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O voluntariado é o tema central da edição deste ano da ExpoCriança, uma feira/exposição dedicado à infância e juventude que decorre de quinta-feira (dia 3) a domingo (dia 6), no Centro Nacional de Exposições, em Santarém.

A 12ª edição da Expo Criança assinala a transição do evento para o segundo semestre do ano. Esta mudança vai de encontro às orientações sugeridas pelo Estudo de Mercado realizado em 2010, junto de diversos públicos (crianças e adultos visitantes, expositores, participantes em seminários e workshops da Expo Criança 2010 e crianças e jovens do 1º, 2º e 3º ciclos de ensino de algumas escolas do Distrito de Santarém).

Considerando que o evento engloba vários grupos etários, com interesses e motivações distintos, a organização procurou adequar a distribuição dos espaços de exposição e de diversão em função destes públicos.

Os dias úteis vão ser programados para acolher maioritariamente crianças e jovens em contexto escolar, sendo o fim-de-semana dedicado à visita em contexto familiar.

Durante quatro dias haverá ateliers de alimentação, ambientais e magia, insufláveis, carrosséis, videojogos, teatro, energias renováveis, passeios a cavalo, uma pista de Fórmula 1, tiro com arco com animais 3D, sessões de ArtAlive e ainda uma exposição de bolos relativa às histórias de encantar, entre muitas outras atividades.

Simultaneamente, decorre um vasto programa de atividades lúdicas e pedagógicas destinadas a crianças e jovens mas também a pais, professores, educadores ou quaisquer profissionais que exercem a sua atividade neste setor, realça a organização em comunicado.

O programa inclui ainda diferentes espetáculos, como “A Ilha do Paraíso”, produzido pela Companhia do Teatro Bocage, os “Palhaços Pantufa e Ernesto”, do Veto Teatro Oficina, “PeterPan”, apresentado pela APPPACDM de Santarém, ou “O Estendal 2 – Os Bons Lobos Maus”, do Grupo Animal.

Pode saber mais em www.cnema.pt.

Os três primeiros sublanços do IC3 (agora A13), entre a A23 e Tomar (Santa Cita), começam a ser pagos já esta terça-feira, 1 de Novembro. Num comunicado que deixou os autarcas do norte do distrito de Santarém bastante insatisfeitos, a empresa pública Estradas de Portugal informou que o IC3 (itinerário complementar) foi convertido em A13 (auto-estrada) no âmbito da subconcessão Pinhal Interior, tendo sido sujeito a obras de beneficiação ao nível dos pavimentos, equipamentos de segurança, sinalização e telecomunicações, passando por isso a ter portagens.

Os  valores a cobrar nos sublanços agora portajados são de cinco cêntimos (classe 1), 10 cêntimos (classe 2), 15 cêntimos (classe 3) e 20 cêntimos (classe 4) entre a saída do nó da A23 e o nó da Atalaia, valores que sobem para 35, 60, 75 e 80 cêntimos, respectivamente, no troço entre o nó da Atalaia e o nó da Asseiceira, e para 40, 65, 85 e 95 cêntimos, entre o nó da Asseiceira e a saída para Santa Cita. O tráfego local, correspondente à circulação entre dois nós consecutivos com passagem unicamente sob um pórtico, será isento do pagamento de portagem.

A cobrança é feita com recurso ao sistema exclusivamente electrónico, sem possibilidade de pagamento manual no local, sendo este apenas possível em regime de pós-pagamento nos balcões dos CTT e da rede Payshop, no prazo de cinco dias úteis, contados a partir do segundo dia após a passagem, bastando para isso indicar o número da sua matrícula.
Quem não ficou satisfeito foram os autarcas do Médio Tejo, que estão desiludidos com a falta de articulação e de informação da administração local sobre a cobrança de portagens.

Em declarações à Agência Lusa, o presidente da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo (CIMT), António Rodrigues, afirmou que já não está em discussão a introdução ou não de portagens nas SCUT, mas sim o desprezo absoluto a que foram votados os autarcas da região.

As críticas surgiram depois de a empresa Estradas de Portugal ter anunciado, em comunicado, o início da cobrança de portagens em três sublanços do IC3, agora designado A23, a partir de 1 de novembro.

Os presidentes de Abrantes, Alcanena, Constância, Ferreira do Zêzere, Entroncamento, Mação, Ourém, Sardoal, Tomar, Torres Novas e Vila Nova da Barquinha declaram a sua preocupação pela incapacidade financeira de muitos residentes para fazer face às suas deslocações por motivos de saúde e da condição especial de, no Médio Tejo, existirem três hospitais com valências distintas.

A concessão a privados do estacionamento na cidade do Cartaxo vai mesmo ser referendada pela população do concelho. A decisão é do Tribunal Constitucional, que considerou legal a realização do referendo, agendado para o dia 18 de dezembro, domingo, uma semana antes do Natal.

A pergunta a que os cartaxeiros terão de responder também já está aprovada e tem algumas alterações relativamente à proposta inicial, aprovada por unanimidade pela Assembleia Municipal do Cartaxo, mas chumbada pelo Tribunal Constitucional.

"Concorda que a Câmara Municipal do Cartaxo contratualize a concessão da exploração do parque de estacionamento coberto e de mais 620 lugares dispersos nas ruas circundantes ao centro urbano, por um prazo de 30 anos, a uma empresa privada", é a pergunta a que a população terá de responder.

Recorde-se que a proposta de realização deste referendo foi apresentada pelo Bloco de Esquerda que considera que a câmara omitiu até à publicação em Diário da República que o prazo de concessão seria de 30 anos, hipotecando as receitas camarárias e a capacidade de gestão dos executivos vindouros.

A autorização ou não fica assim dependente da resposta positiva ou negativa na votação de 18 de dezembro.

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