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A antiga carteira de Salvaterra de Magos que é suspeita de ter levantado mais de 15 mil euros em dinheiro com cartões de crédito roubados negou perante o coletivo de juízes do Tribunal de Santarém ser a autora dos 79 crimes que o Ministério Público (MP) lhe imputa.

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O julgamento começou na manhã desta quarta-feira, 11 de setembro, onde a arguida, de 40 anos, disse “desconhecer totalmente” de que forma a correspondência postal dos lesados foi desviada, bem como foi feita a posterior ativação dos cartões bancários.
A mulher entrou na sala de audiências acusada de 35 crimes de peculato, 22 crimes de violação de correspondência e outros 22 de burla informática nas comunicações, mas estes dois últimos crimes acabaram por ser reduzidos para 21, devido a uma desistência de queixa por parte de um lesado.
Segundo a acusação do MP, a carteira apropriou-se indevidamente de um total de 15.370 euros, que levantou em numerário de várias caixas multibanco da região após ter desviado cartas com cartões de crédito “Universo” e o respetivo PIN no interior, e de ter os ter ativado recorrendo a outras cartas que continham informação fiscal e bancária dos verdadeiros destinatários dos cartões.
Os crimes terão ocorrido entre outubro de 2017 e junho de 2018, enquanto a arguida era a única carteira que distribuía o correio numa zona postal de Salvaterra de Magos, por conta de uma empresa subcontratada pelos CTT.
Nesta primeira sessão, a mulher, que foi detida na altura na sequência de uma investigação de sete meses do NIC da GNR de Coruche, teve bastante dificuldade em explicar de forma plausível alguns dos factos constantes do despacho de acusação.
O processo tem uma reportagem fotográfica da arguida apanhada em flagrante numa máquina ATM de um supermercado em Salvaterra de Magos, com imagens obtidas através das câmaras de videovigilância.
Confrontada pelo coletivo de juízes, a carteira disse que encontrou o cartão de crédito no parque de estacionamento, e que decidiu introduzi-lo no Multibanco para que ficasse lá retido, e para que ninguém efetuasse levantamentos fraudulentos.
Sobre a correspondência que foi encontrada dentro do seu carro aquando da sua detenção, a arguida tentou explicar que se tratava de correio que lhe era entregue já para devolução na Estação dos CTT de Marinhais, e que ela era obrigada a guardar enquanto fazia a sua ronda diária.
Esta afirmação levou a Procuradora da República a questionar se faz algum sentido afirmar que lhe era entregue correio já para devolução logo pela manhã, e que era para entregar ao final da tarde, na mesma estação.

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