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Os utentes do regime geral do Serviço Nacional de Saúde (SNS) vão começar a pagar 20 euros por cada consulta no Hospital de São João Baptista, no Entroncamento, a partir do próximo dia 13 de Setembro, seguindo as directivas impostas pela Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo.

Ao valor que passa a ser cobrado pelas consultas, acrescem ainda os “valores referentes aos tratamentos de enfermagem e aos meios complementares de diagnóstico e terapêutica – imagiologia, cardiologia e gastroenterologia”, explica a Santa Casa da Misericórdia do Entroncamento através de um comunicado que publicou no seu site na quarta-feira, 22 de Agosto.

No documento, a população é ainda informada que o atendimento aos utentes do SNS passará a ser feito diariamente até às 22 horas, deixando de funcionar durante o período nocturno, mas que os “serviços de atendimento aos doentes pertencentes aos subsistemas e companhias de seguros mantém-se inalterados”.

Mesmo nestas condições, a Misericórdia afirma continuar a contar com a preferência dos utentes do SNS pelos cuidados de saúde que o hospital oferece, uma vez que o centro de saúde do Entroncamento encerra às 20 horas nos dias úteis e está fechado aos fins-de-semana e feriados.


O abaixo-assinado promovido pela Comissão de Utentes de Saúde do Médio Tejo (CUSMT) seguiu na terça-feira, 21 de Agosto, para o Ministério da Saúde com um total de 25.313 assinaturas.

Segundo os promotores, o documento “testemunha de forma inequívoca a vontade” das populações que têm contestado a reorganização de serviços no Centro Hospitalar Médio Tejo (CHMT), exigindo que as valências de urgência, medicina interna, pediatria e cirurgia em ambulatório se mantenham em funcionamento nos três hospitais que o compõem, Tomar, Torres Novas e Abrantes.

Na carta dirigida ao ministro da Saúde, Paulo Macedo, a CUSMT denuncia que “os últimos meses têm sido vividos com enorme apreensão face às consequências da implantação das medidas de reorganização do CHMT”, uma vez que se têm verificado problemas ao nível “da falta de articulação entre os diversos níveis de cuidados de saúde, carências de recursos humanos nos cuidados primários, aumento das taxas moderadoras, dificuldades com transporte, progressiva perda de rendimentos das famílias e o aumento de custo do conjunto de serviços públicos e bens essenciais”.

No que concerne à reorganização dos cuidados de saúde na região, falta também desenvolver um “plano estratégico que potencie e coloque a totalidade dos recursos existentes ao serviço do bem-estar das populações”, sustenta a comissão, para quem os estudos e pareceres que apontam para a redução de serviços nas unidades hospitalares e nos centros de saúde não vão diminuir os desperdícios ou melhorar a prestação dos cuidados.

O partido ecologista “Os Verdes” denunciou esta semana o preocupante processo de eutrofização da Vala Real de Alpiarça, situação que se verifica essencialmente no troço daquele curso de água que percorre o concelho de Almeirim.

A eutrofização, que se traduz na presença de uma espécie de algas verdes, traduz a presença excessiva de nutrientes nas águas e tem implicações muito negativas para a qualidade das mesmas e para os ecossistemas.

Segundo “Os Verdes”, esta situação de degradação é em muito agravada, neste período do ano, pelo aquecimento, mas também pela estagnação das águas provocada pelos dois açudes existentes neste troço da vala, um localizado a alguns metros a jusante dos pilares da ponte Salgueiro Maia e o outro, o açude do Pego da Rainha, localizado a cerca de 250 metros a jusante da ponte do Casal Branco.

Os ativistas do partido alertam para o facto de estes açudes, construídos com fins piscatórios, pela Câmara Municipal de Almeirim, estarem atualmente impraticáveis para a pesca, devido precisamente ao estado de eutrofização em que se encontram.

Estas preocupações levaram o partido a enviar um requerimento ao Governo, para que o Ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território diga se tem conhecimento das origens desta poluição, se acompanha o estado dos efluentes, rejeitados para o meio, pela ETAR de Almeirim/Alpiarça, gerida pela Empresa Águas do Ribatejo, se tem algum levantamento de outros potenciais fontes poluidoras e se não seria imprescindível haver uma intervenção nos açudes, por forma a garantir uma maior fluência das águas

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