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Imagem de arquivo / Ilustrativa

A marcha lenta no IC2, entre a Benedita e o no da A1 de Aveiras de Cima, com passagem por Rio Maior, organizada esta manhã pela Comissão de Utentes do IC2, obrigou centenas de veículos a percorrerem lentamente os perto de 40 quilómetros deste troço a que muitos chamam de estrada da vergonha.

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Um dos momentos mais marcantes foi a paragem na chamada “curva da morte”, junto ao Alto da Serra, no concelho de Rio Maior, onde já morreram várias pessoas, sobretudo condutores de motas, e onde foi deposta uma coroa de flores.

Os promotores do protesto reivindicam as obras há muito prometidas e que poderão minimizar bastante não só os transtornos diários dos automobilistas mas sobretudo o número assustador de acidentes, muitos deles com feridos graves ou vítimas mortais.

A Infraestruturas de Portugal reafirmou esta quinta-feira que o lançamento do concurso público da empreitada de beneficiação do troço do Itinerário Complementar 2 (IC2) entre Asseiceira (Rio Maior) e Freires (Benedita) está previsto para este ano, no valor de cerca de 7,5 milhões de euros e um prazo de execução de 450 dias.

O problema é que o lançamento do concurso foi anunciado inicialmente em 2015 e depois em 2018, altura em que a IP apontou como provável o início da obra no segundo semestre deste ano, o que não aconteceu e deixa os utentes com muitas dúvidas sobre este novo anúncio.



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