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A elevada concentração de monóxido de carbono é para já a causa mais provável da morte do casal e do menino de três anos que ontem, 9 de Janeiro, foram encontrados sem vida no pequeno quarto da sua casa em Árgea, uma aldeia da freguesia das Olaias, Torres Novas. O caso está a ser investigado pela Polícia Judiciária de Leiria, que esteve ontem a recolher provas na habitação onde faleceram Ricardo, de três anos, filho de Rute Freire, de 31, e de Hugo Abreu, de 34, uma família bastante estimada entre os amigos e vizinhos

Hugo era serralheiro e proprietário de uma pequena empresa de alumínios a poucos metros da casa. Motard nos “Fenómenos” do Entroncamento, as duas rodas eram a sua grande paixão.

Rute, sua companheira há vários anos, era natural do Belver e viveu muito tempo no Entroncamento, onde ainda trabalhava na loja da mãe.

O facto da mulher não ter aparecido para trabalhar na segunda-feira deixou a progenitora desconfiada, e levou-a a telefonar para a GNR, por volta das 14 horas.

Quando os militares entraram na residência, pouco depois das 14 horas, a temperatura estava invulgarmente elevada, existindo sinais de que o ar condicionado estava ligado, a lareira tinha sido acesa e uma das torneiras da casa de banho estava aberta, o que indicia que o esquentador foi ligado.

Só a autópsia poderá determinar em concreto a causa e a hora da morte do casal e da criança. No local, estiveram cinco viaturas e 12 elementos dos bombeiros voluntários de Torres Novas, a GNR e a VMER do Hospital de Abrantes. A tragédia deixou em choque vários familiares e amigos, que tiveram que receber assistência de médicos e psicólogos do INEM.



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