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O Ministério Público (MP) não conseguiu apurar em concreto as razões que levaram Vitorino Neves a agredir até à morte João Calado, num café em Marinhais, concelho de Salvaterra de Magos, numa discussão fútil que se gerou enquanto ambos assistiam a um jogo de futebol entre o FC Porto e o Benfica, em outubro de 2018.

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O Despacho de Acusação, a que a Rede Regional teve acesso, refere apenas a contenda iniciou-se “por motivos não apurados”, e que continuou no exterior do Café Toinito, onde o arguido esfaqueou a vítima no tórax com um canivete com 10 centímetros de lâmina, provocando uma perfuração cardíaca.
De seguida, e quando João Calado já estava à porta do café a pedir ajuda, Vitorino Neves aproveitou o facto do homem estar no chão para lhe desferir dois pontapés na cabeça, tendo abandonado o local de seguida, tentando desfazer-se da arma do crime.
O arguido, de 55 anos, que já tem antecedentes criminais por ofensas à integridade física, vai começar a responder no próximo mês de setembro, no Tribunal de Santarém, por um crime de homicídio simples.
Na Acusação, o MP considera que Vitorino Neves, que está em prisão preventiva desde a noite do crime, atuou “sem qualquer motivo justificativo”, com “total desprezo pela vida humana”, e revelando um “espírito agressivo” que reage “com violência a quezílias insignificantes”.
A vítima, João Calado, tinha 56 anos, era natural de Santana do Mato, Coruche, e residia há muitos anos em Marinhais, onde era uma pessoa bem vista e com bastantes amigos.



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