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Dois dos quatro detidos nas primeiras horas da Operação Baco da GNR, que se prolonga até à meia noite de hoje, foram apanhados em operações stop realizadas no distrito de Santarém.

Segundo dados da Guarda Nacional republicana, dos quatro detidos, com taxas de alcoolemia a variar entre 1,24 e 1,74, dois foram fiscalizados em Tomar e Torres Novas, no distrito de Santarém.

A operação decorre a nível nacional e envolve um grande número de militares nas principais estradas do país, estando focada essencialmente na ingestão de álcool na condução.

Um homem, de 45 anos de idade, foi detido pela PSP, em Santarém, por ter sido encontrado na posse de dois objetos proibidos, um chicote e uma moca.

A detenção ocorreu no seguimento de uma fiscalização rodoviária, tendo o homem apresentado ainda uma carta de condução pertencente a outro condutor, mas com a sua foto colada por cima, o que corresponde a falsificação de documento.

O detido foi notificado para comparecer no tribunal de Santarém, para julgamento em processo sumário, na próxima segunda-feira.

Em Abrantes, numa outra ação de fiscalização rodoviária, em que foram controladas, 69 viaturas, a PSP deteve dois homens, de 20 e 49 anos de idade, por conduzirem com taxas de álcool no sangue de 1,74 e 3,26 gramas por litro no sangue, respetivamente.

Os detidos foram notificados para comparecer em tribunal para julgamento em processo sumário, na próxima segunda-feira, no tribunal de Abrantes.

Foram ainda apreendidos 3 veículos automóveis e respetivos documentos por irregularidades detetadas e elaborados diversos autos de contraordenação por infrações relacionadas com a falta de seguro, de inspeção periódica, excesso de álcool no sangue, entre outros.

Um padre de Abrantes está alegadamente a ser investigado pelo Ministério Público (MP) por suspeita de manter utentes “fantasma” na instituição de reabilitação de toxicodependentes e alcoólicos que dirige, denominada de Projeto Homem.

A notícia é avançada pelo semanário Sol, que refere que o MP terá recebido duas denúncias de fraude à Segurança Social, alegadamente cometidas pela instituição dirigida pelo cónegoo José Graça.

Segundo as denúncias, o padre burlou o Estado ao receber indevidamente verbas relativas a dezenas de utentes que já abandonaram o tratamento e, nalguns casos, até já morreram.

Em declarações à Agência Lusa, o religioso negou a veracidade das acusações, que assegura só conhecer pela comunicação social, e acrescentou que as acusações devem ser “de alguém ressabiado ou por um qualquer ajuste de contas”.

À mesma fonte, José Graça diz que não é ele que faz a listagem dos utentes que recebem os apoios do Estado, mas reafirma não ter conhecimento da prática consciente e deliberada de qualquer erro ou ilegalidade. “Eu não seria capaz de uma coisa dessas e, a existir algum erro, estou em crer que não foi um ato consciente e deliberado. E se alguém falhou, eu, na qualidade de presidente da instituição, cá estarei para o assumir", afirmou.

Opinião contrária têm os dois autores das participações que, segundo a Agência Lusa, solicitaram o anonimato por temerem "represálias". Um deles fala mesmo em doze fraudes alegadamente cometidas pela gestão do padre ao longo dos anos, afirmando ter provas de que “dezenas de utentes fantasma foram mantidos durante meses nas listas nominativas como se continuassem em tratamento, continuando a receber dinheiro do Estado por camas não ocupadas”.

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