los”, o lagostim do rio vai ser o prato principal de um festival gastronómico que vai decorrer no concelho de Ferreira do Zêzere, entre 30 de Março e 29 de Abril.

Às sextas-feiras (só ao jantar), sábados e domingos, os restaurantes aderentes vão dar destaque a entradas, sopas e pratos principais com o lagostim do rio, “aproveitando aquela que é, segundo os especialistas, a melhor altura do ano para os confeccionar”, explica uma nota de imprensa da Câmara de Ferreira do Zêzere.

Segundo o município, que organiza o certame, esta espécie é considerada uma praga” por biólogos, agricultores e pescadores, mas o lagostim vermelho é também um petisco cobiçado no estrangeiro, “sendo mesmo classificado como uma iguaria de requinte semelhante ao caviar em países como a França, Alemanha, EUA e China”.

Foi “em Ferreira do Zêzere que passou a ter honras de cartaz na gastronomia portuguesa”, afirma a mesma nota, onde se lê que os restaurantes aderentes são Grelha do Zêzere, o Lago Azul, Manjar de S. Miguel,, Pizzaria Toscana, Quinta do Adro, e Fonte de Cima (em Dornes).

O gang romeno que se dedicava a assaltar mulheres que faziam levantamentos em caixas multibanco, fingindo andar a fazer um peditório para deficientes e crianças desfavorecidas, foi condenado a cinco anos de prisão efectiva, no Tribunal de Santarém, na terça-feira, 27 de Março.

Dos sete elementos do grupo, quatro homens e três mulheres com ligações familiares entre si, apenas um foi absolvido de todas as acusações.

Os restantes seis arguidos, todos a cumprir uma pena de dois anos por um crime da mesma natureza em Leiria, foram condenados por duas acusações de roubo qualificado e uma de furto.

Em Santarém, o grupo assaltou três mulheres, em Dezembro de 2010, em multibancos na Avenida Dom Afonso Henriques, na Avenida António dos Santos e na Rua Pedro Santarém.

As mulheres do grupo aproximavam-se das vítimas quando elas estavam junto a caixas multibanco e faziam-se passar por elementos de associações de solidariedade social, o que facilitava o primeiro contacto. Enquanto as arguidas distraíram as vítimas com mentiras sobre um alegado peditório para crianças pobres, uma cúmplice levantou 200 euros em dinheiro, nas três situações, uma vez que o código na máquina ATM já tinha sido inserido.

Em dois dos casos, utilizaram a violência para afastar as mulheres roubadas, fugindo de seguida. O tribunal deu ainda como provado que os homens esperavam dentro dos carros depois de terem planeado os assaltos e definido as rotas de fuga.

Na leitura do acórdão, o juiz-presidente Sandro Lopes Ferreira sublinhou que a execução da pena não será suspensa porque os arguidos não mostraram arrependimento dos seus actos nem confessaram os crimes, tendo optado por contar “histórias mirabolantes” para fugir à verdade dos factos. Para o tribunal, não ficaram dúvidas que o grupo actuou de acordo com um plano previamente definido e que, entre eles, já estaria estabelecida a divisão de tarefas que cada elemento tinha que cumprir para cometer o crime. 

Os arguidos foram condenados a três anos e seis meses por cada crime de roubo agravado, e a três anos pelo furto qualificado, o que daria 10 anos de prisão. Em cúmulo jurídico, a pena foi reduzida para cinco anos.

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