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Cerca de 50 moradores de Vale de Cavalos, concelho da Chamusca, cortaram simbolicamente o trânsito na movimentada Estrada Nacional 118 durante cinco minutos, numa acção que serviu para afixar uma faixa de protesto contra o previsível encerramento da extensão de saúde local.

A freguesia, que tem cerca de 1.300 habitantes, 750 dos quais sem médico de família, prepara-se para ficar novamente sem consultas regulares, uma vez que o médico da Costa Rica que assegurava o serviço rescindiu o contrato de trabalho com o Ministério da Saúde no início de Dezembro.

O clínico, José Guillermo, um dos cinco costa-riquenhos contratados para suprimir a falta de médicos de família no Ribatejo, solicitou a rescisão do contrato no início de Dezembro “invocando razões pessoais e familiares”, segundo explicou à Rede Regional a directora executiva do Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) Lezíria II, Luísa Portugal. “Para todos os efeitos, encontra-se de férias na Costa Rica, mas a partir de 5 de Janeiro está oficialmente desvinculado”, acrescentou a mesma responsável.

“É uma pena, porque era um excelente médico e as pessoas gostavam muito dele”, disse à Rede Regional António Cardador, da comissão de utentes de saúde de Vale de Cavalos. O clínico, de 33 anos, trouxe para Portugal a mulher, psicóloga, e o filho menor, mas o facto da esposa não ter conseguido encontrar emprego acabou por determinar a sua decisão em regressar ao seu país de origem. José Guillermo prestava serviço no centro de saúde da Chamusca e nas extensões de Vale de Cavalos e Ulme.

A comissão de utentes local exige a substituição do médico e a manutenção do funcionamento do posto de saúde. “Nós já tivemos consultas todos os dias, mas compreendemos que isso é excessivo. Pedimos um médico dois ou três meios dias por semana e os serviços de enfermagem, que são igualmente muito importantes para uma população idosa que precisa de cuidados de saúde”, referiu António Cardador, sublinhando que mais de 50% dos residentes na freguesia têm mais de 55 anos. “A saúde não pode ser só para os ricos”, disse o mesmo responsável aos populares que se concentraram no Alto da Amendoeira, o local simbólico onde começou o protesto. “Estamos a encetar conversações com os médicos da Unidade de Saúde Familiar da Chamusca para aferir da possibilidade de assegurar a prestação dos cuidados médicos em Vale de Cavalos e Ulme, em regime de trabalho extraordinário. Para já, de imediato, não há outra solução”, explicou Luísa Portugal.

Este protesto em Vale de Cavalos foi uma das três manifestações organizadas por diferentes comissões de utentes de saúde da área da Lezíria do Ribatejo, na quinta-feira, 29 de Dezembro. As outras duas realizaram-se em Alpiarça e Benavente.

Uma aluna de 17 anos, estudante do 10º ano na escola secundária Marquesa de Alorna, em Almeirim, disse à professora e aos colegas da turma de físico-química que tinha bebido uma mistura de álcool com ácido clorídrico mas, apesar do enorme aparato que se gerou, tudo não passou de uma brincadeira de mau gosto.

“Felizmente, tudo não passou de um falso alarme”, disse à Rede Regional a directora da escola, Anabela Almeida. “Talvez este acto tenha sido uma forma de chamar a atenção para alguma coisa, mas isso vai ser agora avaliado no contexto do acompanhamento psicológico que prestamos aos nossos alunos”, acrescentou a responsável.

Pensando que a jovem estava a dizer a verdade quando afirmou que tinha ingerido o ácido, a professora de físico-química accionou de imediato o protocolo de socorro e a aluna acabou por ser assistida no local por uma equipa médica da VMER de Santarém e transportada de seguida pelo INEM dos bombeiros de Almeirim para o Hospital de Santarém.

Perante a ausência de queimaduras e de outros indícios, foi desde logo apurado no serviço de urgência que a menor, que reside em Almeirim apenas com a avó, mentiu acerca de ingestão dos produtos químicos. A realização dos exames durou ainda mais de uma hora e meia, tendo-lhe sido depois dada alta médica.

Inaugurado esta quarta-feira, 14 de dezembro, o Hospital Privado de Santarém (HPS), um investimento de 13 milhões de euros, tem como objetivo dar uma resposta abrangente em termos de saúde para os doentes da região. Construído de raiz num edifício com 5.700 metros quadrados, fica situado na rua Nova, que liga São Domingos ao Outeirinho, poucos metros acima da loja Staples.

A abertura ao público é já esta quinta-feira, com o início das consultas externas e na sexta abrem as três salas de bloco operatório. Além destas duas vertentes o Hospital Privado de Santarém disponibiliza também exames complementares de diagnóstico, imagiologia e medicina física e de reabilitação.

Preparado para todas as valências, à excepção da cirurgia cárdio-toráxica, o HPS é propriedade da Scalmed (clínica situada na Estrada de São Domingos), e resulta do investimento de quatro médicos e três particulares do concelho.

O director clínico do Hospital Privado de Santarém, António Júlio Silva, revela que a unidade de saúde vai trabalhar essencialmente com seguradoras mas quer alargar os acordos a outras entidades, além de pretender estabelecer relações com o Hospital Distrital de Santarém, quer na oferta médica e de serviços quer em termos de recursos humanos, nomeadamente na formação dos mais jovens.

Nesta fase irão trabalhar no hospital cerca de seis dezenas de colaboradores, entre enfermeiros, auxiliares e técnicos. Os médicos não pertencem aos quadros da empresa e virão essencialmente do Hospital Distrital de Santarém e de Lisboa.

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