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Hipertensão arterial e risco cardiovascular global, insuficiência cardíaca e hipertensão pulmonar, verdades em arritmologia, fibrilhação auricular e anticoagulação e a cardiologia Ilustrada em didáticos casos clínicos são os temas centrais das XVII Jornadas do Serviço de Cardiologia do Hospital de Santarém, que decorrem sexta-feira e sábado, dias 4 e 5 de Novembro, na Praia d'El Rey, em Óbidos.

A organização espera cerca de 300 participantes, entre ara médicos, enfermeiros e técnicos de cardiopneumologia.

Recorde-se que a área de abrangência do Hospital de Santarém possui uma alta prevalência de doença coronária, o que tem levado o Serviço de Cardiologia do Hospital de Santarém a apostar nestas ações anuais.

O encontro inclui ainda a realização de três workhops, que vão incidir sobre urgências em cardiologia.

O Bloco de Esquerda considera que o Serviço Nacional de Saúde no distrito de Santarém dá sinais de uma “grave degradação”, em particular no Médio Tejo.

O diagnóstico dos bloquistas sublinha que a acontecer a anunciada redução de 60 por cento dos contratos com pessoal precário e em prestações de serviços nos Agrupamentos de Centros de Saúde (ACES), nos próximos três meses, será o caos completo e a prestação de cuidados primários entrará em colapso.

Milhares de utentes sem médico de família, carência de enfermeiros e de funcionários administrativos, são as principais falhas apontadas pelo Bloco que considera que a mobilização das populações, instituições, autarquias, comissões de utentes e partidos, é a única forma de minimizar o problema.

O Bloco de Esquerda acredita que é nas manifestações populares de utentes, como a que ocorreu recentemente em Ourém, que está a força que imporá as soluções que tardam.

A Assembleia Municipal de Tomar aprovou a criação de uma Comissão de Saúde para estudar a situação do hospital e das extensões de saúde do concelho e vai pedir “audiências urgentes” para manifestar “oposição” ao eventual encerramento das urgências.

Em moção aprovada por unanimidade na última assembleia municipal, os autarcas decidiram solicitar, em consonância com a câmara municipal, audiências aos grupos parlamentares, à Comissão de Saúde da Assembleia da República e ao ministro da Saúde para transmitir “a firme oposição dos representantes do povo de Tomar” à retirada de serviços de saúde do concelho.

Em concreto referem oposição ao eventual encerramento das urgências do Hospital Nossa Senhora da Graça (um dos três que, com Torres Novas e Abrantes, integram o Centro Hospitalar do Médio Tejo) e a “todas as situações de efetiva (ou perspetivada) deslocação de serviços/especialidades, ou subaproveitamento de serviços, de recursos e de equipamentos”.

A moção lamenta que o hospital de Tomar se tenha tornado numa “espécie de parente pobre do Centro Hospitalar do Médio Tejo”, sublinhando que a situação de “carência” de cuidados de saúde na região foi agravada com o recente encerramento do Serviço de Atendimento Permanente, o que “não pode continuar a verificar-se com o silêncio complacente dos órgãos autárquicos”.

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