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NOTÍCIA ATUALIZADA ÀS 16H00

O Núcleo de Investigação e Apoio a Vítimas Específicas do Comando Territorial de Santarém da GNR deteve três homens, de 60, 41 e 47 anos, pela prática do crime de violência doméstica. As detenções foram feitas nos dias 11 e 12 de fevereiro, nos concelhos de Benavente, Rio Maior e Ferreira do Zêzere.

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Num dos casos, os militares apuraram que um suspeito de 60 anos, agrediu física e psicologicamente a sua esposa de 60 anos, durante cerca de 42 anos de relacionamento, chegando mesmo a ameaçá-la de morte com recurso a arma de fogo.

No decorrer de uma outra investigação pelo mesmo tipo de crime, foi possível apurar que um outro suspeito de 41 anos agrediu fisicamente a sua esposa e exercia, constantemente, violência psicológica sobre a mesma.

Relativamente ao terceiro suspeito, já relatado pela Rede Regional, o agressor, de 47 anos, exercia violência física e psicológica sobre duas vítimas vulneráreis, a mãe de 86 anos e a irmã de 59 anos, que apresenta um certo grau de deficiência.

Neste caso foi dado cumprimento a um mandado de busca domiciliária por suspeita de armas na habitação, tendo sido apreendidas 4 caçadeiras, 1 carabina, 1 arma de ar comprimido, 250 chumbos, 57 cartuchos e 1 chicote.

Os detidos foram presentes nos dias 12 e 13 de fevereiro, ao Tribunal Judicial de Santarém, tendo sido aplicadas as medidas de coação de prisão preventiva a dois dos detidos, e proibição de aproximação da vítima, bem como da sua residência e do seu local de trabalho, ao detido de 41 anos.

 

NOTÍCIA ORIGINAL

Um homem, de 47 anos de idade, vai ficar em prisão preventiva depois de ter sido ouvido esta quinta-feira, 13 de fevereiro, no Tribunal de Santarém, por suspeita de violência doméstica.

Segundo a pProcuradoria da Comarca de Santarém, o suspeito, residente em Benavente, é acusado da prática de crimes de violência doméstica sobre a mãe, com 86 anos de idade e sobre uma irmã, com cerca de 60 anos de idade, esta padecendo de doenças graves.

O arguido, sem emprego e toxicodependente, já havia sido objeto de injunções aplicadas em processo crime por factos idênticos e de anterior acusação por crimes de extorsão.

De acordo com os factos apresentados no primeiro interrogatório judicial, além de estragos materiais em mobiliário e utensílios da habitação, o arguido insultava a própria mãe, como o fazia quanto à irmã, que também ameaçava de morte e agredia. Ocasionalmente adormecia enquanto fumava na cama, daí resultando ignições da roupa de cama, assim criando perigo para as pessoas e bens.

"Evidenciados os perigos para a aquisição, conservação e veracidade da prova, bem como o de continuação da atividade criminosa e de perturbação da ordem e tranquilidade públicas, tendo em conta que o arguido não tem emprego e que também se encontra desenraizado social e familiarmente, o Ministério Público promoveu a aplicação da medida de coação prisão preventiva, a qual foi decretada judicialmente", refere um comunicado da Procuradoria de Santarém.



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