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A Comissão de Utentes da Saúde do Médio Tejo (CUSMT) vai solicitar ao presidente do Conselho Consultivo de Centro Hospitalar do Médio Tejo a realização de uma reunião com o objetivo de analisar a atividade do centro e debater plano de atividade e orçamento para 2014.

É objetivo da comissão continuar também as reuniões com todas as entidades que de alguma forma possam interferir positivamente na organização dos cuidados de saúde, como entidades governamentais, deputados, autarcas, bombeiros e organizações sindicais, entre outras.

A CUSMT defende a gestão pública de todas as unidades de saúde quer nos Cuidados Primários quer nos Cuidados Hospitalares e o exige financiamento adequado da atividade hospitalar e nos cuidados primários.

A comisão quer também reubnir com a diretora executiva do ACES do Médio Tejo, a quem quer perguntar se há ou não intenção de encerrar extensões de saúde, nomeadamente nos concelhos de Torres Novas, Abrantes, Ourém e Constância.

Outra das perguntas é porque não é permitida a atribuição de incentivos, nomeadamente a médicos, para se instalarem em zonas rurais, e para quando a apresentação do Plano de Atividades e Orçamento para 2014.

O concelho de Ourém tem desde esta quinta-feira, 9 de janeiro, uma nova Unidade de Saúde Familiar (USF) em funcionamento no centro de saúde local.

Com uma equipa constituída por quatro médicos, quatro enfermeiros e quatro administrativos, a USF Auren irá prestar atendimento a 7.600 utentes, num horário de atendimento de segunda a sexta, das 8h00 às 20h00.

A USF de Ourém está integrada no Agrupamento de Centros de Saúde do Médio Tejo, que abgrange um total de 235.621 utentes.

Neste agrupamento existem sete Unidades de Saúde Familiar, 11 Unidades de Cuidados de Saúde Personalizados e seis Unidades de Cuidados na Comunidade.

Além de uma Unidade de Saúde Pública e uma Unidade de Recursos Assistenciais Partilhados.

Esta é a segunda USF do concelho de Ourém, onde já existe uma unidade uma unidade do género, a funcionar há cerca de dois anos, no Centro de Saúde de Fátima.

 

O executivo da Junta da União das Freguesias de Casével e Vaqueiros quer impedir que o Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) da Lezíria encerre de vez a extensão de saúde da aldeia de Vaqueiros, onde a última consulta foi dada no passado dia 17 de setembro de 2013.

Em causa está o facto da atual direção do ACES pretender que os cerca de 200 utentes de Vaqueiros passem a ser atendidos na extensão de Casével, onde há consultas médicas em duas manhãs por semana.

"Tendo em conta esta mudança, solicitámos ao ACES que nos fosse atribuído mais um meio dia, em virtude do aumento do número de utentes. O ACES aceitou a nossa proposta, mas quer que as consultas sejam realizadas em Casével, o que nós não aceitamos", explicou à Rede Regional Carlos Trigo, o presidente da União de Freguesias.

"Não faz sentido obrigar os habitantes de Vaqueiros a deslocarem-se quando a extensão da terra tem todas as condições para que as consultas sejam lá realizadas", acrescentou Carlos Trigo, explicando que o ACES tem alegado que o posto de saúde local já não tem funcionária administrativa nem sistema informático.

"Se é por causa disso, a Junta de Freguesia compromete-se a colocar lá tudo o que é necessário e a suportar essas despesas", adiantou o presidente, lamentando a intransigência que o ACES tem demonstrado acerca desta questão.

A Câmara de Santarém, que aguarda a marcação de uma reunião com a direção do ACES, já enviou um ofício ao organismo do Ministério da Saúde a manifestar a sua total oposição ao encerramento da extensão de saúde de Vaqueiros.

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