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A Assembleia Municipal de Tomar aprovou a criação de uma Comissão de Saúde para estudar a situação do hospital e das extensões de saúde do concelho e vai pedir “audiências urgentes” para manifestar “oposição” ao eventual encerramento das urgências.

Em moção aprovada por unanimidade na última assembleia municipal, os autarcas decidiram solicitar, em consonância com a câmara municipal, audiências aos grupos parlamentares, à Comissão de Saúde da Assembleia da República e ao ministro da Saúde para transmitir “a firme oposição dos representantes do povo de Tomar” à retirada de serviços de saúde do concelho.

Em concreto referem oposição ao eventual encerramento das urgências do Hospital Nossa Senhora da Graça (um dos três que, com Torres Novas e Abrantes, integram o Centro Hospitalar do Médio Tejo) e a “todas as situações de efetiva (ou perspetivada) deslocação de serviços/especialidades, ou subaproveitamento de serviços, de recursos e de equipamentos”.

A moção lamenta que o hospital de Tomar se tenha tornado numa “espécie de parente pobre do Centro Hospitalar do Médio Tejo”, sublinhando que a situação de “carência” de cuidados de saúde na região foi agravada com o recente encerramento do Serviço de Atendimento Permanente, o que “não pode continuar a verificar-se com o silêncio complacente dos órgãos autárquicos”.

O Ministério da Saúde já pediu à direção do programa Mais Centro a abertura de um aviso de candidatura que permita o financiamento da aquisição de unidades móveis para prestação de cuidados de saúde nos concelhos do Médio Tejo.

Em resposta a um requerimento entregue no Parlamento pelos deputados eleitos pelo PSD pelo distrito de Santarém, sobre a falta de médicos no distrito de Santarém, o Ministério da Saúde afirma, nomeadamente, que solicitou a abertura deste aviso de candidatura junto da direção do Programa Operacional Regional Centro.

Para o Ministério da Saúde, “na atual conjuntura de contenção de despesas”, esta pode ser “uma alternativa célere à implementação de unidades de saúde fixas [edificações], especialmente adequada para assegurar a prestação de cuidados de saúde em áreas de população dispersa e envelhecida”.

A resposta do Ministério aos deputados do PSD lembra que esta metodologia já está implementada em alguns concelhos da Região de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, nomeadamente em Rio Maior e Coruche.

FOTO: AUSTRAA reabilitação do sistema de tratamento de águas residuais de Alcanena está a avançar como previsto e as obras, orçadas em cerca de 21 milhões de euros, deverão estar concluídas em 2013.

A garantia é do presidente da ARH Tejo, Manuel Lacerda, que preside à Administração da Região Hidrográfica (ARH) Tejo e foi deixada numa reunião realizada quinta-feira, 29 de Setembro, na câmara municipal de Santarém, destinada a lançar a iniciativa SOS Alviela Reabilitar e que incluiu um “ponto de situação dos projetos” previstos no protocolo assinado em junho de 2009.

Segundo o ponto de situação feito durante a reunião, a ARH Tejo espera concluir até janeiro de 2012 o projeto de defesa contra cheias da ETAR de Alcanena, atrasado pelas intempéries registadas no inverno de 2009, estando igualmente a ultimar os trabalhos de reconstrução da cascata do mouchão de Pernes (igualmente atrasados pelas cheias de 2009).

O projeto de reabilitação das células de lamas não estabilizadas, lançado em maio de 2010, continua a aguardar visto do Tribunal de Contas, depois da reclamação feita pela ARH à recusa de visto.

Em andamento está o projeto de remodelação de 42 quilómetros de coletores, uma intervenção que inclui a separação dos efluentes domésticos, dos industriais e dos pluviais, de forma a otimizar o sistema de drenagem e o funcionamento da ETAR.

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