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Extensão de saúde da Glória do Ribatejo

O Ministério da Saúde reconhece que mais de 8.600 dos 21.131 inscritos no Centro de Saúde de Salvaterra de Magos não têm médico de família.

Em resposta a uma pergunta feita no final de fevereiro pelo Bloco de Esquerda, o Ministério da Saúde afirma que 41% dos utentes inscritos no Centro de Saúde de Salvaterra de Magos estão sem médico de família, sendo a situação mais grave a que se passa em Glória do Ribatejo, onde cerca de 80% da população não tem médico de família.

Em Marinhais a situação também é deveras preocupante, com 69% da população a não ter médico de família, situação que em Foros de Salvaterra atinge os 40%.

Admitindo dificuldade em contratar os seis clínicos necessários, o Ministério da Saúde adianta que a Unidade de Cuidados de Saúde de Salvaterra de Magos tem atualmente sete clínicos, dois deles com pedido de aposentação pendentes e um aposentado com contrato de trabalho até julho de 2015, sendo necessários mais seis médicos para garantir a atribuição de médico de família aos mais de 8.600 utentes sem médico.

O Ministério acrescenta ainda que não é possível a abertura imediata de concurso para integração de médicos que tenham concluído a especialidade de Medicina Geral e Familiar por não existirem no Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) da Lezíria médicos internos a concluir o internato em 2014.

missao reciclar

A Câmara Municipal de Santarém lançou esta quinta-feira, 12 de Junho, a iniciativa “Ambiente & EU 2020”, um projeto que tem como objetivo cumprir o PERSU - Plano Estratégico para os Resíduos Urbanos 2020, de modo a aumentar as taxas de reciclagem, valorar e valorizar os resíduos como recursos e devolver os resíduos à economia.

Inês Barroso, vereadora com o pelouro da Proteção Ambiental na autarquia escalabitana, explicou que em 2012, no concelho de Santarém, a quantidade de resíduos sólidos produzidos foi de 24.016 toneladas e desses 7,71 % (1852 toneladas) foram encaminhadas para reciclagem e os restantes 92,29% (22.165 toneladas) foram encaminhadas para aterro sanitário, números que se mantiveram estáveis em 2013.

Tendo em conta que a gestão não adequada dos resíduos urbanos traduz-se em impactos ambientais significativos e em elevados custos económicos e financeiros, a autarquia pretende com este novo projeto, em que conta com as juntas de freguesia do concelho, como parceiro estratégico, aumentar a proximidade junto dos cidadãos, de modo a criar uma verdadeira sociedade da reciclagem.

 

Esta iniciativa contou com a participação de Luís Veiga Martins, Diretor-Geral da Sociedade Ponto Verde, e de Carlos Carrão, da administração da Resitejo, parceiros da Câmara de Santarém na implementação do Projeto de promoção e separação de embalagens, a par da clarificação das regras da separação àqueles que já separam e, simultaneamente, recolher dados sobre os hábitos e atitudes de reciclagem por parte das famílias do Município.

 

santaremhospitalvigilia

O Movimento de Utentes dos Serviços Públicos (MUSP) do distrito de Santarém vai lançar um manifesto em defesa do Serviço Nacional de Saúde e realizar um “fórum distrital” para debater o futuro da prestação de cuidados de saúde na região.

O MUSP vai convidar os deputados eleitos pelo distrito, autarcas, sindicalistas, trabalhadores da saúde, dirigentes associativos e utentes para assinarem este manifesto, intitulado “Em defesa do Serviço Nacional de Saúde! Por cuidados de saúde de proximidade e qualidade em todo o distrito de Santarém”.

“Já ninguém no distrito consegue esconder um profundo mal-estar: pela falta de profissionais (médicos, enfermeiros, auxiliares e administrativos); pela carência de equipamentos, material clínico e de enfermagem, medicamentos e outros consumíveis; pelas restrições na prescrição de medicamentos, meios de diagnóstico e terapêutica; pelas infindáveis listas de espera para cirurgias e consultas de algumas especialidades; pelo encerramento (ou não funcionamento) de extensões de saúde e farmácias nos meios rurais (…)”, refere o MUSP, em comunicado.

Para o próximo dia 27 foram marcadas ações públicas “de contestação e reivindicação” frente às quatro unidades hospitalares existentes no distrito (Hospital Distrital de Santarém e as três que integram o Centro Hospitalar do Médio Tejo, CHMT – Torres Novas, Tomar e Abrantes).

O MUSP pretende ainda organizar (em data e local a indicar) um Fórum distrital para debate sobre o futuro da prestação de cuidados de saúde no distrito, e garante que as comissões de utentes continuarão a desenvolver acções de informação, esclarecimento e mobilização junto das populações e a manter contactos com todas as entidades locais, distritais e nacionais.

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