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O sino do cemitério da Fajarda, no concelho de Coruche, foi a última peça a ser roubada numa vaga de furtos que se tem verificado nos últimos dois meses, e que está a deixar a população bastante assustada. Esta peça em bronze, avaliada em cerca de 2.000 euros, foi serrada do local durante a noite, naquele que foi o terceiro assalto ocorrido no cemitério.

Na primeira vez, os ladrões furtaram um fontanário, todas as torneiras e o contador da água, tendo levado dois bancos de jardim na segunda ocasião, alguns dias depois. Segundo o presidente da Junta de Freguesia, Ilídio Serrador, os crimes ocorrem tanto no espaço público, mais durante a noite, como em residências particulares, que são visitadas pelos amigos do alheio durante o dia, aproveitando a ausência dos moradores.

O próprio presidente da Junta já foi vítima de dois assaltos, apenas no espaço de duas semanas. "A 30 de janeiro, levaram-me só uma bateria, mas no dia de Carnaval rebentaram a porta da adega onde guardo os utensílios agrícolas e roubaram tudo o que acharam que tinha cobre ou fosse valioso", conta Ilídio Serrador, acrescentando que esta vaga de assaltos na aldeia "tem sido uma razia".

Há relatos de furtos registados em casas, anexos, barracões e alpendres, e com uma frequência que deixa apreensivos os residentes da Fajarda.


D. Manuel Pelino, o bispo da Diocese de Santarém, comemora as bodas de prata da sua nomeação como bispo na quarta-feira, 13 de Março.

As celebrações do jubileu episcopal do prelado serão marcadas por uma concelebração, esta quarta-feira, e por um concerto espiritual no sábado, dia 16, a partir das 21h30, no convento de S. Francisco, estando já confirmada a presença do músico Rão Kyao.

D. Manuel Pelino Domingues exerce o cargo de Bispo de Santarém desde 1998, há 15 anos, tendo sucedido a D. António Francisco Marques.

O prelado nasceu a 7 de Outubro de 1941, na aldeia da Lentisqueira, concelho de Mira, tendo sido ordenado sacerdote em 1965 e nomeado para bispo em 1988 pelo então Papa João Paulo II.

Assumiu primeiro o cargo de Bispo Auxiliar do Porto e posteriormente o de Bispo de Santarém.


Um militar da GNR de Rio Maior foi considerado culpado de dois crimes de ofensa à integridade física qualificada que lhe valeram uma condenação a 2 anos de prisão, com pena suspensa, na segunda-feira, 11 de Março.

O guarda, Ilídio Lázaro, foi julgado no tribunal da cidade por ter agredido e usado de força excessiva em duas ocorrências em que a GNR da cidade foi chamada com urgência para intervir em situações de violência doméstica que se estavam a desenrolar.

Na primeira delas, em Julho de 2010, a patrulha deslocou-se a uma residência em Casais da Lagoinha, onde um homem estava a provocar distúrbios no interior, a ameaçar a mulher e o pai, e ainda tentou agredir os militares com um martelo de ferro.

Os guardas tiveram que recorrer à força para o dominar e algemar, tendo o tribunal dado como provado que Ilídio Lázaro desferiu quatro socos na cara do homem já com ele imobilizado no chão, e considerado que se tratou de "um grave abuso de autoridade", nas palavras do juiz-presidente do coletivo.

Ilídio Lázaro, que vai recorrer do acórdão, negou durante as sessões de julgamento a autoria de qualquer agressão gratuita, mas acabou condenado com base nos relatos do pai e da esposa do agressor.

Alcoólico ameaça mulher com faca

Na segunda situação em julgamento, que ocorreu em Outubro de 2011, a GNR de Rio Maior foi chamada a um apartamento onde um marido alcoólico estava a ameaçar com uma faca a própria mulher, e que se escondeu atrás dos militares assim que estes chegaram ao local.

O marido veio então no seu encalço, tendo sido impedido por Ilídio Lázaro, que, segundo o acórdão, fez novamente uso de força excessiva ao dar-lhe um murro e um pontapé que o fez cair em cima de umas bicicletas.

Na leitura do acórdão, o juiz-presidente salientou que a prova produzida em relação aos atos praticados pelo militar "é forte" e que "não deixa qualquer dúvida em relação ao seu comportamento inadequado a um agente da autoridade devidamente uniformizado".

"O que se espera dos elementos da GNR é que protejam os cidadãos em qualquer situação, e não que atuem como justiceiros", considerou.

Também neste caso, Ilídio Lázaro, que está em funções na GNR há mais de 20 anos e é descrito pelos seus superiores hierárquicos como "responsável, assíduo e diligente", negou a autoria dos factos que lhe foram imputados.

Maridos violentos também foram julgados

Os dois homens que apresentaram queixa-crime contra Ilídio Lázaro também foram arguidos neste processo, tendo em conta o seu envolvimento nos dois episódios em que ocorreram os factos.

João Domingos, de 36 anos, começou a ser julgado por um crime de ofensa à integridade física na forma consumada, outro na forma tentada, um crime de resistência e coação sobre funcionário e três de ameaça aos agentes da autoridade; acabou condenado a 10 meses de prisão, com pena suspensa por um ano, apenas pelo crime de resistência e coação sobre funcionário.

Sérgio Costa, também de 36 anos, estava acusado de um crime de ofensa à integridade física, dois de injúria e um de dano; apanhou 7 meses de prisão em cúmulo jurídico, suspensos por um ano, por injúria agravada e dano.

Em termos de indemnizações cíveis, o militar foi ainda condenado ao pagamento de 1.000 euros a Sérgio Costa e a 1.500 euros a João Domingos.

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