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O procurador do Ministério Público pediu uma condenação efectiva de 10 a 12 anos de prisão para Mário Ferreira, o agente da PSP que está a ser julgado pela segunda vez no Tribunal do Cartaxo pelo homicídio do próprio cunhado, em 2008.

Durante as alegações finais, que tiveram lugar na quinta-feira, 2 de Fevereiro, o MP voltou a defender que o polícia matou intencionalmente Luís Fernandes, então com 36 anos, tendo posteriormente incendiado o carro com o corpo no interior e atirado a viatura para uma ravina na Serra de Montejunto.

O arguido contou com a ajuda da irmã e esposa da vítima, Célia Ferreira, que já foi condenada no primeiro julgamento por um crime de ocultação de cadáver.

Apesar da confissão pela morte do cunhado, a defesa de Mário Ferreira pediu a sua absolvição, sustentando que a morte foi acidental, quando o PSP interveio para impedir Luís Fernandes de espancar Célia Ferreira, na antiga casa do casal em Vale Ceisseiro, Alenquer.

Recorde-se que a acusação inicial de homicídio caiu no primeiro julgamento, em 2010, para ofensa à integridade física agravada pelo resultado morte, que valeu a Mário Ferreira uma condenação a dois anos e seis meses, em pena suspensa. O polícia voltou a sentar-se no banco dos réus após o Tribunal da Relação de Évora ter dado provimento ao recurso do MP, mandando repetir o julgamento.

O técnico de informática que se masturbou em frente a duas menores enquanto perguntava a direcção dos bombeiros de Benavente foi condenado a dois anos de prisão, em cúmulo jurídico e com pena suspensa. Este funcionário de uma multinacional com escritórios em Carnaxide, de 40 anos, foi considerado culpado de dois crimes de abuso sexual de criança, cometidos há cerca de dois anos sobre duas meninas de 10 e 12 anos, que se deslocavam da escola para casa, em Benavente.

O homem confessou perante o colectivo de juízes do Tribunal de Benavente que, sentado dentro do seu carro de serviço, chamou a si as duas menores, enquanto acariciava o seu órgão sexual para “satisfação dos seus instintos lascivos e libidinosos, indiferente à idade das vítimas”, segundo o acórdão lido na quinta-feira, 2 de Fevereiro.

Para a suspensão da pena, foi decisivo o facto do arguido ter admitido que padece de uma perversão sexual que não tem conseguido controlar, e de estar submetido a um regime de acompanhamento psicológico. As consultas iniciaram-se a 3 de Janeiro, dias antes do início deste julgamento, e terão que se estender por mais dois anos, segundo o colectivo do Tribunal de Benavente.

O arguido foi ainda condenado ao pagamento de 1.000 euros a uma das vítimas e ficou proibido de se aproximar de locais públicos ou equipamentos frequentados por menores de 14 anos (casos de parques infantis e escolas), e de ter qualquer contacto com crianças desta idade, à excepção das suas duas filhas.

O exibicionista é reincidente neste tipo de comportamentos e já foi inclusivamente condenado pelo Tribunal da Mealhada por sete crimes de abuso sexual de criança, com uma pena suspensa de quatro anos. A 13 de Dezembro de 2008, parou o seu carro de serviço junto à EB 2,3 da Mealhada, e chamou a si sete meninas de 11 e 12 anos, masturbando-se enquanto olhava para elas através do gradeamento da escola.

Três homens que se fizeram passar por falsos polícias começam a ser julgados no dia 16 de fevereiro, em Benavente, pela prática de roubo qualificado e sequestro de um motorista ao serviço da transportadora Luís Simões.

Os factos remontam à madrugada de 15 de maio do ano passado, quando os três arguidos, separados em duas viaturas, perseguiram um camião carregado de televisores no valor de 4.500 euros, desde Alverca até à saída de Aveiras de Cima, na A1.

Já no IC2, entre Aveiras de Cima e Rio Maior, um dos homens colocou um pirilampo azul no veículo onde seguia e ultrapassou o pesado. O motorista pensou que o carro era da polícia e encostou à berma, tendo sido de imediato amarrado e sequestrado.

Depois de conduzirem durante vários quilómetros, os arguidos, de 33,35 e 38 anos, todos residentes em Salvaterra de Magos, e que estão em liberdade, terão roubado oito televisores LCD e abandonaram o motorista próximo de Samora Correia.

Segundo a acusação, dois dos arguidos conheciam as rotas dos camiões ao serviço da transportadora Luís Simões, pelo facto de já lá terem trabalhado. Foram ainda constituídos outros dois arguidos, de 33 e 34 anos, acusados do crime de receptação por terem sido os alegados compradores da carga furtada, que viria a ser recuperada pelas autoridades.

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