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A empregada de mesa que planeou o assalto à ourivesaria Pinhal, na Chamusca, em Abril de 2011, vai cumprir sete anos de prisão efectiva, ao passo que os dois executantes do crime apanharam apenas cinco anos cada um.

O colectivo de juízes do Tribunal da Golegã considerou o trio culpado dos crimes de roubo agravado, coacção agravada, detenção de arma proibida e falsificação de documento.

A “cérebro” do assalto e condutora do carro de fuga, Fátima Antunes, de 35 anos, foi condenada também por condução de veículo sem habilitação legal. A pena aplicada à arguida foi ainda agravada por ter confessado durante o julgamento que planeou o crime poucas horas antes no café do Entroncamento onde trabalhava, e que era sua a caçadeira de canos serrados usada no assalto.

Os factos remontam a 7 de Abril de 2011, quando, pelas 11h50 da manhã, Ângelo Carvalho, de 39 anos, e Bruno Nunes, de 25, entraram de caçadeira em punho na ourivesaria Pinhal, ameaçando de morte o dono do estabelecimento, José Pinhal, e um empregado, Raul Silvestre. Dos expositores, roubaram relógios e objectos em prata no valor de 1.250 euros, e 200 euros da caixa registadora, em moedas e notas.

O trio foi detido poucos dias depois, na zona da Amadora, pela PSP e pela Polícia Judiciária de Leiria, que conseguiu recuperar os artigos roubados, a arma de fogo e outros objectos usados para cometer assaltos, dentro do carro usado na fuga, um Audi de alta cilindrada com matrículas falsas, conduzido por Fátima Antunes.



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