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A Câmara Municipal de Azambuja está a organizar mais uma edição do Concurso de Vinhos do Produtor. A iniciativa completa, este ano, a sua terceira década e pretende premiar os melhores néctares dos produtores locais na colheita de 2011.

A Autarquia mantém esta iniciativa anual como forma de promover um dos produtos da terra mais característicos, sobretudo das freguesias situadas no designado “Alto Concelho”. Ali, as encostas soalheiras do relevo mais acidentado favorecem a produção de castas de primeira qualidade. Depois, o saber dos vitivinicultores combinado, nuns casos com algumas técnicas mais tradicionais, noutros já com a ajuda de tecnologia de ponta, fazem chegar ao copo bons vinhos elogiados pelos mais entendidos.

Os produtores interessados deverão inscrever-se na Junta de Freguesia da sua área de residência até ao dia 15 de Fevereiro.

O rigor da análise a que são sujeitos todos os vinhos concorrentes (tintos e brancos) é assegurado pela supervisão técnica, totalmente independente, de provadores credenciados. Os resultados do XXX Concurso de Vinhos só serão conhecidos durante a realização da Avinho – Festa do Vinho e das Adegas, em Aveiras de Cima, nos dias 13, 14 e 15 de Abril de 2012.

A GNR recuperou parte dos artigos em ouro que tinham sido roubados do interior de uma residência em Paço dos Negros, concelho de Almeirim, no passado dia 19 de Janeiro.

Na altura, a proprietária apresentou uma queixa contra desconhecidos pelo furto de vários artigos no valor total de 14 mil euros, parte deles agora localizados e recuperados na sequência de uma investigação do Núcleo de Investigação Criminal da GNR de Santarém.

O material encontrava-se na posse da autora do furto, uma mulher de 25 anos residente nesta aldeia da freguesia de Fazendas de Almeirim, sendo que parte dele “já se encontrava numa fundição existente no norte do país”, segundo um comunicado de imprensa do comando territorial da GNR.

“O incumprimento da não preservação dos artigos em ouro adquiridos, durante 20 dias e a respectiva falta de envio de relatório para a Polícia Judiciária pelo proprietário de um estabelecimento de compra e venda de ouro, conforme estipulado por lei, impediu a recuperação total dos artigos furtados”, esclarece ainda o mesmo comunicado da guarda.

“Dei-lhes o ouro e o dinheiro com uma faca enorme encostada ao pescoço”, contou à Rede Regional José Augusto Ferreira, que na madrugada de quarta-feira, 1 de Fevereiro, viveu momentos de angústia às mãos de dois assaltantes armados que o sequestraram e roubaram no interior da sua casa em Foros de Salvaterra.

O homem de 65 anos, viúvo há nove meses, acordou sobressaltado por volta das 3 da manhã com o “estrondo enorme” de uma janela a partir-se.

Quando acendeu a luz do quarto onde dormia, já tinha junto a si dois “indivíduos altos e muito encorpados”, um deles empunhando uma caçadeira de canos serrados e o outro com uma faca de cozinha na mão.

Ameaçado de morte com a arma branca junto ao pescoço, foi obrigado a entregar aos ladrões 1.100 euros em dinheiro e várias peças em ouro que guardava em casa.

A vítima não se recorda do que passou a seguir pois só voltou a ganhar consciência por volta das 6h30 da madrugada, altura em que se recompôs e foi apresentar queixa no posto da GNR de Salvaterra de Magos. “Devem-me ter dado um produto qualquer porque eu só me lembro de acordar na cozinha, que ficou com um cheiro esquisito”, recorda.

O filho e a nora residem nas traseiras da casa da vítima e não deram por nada.

Segundo José Augusto Ferreira, o assalto “foi muito bem estudado e feito por gente que sabia o que estava a fazer”. “Nunca costumo ter mais de 100 euros em casa, e calhou ser roubado no dia em que levantei esse dinheiro para pagar a um empreiteiro”, explica a vítima, acrescentando que os gatunos perguntaram por algumas peças de ouro que tinha em casa.

“Eles foram informados”, garante, explicando que os assaltantes estavam vestidos de fato de macaco, com luvas e gorros. Roubaram-lhe também o telemóvel e cortaram-lhe o fio do telefone fixo, antes de abandonar o local.

O caso está a ser investigado pela Polícia Judiciária, que esteve a recolher provas na residência da vítima.

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