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A idosa de 93 anos que esta terça-feira, 13 de agosto, ficou desalojada depois da casa em que vivia na localidade de Moçarria, concelho de Santarém, ter ardido parcialmente, resistia há vários meses a sair de casa, apesar da mesma não ter o mínimo de condições, nem sequer água ou eletricidade.

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Num esclarecimento enviado à Rede Regional, a vice-presidente da Câmara de Santarém, Inês Barroso, revelou que “a situação da idosa foi sinalizada por parte da Junta de Freguesia da Moçarria à equipa da RLIS (Rede Local de Intervenção Social) /Santa Casa da Misericórdia de Pernes a 8 de janeiro de 2018 e que, desde então, a RLIS realizou visitas domiciliárias à idosa em questão, contactos telefónicos com familiares e diversas articulações com as instituições locais e a GNR de Santarém.

Segundo Inês Barroso, o Centro Social da Freguesia da Moçarria também realizou algumas tentativas para apelar à senhora que aceitasse algum tipo de apoio social, o que a mesma sempre se recusou, o mesmo acontecendo com as inúmeras tentativas dos familiares para que a idosa fosse residir com eles.

Com este cenário, e tendo em conta as condições habitacionais, o isolamento e a idade avançada da idosa, a equipa da RLIS, há cerca de 2 semanas, a 31 julho 2019, solicitou abertura de processo do regime do maior acompanhado ao Ministério Público.

De acordo com informação da Segurança Social, neste momento já foi encontrada uma vaga numa Estrutura Residencial para Idosos para integração imediata da idosa, caso esta aceite.

PROPRIETÁRIO NÃO FEZ LIMPEZA
Sobre a limpeza do terreno, com silvas e canas a tomarem conta de praticamente toda a habitação, a vice-presidente revela que um familiar garantiu que tentou por várias vezes convencer a idosa a permitir a limpeza, mas tal nunca foi conseguido, tendo o proprietário do terreno, filho da idosa, sido devidamente notificado para proceder à limpeza do mesmo, o que não fez.

“Foi realizada a notificação do proprietário, no dia 25 de setembro de 2018, onde foi indicada a área a limpar e onde deveria ser realizada a gestão dos combustíveis”, refere o esclarecimento da autarquia que garante que “o Município de Santarém, manteve o contacto com a GNR, no sentido de que a situação pudesse ser acompanhada em conjunto”.

“Encontram-se atualmente em tramitação no Município, os procedimentos com vista a que se atue com os meios legais existentes”, conclui Inês Barroso.

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