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A direção da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários do Entroncamento manifestou esta terça-feira, 8 de novembro, a sua “preocupação” perante a “indisponibilidade” manifestada pela quase totalidade dos bombeiros voluntários “para assegurar socorro emergente à população”.

Em comunicado em reação à tomada de posição de 32 dos 36 voluntários da associação que na passada sexta-feira pediram a passagem ao quadro de reserva por alegadas divergências com os órgãos dirigentes, a direção da associação assegura que a atitude dos voluntários está a ser “objeto de medidas por parte das entidades responsáveis”, nomeadamente a câmara municipal do Entroncamento e a Autoridade Nacional para a Proteção Civil.

A associação assegura que “tudo está a fazer no sentido de concretizar o rumo e objetivos a que se propôs aquando da sua eleição” e que as questões levantadas “são, na prática, falsas questões uma vez que não têm qualquer fundamento”.

Segundo o semanário O Mirante, citado pela Agência Lusa, os bombeiros que declararam indisponibilidade estão descontentes com a gestão da atual direção e com a “forma como os bombeiros são tratados”. Em causa estarão questões como a contratação de uma empresa de limpeza, e alegadamente terem de passar a lavar a sua roupa de cama, a não autorização para a realização de eventos para angariação de fundos, alegados gastos na criação de uma base de dados eletrónica para controlo de quotas, entre outras.

No comunicado, a direção sublinha que as suas “competências e obrigações” decorrem dos próprios estatutos e que “qualquer pedido de ‘demissão da direção’ é da estrita competência dos associados reunidos em Assembleia Geral exclusivamente convocada para esse efeito, e não de um mero capricho ou exigência dos elementos do corpo de bombeiros”.



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