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Um jovem de 21 anos, que padece de doença esquizofrénica, agrediu sem razão aparente dois porteiros e vários alunos do Instituto Politécnico de Santarém (IPS), na terça-feira, 19 de Março, ao final da tarde.

Ao que a Rede Regional conseguiu apurar, o autor das agressões passou pelos dois porteiros do complexo Andaluz, depois de esmurrar um deles, e atacou a soco e pontapé um grupo de alunos e alunas que se encontrava perto da Escola Superior de Educação.

Enquanto provocava os desacatos, proferia expressões em latim e dizia-se um enviado de São Cipriano, enviado para matar demónios.

De seguida, e visivelmente exaltado, fugiu da escola e dirigiu-se ao Moinho de Fau, um café a cerca de 200 metros do campus.

Segundo o proprietário do estabelecimento, Mário Faustino, o autor das agressões foi seguido por outros estudantes do IPS, que entretanto alertaram as autoridades, e esteve sentado na esplanada a beber um copo de água até à chegada da PSP de Santarém.

Porém, quando a polícia o tentava retirar do local, exaltou-se novamente e agrediu uma agente da PSP, antes de ser dominado.

O indivíduo acabou por ser transportado ao serviço de psiquiatria do Hospital de Santarém, onde, segundo fonte da PSP de Santarém, aceitou ser internado voluntariamente.

Agressor estava desaparecido há vários dias

O jovem reside em Samora Correia, no concelho de Benavente, e andava desaparecido de casa há vários dias.

Terá chegado a Santarém na segunda-feira, tendo passado a noite num hotel da cidade onde pegou fogo aos lençóis do quarto, antes de sair da unidade hoteleira.

Esteve também várias horas no Moinho de Fau, onde foi conversando com o proprietário, que notou logo que ele tinha um comportamento estranho.

"Pela forma como olhava para as pessoas e pelas suas reações, percebia-se que não estava bem, mas manteve-se sempre calmo e nunca arranjou por aqui confusões", explicou à Rede Regional Mário Faustino.

Na sequência das agressões, quatro alunos do IPS e a agente da polícia tiveram que receber tratamento hospitalar.

Todos apresentavam ferimentos ligeiros, à exceção de uma aluna da Escola de Gestão de Santarém, que foi arrastada pelos cabelos e sofreu várias escoriações no corpo e nas mãos.

Um homem encapuzado e armado assaltou esta terça-feira, 19 de Março, a agência da Caixa de Crédito Agrícola no Tramagal, concelho de Abrantes.

O assaltante entrou no banco em cima da hora de fecho da agência bancária ao público (15h00) e ameaçou os funcionários, que se viram obrigados a entregarem uma quantia não revelada.

Com o dinheiro na mão, o homem fugiu do local sem que se tenham registado quaisquer confrontos ou ferimentos.

Por se tratar de um assalto com recurso a arma de fogo, o caso, inicialmente acompanhado pela GNR de Abrantes, foi entregue à Polícia Judiciária que está a desenvolver diligências para encontrar o suspeito, que terá fugido numa viatura que já se encontra referenciada.


O ex-comandante da GNR de Coruche desmentiu categoricamente ter praticado quaisquer atos de tortura ou cometido agressões violentas sobre três vendedores ambulantes que foram detidos na sequência de desacatos ocorridos nas festas da vila, em Agosto de 2010.

Acusado pelo Ministério Público (MP) de três crimes de tortura praticados dentro do posto da GNR e dois de ofensa à integridade física qualificados sobre duas mulheres familiares dos queixosos, Sérgio Malacão afirmou-se inocente perante o coletivo de juízes que o começou a julgar na terça-feira, 19 de Março, no Tribunal de Coruche.

Na versão do primeiro sargento, houve realmente uma luta corpo a corpo entre ele e dois dos queixosos, Carlos e Diamantino Dias, quando estes se recusaram apresentar a sua identificação no recinto das festas.

Sérgio Malacão disse ter sido agredido com um cajado por Carlos Dias, pai de Diamantino, tendo então puxado do seu bastão para se defender até à chegada dos restantes militares, que algemaram os dois homens e Rafael Dias, o filho mais novo de Carlos, então com 16 anos.

"Assumo plenamente o que ocorreu durante as festas, mas tudo o resto são mentiras e fantasias", afirmou o militar, que acrescentou ainda estar a ser vítima de uma queixa-crime que provavelmente persegue uma indemnização cível de 75 mil euros.

Segundo o despacho de acusação, Sérgio Malacão terá obrigado os três feirantes a ficar de joelhos no posto, enquanto os agrediu com objetos como um bastão, um chicote conhecido por "rabo de boi", uma mangueira, um telefone e até uma ventoinha, entre outros, e de ter mesmo jogado à roleta russa com um revólver apontado à cabeça de Carlos Dias, enquanto os humilhava verbalmente.

Segundo o militar, os queixosos nunca saíram da secretaria do posto enquanto foi elaborado o expediente, tendo sido de seguida libertados.

Vendedores ambulantes contam outra versão

Após terem saído do posto da GNR de Coruche, a família de feirantes foi diretamente ao Hospital de Santa Maria, em Lisboa, onde foram socorridos aos múltiplos ferimentos que apresentavam.

No dia seguinte, 17 de Abril, dirigiram-se ao escritório do seu advogado, Manuel Mendes Ferreira, onde foram fotografadas as marcas de agressão e foi redigida a participação efetuada ao MP, e que dá corpo a grande parte do despacho de acusação.

No Tribunal de Coruche, Carlos e Diamantino Dias contaram uma versão totalmente diferente do relato de Sérgio Malacão, mas os depoimentos de ambos chegaram a ser pouco consistentes e até contraditórios em algumas partes que ficaram mal explicadas perante o coletivo de juízes.

Os agredidos contaram que não houve qualquer briga no recinto das festas, onde Carlos Dias foi, sem razão aparente, ameaçado e agredido com um revólver e gás pimenta pelo militar, tendo Diamantino e Rafael acorrido em defesa do pai.

Na versão dos queixosos, o militar encontrava-se desfardado e embriagado, ao que a defesa de Sérgio Malacão contrapôs que o primeiro sargento estava devidamente uniformizado e de serviço nas festas.

Além dos episódios em que alegadamente estiveram envolvidos dentro do posto da GNR de Coruche, os feirantes contaram ainda que Sérgio Malacão agrediu à bofetada as esposas de ambos, o que também foi negado pelo militar, que disse que nem sequer teve contato com as mulheres.

Refira-se que Carlos e Diamantino Dias também são arguidos neste processo, respondendo ambos pelos crimes de ofensa à integridade física, ameaça e injúria, todos na forma agravada por terem sido cometidos sobre um agente da autoridade.

O julgamento prossegue a 9 de Abril, com a inquirição das primeiras testemunhas arroladas pelos vendedores ambulantes.

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