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A Santa Casa da Misericórdia de Santarém (SCMS) e o Hospital Privado estão a desenvolver um programa de cariz sociocomunitário na área da saúde oral junto dos funcionários e da população idosa servida pela instituição de solidariedade social.

O projeto, que também tem uma vertente preventiva e de formação, pretende implementar melhorias a nível da medicina dentária a 180 utentes das diversas unidades da SCMS e respetivos colaboradores, a quem já foram feitos rastreios orais durante os meses de outubro e novembro de 2013 e distribuídos questionários para verificar os conhecimentos na área da saúde oral.

O Hospital Privado de Santarém, que também garantiu a doação de material de higiene dentária aos idosos, foi ainda responsável por duas ações de formação no seu auditório, uma sobre a prevenção do cancro oral e outra sobre a higiene oral integrada nos cuidados geriátricos, ministradas pelos médicos Gonçalo Assis e Carolina Pizarro, respetivamente.

Ao abrigo deste projeto está também a ser implementada, em todas as unidades da SCMS, a escovagem diária das próteses e dentes, ou bochecho no caso dos indivíduos desdentados, todos os dias após o almoço, tendo em conta que a maior parte dos utentes não higieniza devidamente a cavidade oral em casa, com a regularidade adequada.

A falta de médicos no concelho e o encerramento das extensões de saúde nas zonas rurais foram dois dos motivos que levaram dezenas de utentes de Rio Maior a concentrarem-se em protesto junto ao centro de saúde da cidade, ao final da tarde desta sexta-feira, 14 de março.

A recente colocação de dois clínicos cubanos "apenas veio substituir os que se aposentaram e outra médica que está de baixa, mas que também já pediu a reforma", afirmou à Rede Regional Augusto Figueiredo, do Movimento de Utentes de Saúde e Serviços Públicos de Rio Maior (MUSSPRM), sublinhando que a falta de assistência à população "agrava-se de dia para dia".

"Os serviços têm vindo a degradar-se e nós não podemos tolerar que o direito à saúde possa ser só para alguns", acrescentou o também vereador da CDU na autarquia, explicando que o protesto também visou alertas para muitos outros problemas com que os utentes se debatem.

São os casos de parte das extensões de saúde nas freguesias rurais estarem encerradas, o serviço de radiologia só funcionar às segundas e sextas-feiras, o atendimento complementar no Centro de Saúde não funcionar entre as 18 horas e as 8 horas da manhã do dia seguinte, entre outras questões.

"Não é admissível que uma freguesia como Alcobertas, que tem 1.500 utentes, tenha a sua extensão de saúde fechada, provocando o encerramento de outros serviços, como por exemplo a farmácia", explicou Augusto Figueiredo.

"Nós, na comissão, recebemos imensas queixas, mas não são relativas ao tratamento dos médicos, dos enfermeiros e do pessoal auxiliar, que fazem das tripas coração para servir bem os utentes. O problema é que são 22 mil utentes, e os recursos humanos que temos não chegam", acrescentou o responsável.

Esta ação de protesto serviu ainda para exigir a entrada em funcionamento da Unidade de Saúde Familiar (USF) dos Moinhos, prometida há cerca de cinco anos, e que viria complementar a USF das Salinas, a única no concelho.

Durante o protesto, o MUSSPRM distribuiu folhetos com as reivindicações aos automobilistas que passavam junto ao Centro de Saúde e recolheu assinaturas para um abaixo-assinado que o movimento quer entregar em mãos ao ministro da Saúde, quando chegar aos 5.000 subscritores, sensivelmente o mesmo número de utentes sem médico de família no concelho.

Em apenas duas semanas, foram recolhidas 3.800 assinaturas, disse Augusto Figueiredo.

centro saude ctxO horário de funcionamento do Serviço de Atendimento Complementar (SAC) do Centro de Saúde do Cartaxo vai sofrer alterações a partir do dia 1 de março. Assim, nos dias úteis, o SAC funcionará das 20h00 às 22h00 e nos dias não úteis das 9h00 às 19h00.

Simultaneamente, os horários de trabalho de alguns médicos afectos ao Centro de Saúde do Cartaxo irão ser alargados, de forma a permitir uma melhor resposta das Unidades de Saúde do Centro de Saúde do Cartaxo, indo ao encontro das necessidades da população deste concelho.

O Agrupamento de Centros de Saúde da Lezíria (ACES) justifica estas alterações pela atribuição de médico de família a todos os utentes do concelho do Cartaxo e na tentativa de maximizar os recursos disponíveis, após verificação da reduzida utilização do Atendimento Complementar em algumas horas do seu funcionamento.

Numa nota enviada à Rede Regional o ACES da Lezíria explica que o Atendimento Complementar destina-se apenas ao atendimento de situações de doença aguda, de surgimento súbito, que não permitam aguardar por marcação de consulta com o médico de família.

Segundo a mesma nota, não devem recorrer ao Atendimento Complementar os utentes que pretendam a realização de consultas de rotina ou de vigilância; a renovação de medicação crónica ou de Certificados de Incapacidade Temporária para o trabalho (baixas); o pedido de exames; ou para efetuar pedido de atestados ou de declarações médicas.

Desde novembro de 2013, todos os utentes do concelho têm médico de família ou possibilidade de o terem, bastando para isso, deslocarem-se às duas Unidades de Saúde Familiar (USF) existentes.

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