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Os bombeiros voluntários de Santarém ameaçam fechar a porta do quartel na sexta-feira, 10 de Fevereiro, se as Finanças não suspenderem uma ordem de penhora. Em causa está o facto do Hospital Santa Maria ter informado a corporação de que não poderia proceder ao pagamento das verbas em dívida aos voluntários scalabitanos por ter recebido uma ordem de penhora, que o obriga a reter o dinheiro.

O presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Santarém (AHBVS), Diamantino Duarte, disse à Lusa que a corporação desconhece a ordem de penhora, pelo que pediu cópia do documento ao Hospital de Santa Maria e solicitou informação à Administração Regional de Saúde sobre se existirão processos idênticos noutros hospitais.

Segundo o mesmo responsável, a AHBVS tem procurado receber verbas em dívida, pois ainda não conseguiu pagar os ordenados de Janeiro aos bombeiros. “Se não tivermos uma resposta do Ministério das Finanças até ao início da manhã de sexta-feira, vemo-nos obrigados a fechar o quartel”, ameaçou.

Segundo a notícia da Lusa, a origem do problema está no processo de construção do novo quartel, obra realizada contra a entrega, à empresa construtora, do património que a corporação possuía no centro histórico da cidade. A escritura foi feita valorizando o património cedido ao valor da obra, da ordem dos 2,4 milhões de euros, tendo as Finanças feito uma avaliação do terreno do novo quartel, quando a associação fez a inscrição matricial. Segundo Diamantino Duarte, nessa avaliação as Finanças tiveram em conta não só o terreno mas a construção entretanto realizada, atribuindo um valor de imposto municipal de imóveis (IMI) de 18.000 euros. A associação dirigiu-se então à direcção de Finanças de Santarém para reclamar a isenção desse imposto, tendo sido comunicado que teria de ser feito um requerimento ao Ministério das Finanças, entidade competente para conceder essa isenção, afirmou.

Diamantino Duarte lamenta que a AHBVS nunca tenha recebido uma resposta a esse pedido do Ministério das Finanças, tendo sabido hoje da existência de uma ordem de penhora. O presidente da AHBVS adiantou que deu conhecimento de todo o processo ao Ministério da Administração Interna, que tutela os bombeiros, esperando que este interceda junto das Finanças no sentido de ser dada a isenção e, no imediato, a suspensão da penhora, segundo explicou à Lusa.



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