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A Câmara Municipal de Abrantes tem em andamento o processo de concurso público para a construção do novo centro de saúde da cidade, que será instalado nas antigas instalações da Rodoviária Nacional.

O projeto implica a demolição de parte do prédio, que foi construído em meados do século XX e que apresenta hoje sinais evidentes de degradação, para construir um edifício com capacidade para servir cerca de 10 mil utentes.

O futuro centro de saúde, segundo uma nota de imprensa da Câmara de Abrantes, terá três pisos, um deles subterrâneo com 41 lugares de estacionamento e áreas técnicas.

O Piso 0 vai albergar a Unidade de Saúde Familiar (USF) de Abrantes, que terá "sete gabinetes para consultas, um gabinete para consulta de internos, quatro gabinetes para enfermagem, duas salas para tratamentos (injetáveis e pensos), uma sala de inaloterapia e um gabinete de saúde oral", explica a mesma nota.

Neste piso ficarão ainda as salas de espera, uma zona de higiene para bebés, uma sala de apoio para serviço social, os gabinetes de trabalho, sala de reuniões, uma sala de formação e dois acessos, uma para o público e outro para ambulâncias.

Para o piso 1, está prevista a construção de um open space destinado a serviços sociais ou de natureza coletiva, num investimento total que ultrapassa os 1,6 milhões de euros, com um prazo de execução de 365 dias.

As atuais instalações da Unidade de Saúde de Abrantes, que funcionam no hospital, "não reúnem condições para acolhimento humanizado e atendimento compatível com os modernos padrões do Serviço Nacional de Saúde", explica ainda a nota da autarquia, que, além do lançamento deste concurso público, "criou também um incentivo financeiro à permanência dos médicos que sejam reconhecidos pelo ACES e vierem a integrar esta Unidade de Saúde Familiar, minimizando os problemas inerentes à falta de médicos de família".

A Búzios - Associação de Nadadores Salvadores de Coruche colocou desfibrilhadores automáticos externos (DAE) em todos os locais vigiados pelas suas equipas.

Este equipamento, segundo a Búzios, pode significar a diferença entre a vida e a morte quando é rapidamente utilizado no socorro às vítimas de afogamento ou de ataque cardíaco.

"Como 59% a 65% das vítimas estão em fibrilhação ventricular e sendo a desfibrilhação a única forma de reverter estas situações, a aplicação em 3 a 5 minutos após o colapso de um desfibrilhador produz percentagens de sobrevivência de 49% a 75%", explica uma nota de imprensa da associação, que acrescenta que, se o DAE chegar ao local após este período de tempo, as probabilidades de sobrevivência descem para os 5 a 10%.

Raramente os meios externos conseguem chegar aos locais de acidente dentro desta janela de tempo.

Os elementos da Búzios estão também a treinar mensalmente com um simulador real de DAE, um equipamento que permite "treinar vários casos reais e assim preparar melhor os nadadores salvadores para as possíveis reanimações", acrescenta ainda a mesma nota.

A Comissão de Utentes da Saúde do Médio Tejo e a CDU de Torres Novas estão preocupadas com a actual organização da prestação de cuidados de saúde no Concelho de Torres Novas, que tem implicado mais custos, mais sofrimento e ansiedade para as populações.

Num comunicado conjunto emitido após a reunião entre ambas as partes do dia 26 de Julho, sexta-feira, comissão e CDU lamenta ainda que factores financeiros prevaleçam sobre as necessidades de cuidados de saúde de proximidade e qualidade, como se a dignidade e a vida humanas tivessem preço.

As duas organizações defendem a articulação dos diversos níveis de cuidados de saúde (centros de saúde, hospitais, cuidados continuados) e a existência de urgência qualificada, internamento de medicina interna e pediatria, e ambulatório nas três unidades hospitalares do Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT).

Sobre o futuro do Hospital de Torres Novas, ambas desafiam o Conselho de Administração do CHMT a divulgar o seu Plano Estratégico para os próximos três anos onde deverá estar definida a carteira de serviços assistenciais e em que unidades hospitalares. A população deve ser informada com transparência sobre a concretização do direito a cuidados de saúde.

A CUSMT e a CDU TORRES NOVAS decidiram, ainda, manter contactos regulares para análise da situação e eventuais iniciativas conjuntas.

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