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Dezenas de peixes mortos voltaram a surgir este domingo e segunda-feira nas águas da Albufeira dos Patudos, em Alpiarça, voltando a colocar em causa a questão da falta de qualidade da água naquele local.

Já esta tarde a agência Lusa, citando o diretor de Departamento de Comunicação e Cidadania Ambiental da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), Francisco Teixeira, avança que apesar dos resultados das análises amostradas neste ano ainda se encontram, em parte, a ser processados pelo laboratório, há já dados, de 21 de agosto, que confirmam que "os valores encontrados para os parâmetros de clorofila e nitritos se encontram acima dos respetivos valores máximos recomendados".

"O excesso de nutrientes existentes na água e as temperaturas elevadas podem levar ao aparecimento de maiores quantidades de algas que, durante o período noturno, fazem baixar os níveis de oxigénio para valores que põe em risco a vida piscícola", frisou Francisco Teixeira à Lusa.

Para resolver o problema é necessário renovar as águas ao nível mais profundo, bem como a remoção da matéria orgânica acumulada, uma intervenção que apenas poderá ser feita na época das chuvas e com caudais elevados no meio recetor.

A denúncia da nova mortandade na Albufeira da barragem dos Patudos foi feita pelo vereador do PS na Câmara Municipal de Alpiarça, Pedro Gaspar, que apelou à suspensão imediata da utilização pública da água.

A autarquia também já reagiu. O presidente da, Mário Pereira (CDU), referiu à Lusa que a autarquia tem tentado minimizar o problema, através da injeção de água pura para oxigenação da albufeira, arejadores e repuxos, reconhecendo, no entanto, que estas medidas não passam de "meros paliativos", tendo em conta a dimensão do problema, que pode custar dezenas ou centenas de milhares de euros. A solução deverá passar pela candidatura a fundos comunitários.

Ainda segundo a Lusa, entre os anos 1995 e 2012 a qualidade da água naquela Albufeira foi sempre considerada pelas autoridades como "má" (1997, 1998 e de 2000 a 2011) ou "muito má" (1995, 1996, 1999 e 2012).

hospital santarem

A situação do bloco operatório do Hospital de Santarém é mais um dos sintomas de que esta unidade de saúde está a chegar a um “ponto insustentável”. A afirmação é do presidente da Comunidade Intermunicipal da Lezíria do Tejo (CIMLT), Pedro Ribeiro (PS), que também é presidente da Câmara de Almeirim.

Ouvido pela agência Lusa, o presidente da CIMLT disse não compreender a ausência de resposta do Ministério da Saúde ao pedido de diálogo feito há mais de um mês pelos autarcas da região.

“Entendemos que existam assuntos que demoram a ser resolvidos, mas quando se trata da vida das pessoas não aceitamos que não haja resposta", afirmou Pedro Ribeiro, que questiona quem será culpado se alguma cirurgia tiver que ser interrompida a meio ou alguém que devia ser operado com urgência morrer.

“Se não há dinheiro, verifiquem, e expliquem, de onde vem o dinheiro que entra em grupos como a Espírito Santo Saúde ou a Mello Saúde. Se essa é a opção então digam clarinho”, referiu Pedro Ribeiro.

Questionada pela Lusa, a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo admitiu "algum condicionamento" do Bloco Operatório Central do Hospital de Santarém no mês de agosto "por razões climatéricas", frisando que nos primeiros sete meses do ano se realizaram mais 382 intervenções que em igual período de 2013, tendo havido uma redução do tempo de espera em 55 dias.

 

Bloco vai entrar em obras

A Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARS-LVT) garantiu entretanto que o bloco operatório do Hospital de Santarém vai ser alvo de uma intervenção muito profunda que obrigará ao seu encerramento total durante 120 dias, previsivelmente nos primeiros meses de 2015.

santaremjardimdaliberdade

O 35º aniversário do Serviço Nacional de Saúde (SNS) vai ser assinalado em Santarém no próximo dia 11 de setembro, com um conjunto de atividades que vão decorrer no Jardim da Liberdade, entre as 10 e as 13 horas.

Atividades desportivas, rastreios de glicemia, tensão arterial e índice de massa corporal, eletrocardiogramas, divulgação do projeto “Barrigas e Bebés”, promoção da saúde mental e estimulação cognitiva, são algumas das atividades à disposição da população, da responsabilidade do Hospital Distrital de Santarém, do Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) da Lezíria e da Câmara de Santarém.

O programa arranca às 10 horas com uma aula ao ar livre com uma terapeuta ocupacional, destinada à população Sénior, seguindo-se, às 11h30, outra aula ao ar livre destinada à população com problemas de saúde mental.

Ao longo da manhã, segundo uma nota de imprensa da Câmara de Santarém, será divulgado o projeto “Barrigas e Bebés”, que promove a prestação dos cuidados de enfermagem na área da saúde materno-infantil, a par das atividades "fotografia à grávida / família" e "pintura da barriga da grávida".

A divulgação da iniciativa “Pais felizes, crianças saudáveis”, bem como a promoção da saúde mental e estimulação cognitiva conta com a presença de elementos da equipa do Hospital de Dia de Psiquiatria e Pedopsiquiatria, de modo a sensibilizar a população para a prevenção da doença mental.

Estas iniciativas promovidas no âmbito da comemoração do 35º aniversário do Serviço Nacional de Saúde (que se comemora oficialmente a 15 de setembro) culminam com a peça de teatro “O cultivo das flores de plástico”, que sobe à cena no dia 12 de setembro, às 21h30, no Centro Cultural Regional de Santarém – Fórum Actor Mário Viegas.

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