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A população da freguesia de Alvega, concelho de Abrantes, está desde a semana passada impedida de consumir água da rede pública devido ao elevado teor de alumínio detectado nas análises efectuadas.

Por um período de tempo ainda indeterminado, a Câmara Municipal de Abrantes alertou a população para que não consuma água até os níveis estarem normalizados.

O abastecimento à população está a ser garantido com recurso aos bombeiros municipais.

Maria do Céu Albuquerque, presidente da Câmara, confirmou à Rede Regional este problema e revelou que, quando existem estas variações bruscas de temperatura, podem ocorrer estas oscilações devido à pequena profundidade dos furos de captação. Nesta altura não há, ainda, segundo a autarca, qualquer previsão de quando é que o problema poderá estar resolvido.

Céu Albuquerque garante, no entanto, que o município tem já em curso uma intervenção para transportar água da freguesia de Mouriscas, cuja captação é feita numa barragem, para Alvega. Deverá ser uma intervenção concluída dentro de um mês e que, em situações futuras, vai permitir mudar o abastecimento sem necessidade de recurso aos bombeiros.

André Teodoro, do comando dos Bombeiros Municipais de Abrantes, confirmou que um veículo tanque da corporação, com capacidade de 15 mil litros, está a abastecer a freguesia entre as 7h30 e as 19 horas, ininterruptamente, com água da rede pública de Abrantes para a freguesia de Alvega.


Com o objectivo de devolver a alegria, o bem-estar e a confiança a crianças hospitalizadas, a companhia de teatro Poucaterra, do Entroncamento, está a desenvolver o projecto “Dr. Palhaço” no Centro Hospitalar Médio Tejo.

As primeiras visitas decorreram no Hospital Rainha Santa Isabel, em Torres Novas, onde o sucesso desta iniciativa, que estava apenas prevista para o serviço de pediatria, depressa se espalhou por toda a unidade hospitalar e os doutores acabaram por dar “consultas” noutras alas.

As visitas vão ocorrer semanalmente, às quintas-feiras, e visam “aliviar a tensão gerada pelo ambiente hospitalar, colaborando na recuperação das crianças e despertando nelas uma postura mais positiva em relação à enfermidade e ao tratamento”, explica Vítor Alves, da CTP.

“Na prática, os actores, devidamente caracterizados e transformados em profissionais de palhaçologia, e tendo o conhecimento prévio sobre o estado de saúde das crianças internadas, desenvolvem a sua actividade através da visita aos quartos, no contacto directo com os pacientes, fazendo uso de acessórios circenses e de números artísticos clown explorados de forma lúdica, mas bastante pedagógica”, adiantou o mesmo responsável.

Ao longo dos tempos, o trabalho artístico profissional no ambiente hospitalar já mostrou provas de contribuir para uma parceria de sucesso entre artistas e profissionais de saúde. “Estes efeitos têm vindo a ser relatados por crianças, familiares e profissionais de saúde desde 1986, quando o ator Michael Chrestensen, da Big Aplle Circus, de Nova Iorque, se apresentou no Hospital Columbia Presbyterian Babies realizando diversas paródias às rotinas médicas e hospitalares por meio de técnicas circenses e teatrais”, afirma Vítor Alves.

Este projecto conta com o apoio da PEGOP e com o alto patrocínio da Missão Sorriso, da Sonae, à qual o grupo teatral do Entroncamento concorreu, tendo sido um dos 22 vencedores entre 123 concorrentes.

António Filipe, deputado do PCP eleito pelo círculo do distrito, quer esclarecimentos por parte do Ministério da Saúde sobre a falta de médicos especialistas de medicina interna no Hospital de Santarém.

De acordo com o documento que entregou na Assembleia da República, há neste momento apenas 11 clínicos neste serviço, quando, “de acordo com o proposto pelo normativo da Autoridade Central do Sistema de Saúde de 2011, deveria dispor de 46 internistas”, uma vez que esta unidade hospitalar tem 400 camas para uma população de 191 mil habitantes.

A pergunta do deputado ao Ministério da Saúde tem por base uma carta aberta que os 11 profissionais afectos à medicina interna dirigiram ao Conselho de Administração do hospital, onde alertam “para as difíceis condições de trabalho a que estão a ser submetidos, com graves consequências para o serviço prestado”.

Os médicos que subscrevem a missiva afirmam que “têm vindo a assistir a uma redução continuada no número de especialistas, com um progressivo incremento das solicitações diárias assistenciais, sendo os recursos humanos actualmente existentes manifestamente insuficientes face às necessidades”.

Na realidade, existem no quadro do hospital 17 assistentes de medicina interna, mas um é um assistente graduado sénior aposentado e está na direcção do departamento médico, três têm funções directivas na urgência e medicina 3 e 4, e dois prestam trabalho exclusivamente na UCI e no serviço de urgência, pelo que restam os referidos 11 internistas. “Acresce que cinco têm mais de 50 anos, dois têm mais de 55 anos e só quatro têm menos de 50 anos”, lê-se ainda no documento, que alerta para o facto da taxa de ocupação durante 2011 ter sido muito superior aos 100% da capacidade instalada nos serviços de medicina.

Além disso, os profissionais “foram confrontados com o recente aumento da lotação dos serviços”, tendo o serviço de medicina 3 passado de 31 para 47 camas e a medicina 4 de 62 para 84 camas.

Além de alertar para esta situação, na pergunta dirigida ao Ministério da Saúde na terça-feira, 3 de Abril, António Filipe questiona “que medidas vão ser tomadas para garantir o reforço indispensável do número de médicos especialistas” no Hospital Distrital de Santarém.

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