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Rafael e Patrícia Sousa, de Alpiarça, são o primeiro casal do país a receber uma casa ao abrigo do Mercado Social do Arrendamento (MSA), um programa com que o governo pretende colocar no mercado cerca de 800 imóveis com rendas pelo menos 30% mais baixas que os valores praticados no chamado mercado livre.

A entrega simbólica da chave do T2 na Urbanização do Casal dos Gagos aos beneficiários, que vão pagar uma renda mensal de 210 euros, foi feita na sexta-feira, 3 de Agosto, pelo secretário de Estado da Solidariedade e Segurança Social, Marco António Costa, que disse esperar “que este seja o pontapé de saída para a entrega de habitações a muitos outros jovens casais”.

Segundo Marco António Costa, há neste momento cerca de 500 candidaturas em análise, pelo que o governo considera entregar mais 30 casas até ao final do mês, ao abrigo de um programa que visa precisamente “colocar no mercado imóveis que estavam fechados a custos mais baixos do que aqueles que teriam se estivessem no mercado de arrendamento livre”.

“A partir daqui, queremos que seja um processo infindável para impulsionar a criação de um mercado de arrendamento mais dinâmico”, frisou o representante do governo, para quem este programa “vai também servir para auto-regular o mercado livre, que, como se sabe, tem regras bastante complexas e difíceis de definir”.

Marco António Costa adiantou ainda que há já 60 autarquias envolvidas no projecto, um número que tem vindo a aumentar gradualmente.

Na Câmara Municipal de Alpiarça, que tratou da primeira fase da candidatura deste casal, há mais 10 processos em fase de análise, adiantou Mário Pereira. Para o presidente da autarquia, o MAS é uma boa forma de “resolver alguns problemas que existem a nível da habitação no concelho”, onde existem muitos apartamentos vagos porque não se conseguem vender.

Para Mário Pereira, o MSA pode ser importante não só para a fixação da população em Alpiarça, como a nível da atracção de novos residentes, que podem recorrer à autarquia para os apoiar em todo o processo.

Casal satisfeito com a opção

Patrícia Sousa disse à Rede Regional estar bastante satisfeita com a opção de concorrer a este programa, que o casal descobriu através de um folheto que foi deixado na sua caixa de correio.

“A partir daí, decidimos pedir mais informações e vimos que era realmente vantajoso”, explicou a mulher. “Nós pagávamos 250 euros numa outra casa de renda que era bem pior que esta, a nível de condições de habitação”, acrescento Patrícia, de 35 anos, empregada fabril na Renoldy, em Alpiarça.

O marido, Rafael, tem 33 anos e é funcionário da Sonae, em Santarém.

Um dos objectivos deste programa, uma das medidas inseridas no Programa de Emergência Social (PES) lançado pelo governo há cerca de um ano, é garantir habitação a jovens casais com rendimentos intermédios, sem possibilidades económicas de avançar para a aquisição de casa própria.

O projecto junta sete dos principais bancos privados portugueses ao Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social e ao Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU), que criaram o Fundo de Investimento Imobiliário para Arrendamento Habitacional (FIIAH). Este fundo é gerido pela Norfin, uma entidade gestora seleccionada pela banca, que assim coloca no mercado de arrendamento imóveis que tinha em carteira sem os conseguir vender. 

Um menino de 11 anos, residente em Vale Travesso, no concelho de Ourém, faleceu esta quarta-feira, 1 de agosto, ao ficar asfixiado com uma panqueca quando estava a lanchar em casa dos avós, onde estava a passar férias.

Leonardo Pereira, que jogava futebol na equipa do Vilarense, onde era conhecido por Leo, ficou com um pedaço de panqueca preso na garganta e deixou de conseguir respirar. Os familiares ligaram de imediato para o 112 mas, em aflição e como a ambulância demorava a chegar, acabaram por se dirigir ao quartel dos bombeiros de Ourém, onde a criança foi assistida mas não conseguiram retirar o pedaço de comida.

Já numa ambulância dos bombeiros, o menino, que fazia 12 anos no dia 10 de Agosto, foi transportado para o Hospital de Tomar, de onde foi evacuado de urgência para o Hospital de Santa Maria, em Lisboa, onde acabou por falecer.

Perto de uma centena de Bombeiros combateram na tarde desta quinta-feira, 2 de agosto, um incêndio em Amiais de Baixo, no concelho de Santarém. O alerta foi dado às 17h55 e os bombeiros precisaram de mais de uma hora para dominar as chamas, que chegaram a ter duas frentes e só foram dominadas às 19h08.

No local estiveram 95 operacionais, apoiados por vinte viaturas e um helicóptero.

Este é o segundo incêndio em dois dias consecutivos na zona de Amiais de Baixo, onde o esta quarta-feira também foi necessária a intervenção musculada dos bombeiros para dominarem um outro incêndio.

Esta tarde ouve outro incêndio no distrito, este na zona da encosta do Castelo de Abrantes. O incêndio deflagrou às 17h15 e foi dominado às 17h51, tendo estado no teatro de operações 61 operacionais e 16 viaturas. Segundo o Rede Regional conseguiu apurar, o rescaldo deverá ser demorado, uma vez que há muitas oliveiras na zona ardida.

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