PUB

chamusca variacoes

PUB

cms generico

O grupo parlamentar do Bloco de Esquerda dirigiu uma Pergunta ao Ministério do Ambiente acerca da origem dos focos poluentes que foram detetados no rio Tejo, na zona de Abrantes, no último mês de 2019 e no início deste ano.

Slide thumbnail

“O rio Tejo continua a ser fustigado por atentados ambientais”, considera o documento, que descreve as observações que vários pescadores e populares têm registado em fotos e vídeos, perto do Açude Insuflável de Abrantes, e onde é visível a cor acastanhada da água e a formação de espuma.
“Segundo o testemunho de pescadores, a espuma atingiu uma altura de cerca de um metro em ambas as margens e espalhou-se numa extensão considerável em direção à Vila de Constância” nas manhãs dos dias 31 de dezembro e 5 de janeiro, lê-se ainda no documento entregue na Assembleia da República, que acrescenta que “desde meados do mês de novembro, a captura de peixe é escassa e, muitos dias, nula”.
Tendo em conta que foram realizadas duas denúncias, uma para a linha SOS Ambiente e Território e a outra para a PSP de Abrantes, os deputados do BE, entre os quais Fabíola Cardoso, eleita pelo círculo de Santarém, questionam se o ministro do Ambiente tem “conhecimento desta nova vaga de poluição, no rio Tejo, com particular incidência no Concelho de Abrantes”.
Os bloquistas querem ainda saber se as fontes poluidoras já foram identificadas, “tendo em conta os dados disponíveis na rede de vigilância instalada no já referido troço do rio Tejo, seja através de sondas, estações de monitorização e recolhas de amostras manuais e localizadas”.
A Pergunta entregue ao Ministério termina com outras duas questões, quais os resultados das análises recolhidas, e quais as causas da constante variabilidade do caudal do rio Tejo.



PUB

PUB

PUB

Rede Regional

Slide backgroundSlide thumbnail

PUB

Quem está Online?

Temos 569 visitantes e 0 membros em linha