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Durante cerca de três meses, um predador sexual obrigou a sua própria enteada, então com 14 anos, e uma amiga desta, de 16, a manter relações sexuais a três dentro do seu carro, em matas e locais isolados no concelho de Salvaterra de Magos. O caso acabou quando os pais da criança mais velha descobriram que estava grávida e apresentaram queixa no Ministério Público (MP).

O homem, de 49 anos, vivia então com a companheira, três filhas e a enteada de 14 anos, fruto de um casamento anterior da mulher. O relacionamento sexual com as menores terá começado em Setembro de 2007, quando a filha de um casal amigo, então com 16 anos, foi passar as férias escolares a sua casa para ajudar a tomar conta das meninas.

Segundo a acusação do MP, uma noite, depois da mulher se ter deitado, o predador levou as duas meninas a dar um passeio de carro. Chegados ao Cabeço do Montal, convenceu-as a despirem-se integralmente e acabou por consumar a cópula com ambas, indiferente aos gritos de dor das vítimas.

À custa da chantagem emocional e de alguns presentes, o homem negociou o silêncio das menores e continuou a abusar sexualmente delas em várias ocasiões, não só dentro do carro no Cabeço do Montal e na Praia Doce, como já na sua casa, quando aproveitava a ausência da mulher, que ia trabalhar.

Em Novembro desse ano, a menor de 16 anos descobriu a gravidez e viu-se forçada a contar aos pais. Ao confrontar o homem com o relato da filha, a mãe da vítima ainda foi agredida à bofetada. O predador está a responder no Tribunal de Benavente por um crime de actos sexuais com adolescentes e um de abuso sexual de criança, a que se juntam mais quatro acusações de maus tratos, uma de violência doméstica e outra de ofensa à integridade física.

Doze anos de terror

A companheira do arguido viveu 12 anos de terror sob a sua alçada, e nem as crianças escaparam aos seus instintos violentos. Desempregado e alcoólico, o agressor vivia à custa do trabalho da mulher, mas proibia-a de ter contactos sociais. Numa ocasião, chegou a disparar um tiro de caçadeira sobre ela, mas falhou e apenas a chamuscou de pólvora. Chegou a empunhar uma faca de matar porcos, a dizer que a matava, agredia-a a murro e pontapé e expulsou-a várias vezes de casa, obrigando-a a pernoitar ao relento. Muitos destes episódios de violência doméstica foram presenciados pelas filhas e pela enteada, que, segundo a acusação do MP, eram agredidas à bofetada e com uma cana.

Os apreciadores de lampreia têm boas razões para visitar Tomar entre os dias 18 de Fevereiro e 11 de Março, durante a 13ª mostra dedicada aos sabores deste peixe do rio. Este ano, aderiram a esta iniciativa gastronómica 16 restaurante e seis pastelarias do concelho, que vão colocar em destaque os saberes locais na sua confecção.

Pelo menos durante os fins-de-semana e feriados, os restaurantes Almourol, Baía, Bela Vista, Brazinha, Chico Elias, Convento do Leitão, Estalagem de Santa Iria, Ginginha, Infante, Lúria, Manjar dos Templários, Marisqueira Sereia do Nabão, Mister Grill, Nabão, Picadeiro e Tasquinha da Mitas vão ter pratos de lampreia em destaque nas suas ementas, tal como os doces vão ocupar o espaço nobre nos expositores das pastelarias Estrelas de Tomar, Pimpinela, Tropical (1, 2 e 3) e Templária.

“Cada vez mais pessoas se deslocam propositadamente a Tomar para comer lampreia pescada na zona e temperada à moda local, nalguns casos confeccionada como em mais lado nenhum, inclusive em sopa, em paté ou em empada”, salienta uma nota de imprensa da Câmara de Tomar, que organiza esta iniciativa em parceria com os profissionais do sector da restauração local.

Segundo a autarquia, a mostra da lampreia é o pontapé de saída para um ciclo anual dedicado à promoção gastronómica, e onde se incluem o congresso da sopa, que vai a caminho da sua 19ª edição, e o feijão com todos, cuja 11ª edição se realiza em Outubro.

O Tribunal da Relação de Évora mandou repetir o julgamento dos três suspeitos do homicídio de Nélson Ferreira, o camionista de Salvaterra de Magos que foi assassinado na área de serviço da A23 das Mouriscas, concelho de Abrantes. Apesar do principal arguido, Emanuel Candeias, ter sido condenado a 18 anos e nove meses de prisão no primeiro julgamento, no Tribunal de Abrantes, o Ministério Público (MP) recorreu da absolvição dos outros dois acusados, Ulisses e David, do crime de homicídio qualificado em co-autoria.

Os desembargadores de Évora não só mandaram repetir o julgamento da primeira instância, considerando existir elementos suficientes para que seja feita uma reapreciação de prova, como negaram provimento ao recurso apresentado pela defesa de Emanuel Candeias, tido como o autor da facada que matou o camionista. A vítima mortal, então com 37 anos, trabalhava para uma empresa de Arruda dos Vinhos e seguia com destino a França, quando parou para tomar café por volta das 4 horas da manhã, a 29 de Junho de 2010.

O camionista envolveu-se numa discussão com um grupo de três homens, ainda no interior da cafetaria, foi agredido com tremenda violência no exterior e acabou por ser assassinado com uma facada no coração junto às bombas de abastecimento, onde foi encontrado por uma funcionária.

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