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A falta de carrinhas celulares que está a afectar a Direcção Geral dos Serviços Prisionais (DGSP) levou a que um preso preventivo no Estabelecimento Prisional Regional de Leiria fosse levado ao tribunal de Rio Maior numa carrinha ligeira de caixa aberta, e obrigou mesmo ao adiamento de um julgamento em Santarém.

Eurico Madeira, o homem que tentou matar a ex-companheira e o enteado num café na Cabeça Gorda, Rio Maior, chegou na segunda-feira, 16 de Janeiro, ao tribunal de Rio Maior numa carrinha “pick-up” descaracterizada, para espanto das muitas testemunhas e familiares das vítimas que aguardavam o início do julgamento.

No tribunal de Santarém, no mesmo dia, foi adiado um julgamento agendado para as 10 horas também por falta de transporte de um recluso de Leiria para a capital do Ribatejo.

Apesar de estar em prisão preventiva à ordem de outro processo, este arguido devia ter comparecido para responder num caso que envolve fuga de um posto de combustível sem pagamento e condução sem carta.

Recorde-se que no passado dia 7 de Dezembro de 2011, a falta de carrinha celular foi também o motivo que levou ao adiamento do julgamento do roubo de material informático na Escola Básica Alexandre Herculano, em Santarém. Um dos principais suspeitos do crime, de 20 anos, está preso preventivamente no EP de Leiria e tinha começado na semana passada a ser julgado no Tribunal de Vagos, num caso de duplo carjacking, roubo e fuga às autoridades. No final de sessão em Vagos, foi levado para o Estabelecimento Prisional de Aveiro, que não tinha nenhuma carrinha celular disponível para efectuar o transporte para Santarém. 



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