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Joaquim Esperancinha não vai cumprir um terceiro mandato à frente do Conselho de Administração do Centro Hospitalar Médio Tejo (CHMT), segundo um e-mail que o próprio dirigiu aos colaboradores e funcionários dos hospitais de Torres Novas, Tomar e Abrantes na tarde desta terça-feira, 13 de maio.

O atual presidente deste órgão, que terminou oficialmente este mandato a 31 de dezembro de 2013, invoca "razões pessoais" para justificar a sua decisão, mas adianta também que se manterá em funções até à nomeação de um novo Conselho de Administração.

Engenheiro eletrotécnico de formação, Joaquim Nabais Esperancinha cumpriu o seu primeiro mandato no CHMT entre 2002 e 2005, na altura do polémico processo de empresarialização da gestão hospitalar definido pelo ministro da Saúde da altura, Luís Filipe Pereira, também de um governo do PSD.

Em 2006, o gestor regressou à atividade privada na Lusofane, uma empresa de fabrico de plástico com sede no concelho do Cartaxo, onde reside, e acabou por regressar à presidência do CHMT em 2011, desta vez pela mão do ministro Paulo Macedo.

No e-mail que dirige aos colaboradores, Joaquim Esperancinha escreve que este mandato tem para si "um significado muito especial porque as interrogações que se colocavam ao Centro Hospitalar nos primeiros meses de 2012 estão, hoje, quase ultrapassadas", mas o certo é que a implementação do plano de reorganização das valências nos três hospitais do norte do Ribatejo tem merecido uma chuva de críticas por parte dos utentes e das respetivas comissões que os representam.

A Comissão de Utentes de Saúde do Médio Tejo, que divulgou a comunicação, lamenta que "nem os resultados são divulgados e dos projetos ficaram as intenções".

Dois anos depois, para os utentes, os "cuidados de saúde são mais caros, mais longe e, em número crescente de casos, de pior qualidade".

medico

Um conhecido médico de Santarém foi detido na passada semana pela presumível falsificação de receituário, indevidamente comparticipado, e pela emissão de atestados onde constavam falsas declarações clínicas.

A detenção, feita através da Unidade Nacional de Combate à Corrupção da Polícia Judiciária (PJ), na sequência de uma investigação dirigida pelo Ministério Público (DCIAP), contou com a colaboração do Ministério da Saúde, e terminou com a constituição de mais seis arguidos, entre os quais delegados de propaganda médica e elementos ligados a farmácias.

Segundo a PJ, em troca da falsificação das receitas e da emissão de atestados falsos, "eram exigidas contrapartidas em dinheiro, por vezes bastante elevadas".

O médico em causa, assistente graduado de clínica geral, exercia atualmente funções na extensão de Saúde de Alcanede, tendo, ao longo dos cerca de trinta anos de serviço, trabalhado em várias locais dependentes do Centro de Saúde de Santarém.

Além das detenções e da constituição dos seis arguidos, a PJ apreendeu diversa documentação, receituário médico e material informático.

Ainda segundo a Polícia Judiciária, após ter sido presente a primeiro interrogatório judicial o médico viu ser-lhe aplicada a medida de coação de prisão preventiva. Foi também suspenso das suas funções médicas.

 vmer

O Hospital Distrital de Santarém (HDS) está a formar seis novos médicos para integrarem as equipas da Viatura Médica de Emergência e Reabilitação (VMER), um dos meios de socorro fundamentais em situações graves.

Esta é a resposta do hospital ao aumento da inoperacionalidade da VMER devido à falta de recursos humanos que se agravou bastante com as limitações legais impostas às administrações hospitalares, entre as quais a redução do número de horas extra dos médicos.

Segundo a agência Lusa, que cita o presidente do conselho de administração do HDS, José Josué, o hospital tem 16 médicos com formação específica em emergência pré-hospitalar, tendo, devido à alteração da legislação que limita o número de horas atribuídas aos clínicos, colocado mais seis em formação. Dois deles já entraram nas escalas, um outro está a acabar a formação e mais três passarão a integrar as equipas em junho.

“Com a entrada destes seis profissionais voltaremos às taxas de operacionalidade normais”, afirmou o responsável à mesma fonte, acrescentando que o perfil de utilização da emergência pré-hospitalar se está a alterar, assistindo-se a um número cada vez maior de saídas e para situações fora do que era comum.

José Josué afirma ainda à Lusa que “o Hospital de Santarém é, na grande Lisboa, o que mais doentes urgentes trata (pulseiras laranjas e amarelas)”, e revela que está em estudo a possibilidade de criar equipas profissionalizadas exclusivamente dedicadas à urgência.

Com um quadro de 1409 efetivos, o HDS tem 151 médicos mais 120 internos (em formação) e 469 enfermeiros, abrangendo perto de 200.000 habitantes de nove concelhos.

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