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O movimento SOS Alcanena divulgou um vídeo onde surge uma fila de carros num ruidoso buzinão de protesto na noite de sexta-feira, 31 de julho, contra a grave situação de poluição ambiental que os residentes enfrentam diariamente.

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As cerca de 30 viaturas participantes percorreram cerca de 3 quilómetros pelas principais ruas da vila para “dizer às pessoas de Alcanena que têm de sair à rua e demonstrar ao poder local e a quem polui que se não dão sossego à população de Alcanena, nós também não lhes vamos dar tréguas”, explica um comunicado do Movimento, que acrescenta que “este é apenas o primeiro de muitos movimentos de contestação que se seguirão”.
“Enquanto não resolverem o problema da poluição que mata os habitantes de Alcanena, então seremos notícia muitas mais vezes por motivos como este”, afirma o SOS Alcanena, prometendo que “não haverá uma inauguração, daquelas que tanto gostam para colocar o nome na placa, um evento, uma feira de vaidades estilo Expopele, um momento que não tenha a nossa participação”.
Este buzinão surge dias depois de uma outra iniciativa, um “grito de socorro” lançado por centenas de cidadãos ligados ao SOS Alcanena, e que enviaram um grande número de e-mails para as caixas de correio eletrónico de jornais, jornalistas, partidos políticos, entidades governamentais e associações ambientais, entre outras.
A corrente de mails é “um grito de socorro de quem está desesperado e chegou ao limite”, disse à Lusa Ricardo Rodrigues, do SOS Alcanena, destacando que “o problema tem muitos anos” e que o caso mais recente ocorreu na noite de quarta-feira para quinta-feira com um odor fétido proveniente de um “gás venenoso com um cheiro a ovos podres, muito intenso e tóxico”, e que se “entranha nas carros e nas habitações” da vila e nas aldeias das imediações.
As largas dezenas de mensagens que têm circulado são iguais em termos de conteúdo, mas assinadas por pessoas diferentes, numa iniciativa daquele movimento de cidadania motivada pelo mais recente episódio de maus cheiros que “obrigou as pessoas a estarem fechadas em casa, com tudo fechado no pico do verão”.
Nas mensagens pode ler-se que “a poluição ambiental em Alcanena atingiu níveis insustentáveis para a população poder viver com o mínimo de qualidade” e que “não se consegue respirar ar puro com os níveis adequados por dois dias seguidos”.
Ao contrário do resto do país, Alcanena continua em confinamento, pois todos os dias a população tem de fechar portas e janelas de casa, os vidros do carro, tudo, para que o cheiro não empeste as nossas vidas”, referem.

 



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