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"AjuCRIA" é o nome do novo projeto de apoio social que o Centro de Recuperação e Integração de Abrantes (CRIA) vai lançar publicamente na quarta-feira, 23 de janeiro, às 15 horas, nas suas instalações em Alferrarede.

O "AjuCRIA" é um banco de recursos que visa recolher bens materiais (roupas, brinquedos, mobiliário e eletrodomésticos, entre outros), usados ou novos, doados por particulares ou empresas, que possam ser dados ou cedidos por empréstimo a famílias carenciadas a nível de bens essenciais e prioritários.

"Trata-se de um projecto que visa potenciar a criação de uma resposta adequada aos problemas sociais, eliminando sobreposições de intervenção e permitindo um melhor planeamento dos serviços e celeridade dos mesmos", explica uma nota de imprensa do CRIA, que adianta que este é um projeto pensado sobretudo para a comunidade local, onde se verifica um crescente aumento de situações de pobreza e exclusão social.

Para beneficiar deste banco de recursos, os interessados devem preencher o formulário de candidatura (disponível na recepção do CRIA) com as respectivas informações do agregado familiar. Os bens ou equipamento solicitados só serão entregues aos beneficiários depois de analisados e deferidos os respetivos pedidos.


Os jardins públicos do Entroncamento foram os principais espaços afetados pela intempérie do passado sábado, 19 de janeiro, de onde foram arrancadas pela raiz 40 árvores de grande porte sem qualquer possibilidade de recuperação.

Segundo informações da Câmara Municipal, e depois de feita a avaliação dos estragos provocados pelo mau tempo, o jardim parque José Pereira Caldas foi o mais fustigado pelos fortes ventos que se fizeram sentir, e que arrancaram 11 árvores.

Este espaço, também conhecido por jardim da Aranha, o mais antigo da cidade, está em fase de remodelação, prevendo-se a sua reabertura apenas para meados de 2013.

"No jardim Afonso Serrão Lopes, vulgarmente conhecido por jardim da Zona Verde, um dos pulmões da cidade e zona de lazer e repouso, o cenário foi menos devastador, embora muitas espécies arbóreas tenham sido fustigadas e arrancadas pelo vento destruidor", explica uma nota de imprensa da autarquia, que ainda está a proceder à limpeza das ruas e à reposição dos estragos.

O município registou ainda danos materiais um pouco por todo o concelho, casos da cobertura das piscinas municipais ou da claraboia dos balneários femininos da EB Dr. Ruy de Andrade, que ficaram destruídas, tal como várias paragens de autocarro.

Várias zonas de cinco das oito freguesias do concelho do Cartaxo estão sem luz, pelo menos, há 72 horas. A informação é avançada pela Câmara do Cartaxo que, num balanço efetuado às 13h30 desta terça-feira, 22 de Janeiro, esclarece que em algumas zonas o corte dura há três dias, sem interrupção, e noutras, os cortes são frequentes desde sábado.

A lista divulgada pela autarquia é a seguinte:

Pontével: Casais das Hortas, Rua do Beitão, Rua do Pinhal Velho, Casais da Amendoeira (diversas zonas) e Casais Luíses (diversas zonas).

Lapa: Rua 10 de Junho, Rua do Matias e Casais da Lapa (diversas zonas).

Vale da Pedra: Rua Ribeiro da Costa.

Cartaxo: Rua Combatentes da Ultramar, Estrada de Santana - Alto do Mouzinho, Loteamento da Capela (diversas moradias) e Rua do Arrabalde de Cima.

Ereira: Diversas zonas

 A Câmara do Cartaxo diz que este ponto de situação é do conhecimento da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC), através do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Santarém e da EDP.

 

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