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O mau tempo provocado pela depressão Elsa, entre os dias 18 e 20 de dezembro, a que se juntou no dia 21 a depressão Fabien, causou prejuízos de 6,7 milhões de euros em 10 concelhos do Médio Tejo.

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As contas são da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo (CIMT), que espera agora apoios do Governo para os estragos em infraestruturas. Ontem mesmo, a instituição enviou a relação global dos prejuízos à Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP).

Citado pela agência Lusa, o secretário-executivo da CIMT, Miguel Pombeiro, refere que o mau tempo afetou " de forma mais significativa 10 dos 13 municípios" da região, exemplificando com prejuízos ao nível de pontões, arruamentos, taludes, ribeiras, rede viária, caminhos florestais, cais e plataformas destruídas no Tejo, muros, habitações sociais, pequenas pontes que ruíram ou ficaram parcialmente destruídas, e levantamento e danificação de cobertura em edifícios municipais, a par da necessidade de desassoreamentos, entre outras.

Mação lidera a listagem da estimativa de prejuízos com um valor na ordem do 1,8 ME, seguido de Vila Nova da Barquinha e Sardoal (1,5 ME), Abrantes (1,1 ME) e Vila de Rei (650 mil euros), num levantamento que, para Miguel Pombeiro, representa "prejuízos com valores muito elevados e incomportáveis para as câmaras" afetadas.

A identificação dos custos decorrentes de intervenções de emergência junto de cada um dos 13 municípios do Médio indica ainda prejuízos no Entroncamento (430 mil euros) Constância (300 mil euros), Torres Novas (200 mil euros), Ourém (180 mil euros) e Ferreira do Zêzere (50 mil euros).



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