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O fornecimento de água na freguesia da Bemposta, em Abrantes, foi regularizado esta semana, cerca de dois meses depois da população ter sido aconselhada a não beber nem utilizar a água da rede pública na confeção de alimentos devido a concentrações de alumínio com valores superiores ao recomendado.

"Os Serviços Municipalizados adjudicaram a uma empresa externa o fornecimento e instalação de filtro destinado à remoção do alumínio", explica uma nota de imprensa da Câmara de Abrantes, que acrescenta que "após a conclusão destes trabalhos, têm vindo a ser efetuadas recolhas de amostras para análises em vários pontos da rede e recorrendo a diversos laboratórios".

Os último resultados obtidos no Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge indicam que os valores deste metal já se encontram dentro dos parâmetros estabelecidos na legislação em vigor, pelo que a autarquia decidiu regularizar o abastecimento normal da rede pública, cuja água é captada no dreno de Arrancada.

Durante estes dois meses, a fornecimento de água à população foi assegurado pelos bombeiros de Abrantes.

A falta de médicos no Centro de Saúde de Rio Maior foi o tema de uma audição realizada na Comissão Parlamentar de Saúde da Assembleia da República no passado dia 4 de Julho.

A discussão chegou ao Parlamento na sequência de uma petição promovida pelo Movimento Projeto de Cidadania, que se fez representar nesta audição por uma delegação composta por Joana Leonardo, a primeira subscritora, Bruna Vicente, Daniel Carvalho e Rodrigo Gonçalves, grupo que reuniu com os deputados André Figueiredo, do PS e relator da petição, Helena Pinto, do BE, e Margarida Neto, do CDS/PP.

No documento, entregue no Parlamento no passado dia 17 de Junho, o movimento alertou para o facto de haver sete mil pessoas sem médico de família no concelho de Rio Maior, onde o centro de saúde está dividido em duas estruturas diferentes: a Unidade de Saúde Familiar Salinas, dotada de seis médicos do quadro, e a Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados (UCSP), com um maior número de utentes mas com apenas 3 médicos no quadro.

Os representantes do Projeto de Cidadania acrescentaram ainda alguns testemunhos pessoais de problemas que consideram serem gerados por esta situação, inclusivamente erros médicos, e apresentou dados recentes que traçam uma evolução negativa nos últimos dois anos:

Segundo o movimento, os sete mil utentes sem médico de família no concelho estão “privados de um acompanhamento médico efetivamente personalizado e continuado, pois são sempre atendidas por profissionais diferentes".

Os representantes acrescentam ainda que os doentes "não podem marcar consultas com antecedência, o que causa transtornos, nomeadamente a nível laboral", além do facto de serem obrigados a deslocar-se ao centro de saúde sempre que precisam de uma consulta médica e terem que ficar à espera de ter vez nas consultas de recurso, às quais frequentemente nem sequer conseguem aceder.

A trégua no tempo escaldante que se verificou nos últimos dois dias está terminada e as temperaturas vão voltar a subir em força a partir desta quarta-feira, 3 de julho.

Segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera, a máxima prevista para a região de Santarém chega aos 24 graus na quarta-feira, sobe para 39 na quinta, antes de descer ligeiramente, para 37, na sexta-feira.

O fim de semana será ainda mais quente, com máximas de 40 graus no sábadoe 41 no domingo.

A próxima semana começa com 39 graus de máxima (2ª e 3ª feira), baixando para 37 (4ª), 34 (5ª) e 29 (6ª).

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