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A Câmara Municipal de Torres Novas não esconde a sua preocupação com o evoluir do processo de remodelação e ajustamento da complementaridade de valências no Centro Hospitalar do Médio Tejo.

Numa nota publicada no site oficial da autarquia, o executivo municipal de Torres Novas diz no entanto que, à luz das dificuldades financeiras que o país atravessa e, em particular, o calamitoso estado financeiro do Centro Hospitalar do Médio Tejo, compreende as opções que estão a ser tomadas.

“O Executivo saúda a postura de diálogo, por mais que uma vez evidenciada, que tem sido prática do atual presidente do Conselho de Administração, e deseja que esse diálogo se mantenha cada vez mais profícuo, para que, de uma forma leal e franca, a Câmara Municipal de Torres Novas possa acompanhar a evolução do processo”, pode ler-se no mesmo documento.

Os responsáveis da autarquia prometem ainda todo o empenho e contributos necessários para o reforço da política de sustentabilidade e de coesão territorial do Médio Tejo, na manutenção da complementaridade dos três hospitais, independentemente das questões técnicas sempre passíveis de discussão e debate público.

“Sendo o município de Torres Novas defensor do Serviço Nacional de Saúde, desejamos que esta medida concorra, não só para a manutenção do Centro Hospitalar do Médio Tejo e da interação entre os hospitais de Torres Novas, Tomar e Abrantes, como ainda para a sustentabilidade económica do referido Centro Hospitalar”, termina a declaração do executivo municipal.

A Câmara de Alpiarça acredita que a saída dos dois médicos cubanos que prestam serviço no centro de saúde local só acontecerá após a chegada de Cuba de novos médicos para assegurar o serviço.
A convicção é do presidente da autarquia, Mário Pereira, que participou no sábado, 21 de janeiro, numa reunião plenária com a população que encheu o salão da Casa do Povo de Alpiarça e onde se discutiram as questões relativas ao funcionamento do Centro de Saúde e ao pessoal médico e de enfermagem, entre outras.
Recorde-se que perante os problemas de falta de médicos no concelho, o actual executivo da Câmara Municipal de Alpiarça assumiu em finais de 2009 o pagamento das despesas de habitação dos dois médicos de nacionalidade cubana colocados no Centro de Saúde – despesa que deveria caber ao poder central – porque estava em causa a saúde dos alpiarcenses.
Esta decisão, reforçada pelo bom trabalho desenvolvido pelos dois médicos cubanos, contribuiu para que o número de utentes sem médico de família em Alpiarça passasse de 4000, em 2009, para 280 atualmente.

Tendo como pano de fundo a anunciada reorganização do Centro Hospitalar Médio Tejo (CHMT) e as medidas mais recentes anunciadas pelo Ministério da Saúde, a comissão de utentes de saúde do Médio Tejo vai promover três reuniões públicas com o objectivo de debater a prestação de cuidados não só nos hospitais, mas também nos centros de saúde desta zona no norte do Ribatejo.

A primeira reunião realiza-se em Tomar, na Junta de Freguesia de Santa Maria dos Olivais, na quarta-feira, 25 de Janeiro, a partir das 21 horas.

Segue-se Abrantes, na sede da Junta de Freguesia de São Vicente, na quinta-feira, dia 26, a partir das 21 horas, e Torres Novas, no dia seguinte e à mesma hora, no Montepio de Nossa Senhora da Nazaré.

Estes três encontros públicos são realizados no final de uma reunião com a nova equipa do conselho de administração do CHMT, e que está marcada para terça-feira, dia 24, às 16 horas.

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