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O Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) do Médio Tejo, no norte do distrito de Santarém, precisa de mais 23 médicos de família para atender os cerca de 41.400 utentes sem médico de família.

O número foi avançado esta quarta-feira, 2 de abril, pela diretora executiva do ACES do Médio Tejo, Sofia Theriaga. Em declarações à agência Lusa, a responsável salienta que a situação ainda pode piorar com o pedido de aposentação em curso de cinco profissionais médicos.

O ACES Médio Tejo cobre 11 municípios (Abrantes, Alcanena, Constância, Entroncamento, Ferreira do Zêzere, Mação, Ourém, Sardoal, Tomar, Torres Novas e Vila Nova da Barquinha), num total de 235.100 utentes.

"Sendo uma área muito dispersa e do interior torna-se bastante difícil a captação de médicos, quer por profissionais a concorrer para as vagas abertas em concurso, quer por mobilidade", apontou Sofia Theriaga à Lusa, tendo observado que o ACES Médio Tejo foi recentemente contemplado com 439 horas mensais de prestação de serviços.

A gestora disse ainda que, no que concerne ao concelho de Abrantes, um dos mais afetados com a falta de médicos e onde cerca de 40% da população não tem médico de família, a disponibilidade de médicos na zona "é bastante crítica".

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A Câmara Municipal de Almeirim contratou uma engenheira de nutrição humana e qualidade alimentar para acompanhar as refeições escolares nos estabelecimentos que estão sob supervisão direta do município.

A decisão de contratar uma nutricionista, segundo o presidente da autarquia, Pedro Ribeiro, foi tomada tendo em conta as questões levantadas sobre as refeições escolares por parte dos pais e encarregados de educação, sobretudo por parte daqueles que têm participado na iniciativa “Pai, mãe …. Convido-te para almoçar”.

Dos 125 encarregados de educação que almoçaram nas escola ou no jardim-de-infância dos seus filhos durante o 1º período, 3% deram nota negativa, 23% avaliaram de satisfatório, 55% de bom e 19% de excelente.

"Sabemos que nem tudo está bem, mas com as medidas tomadas e com a colaboração de toda a comunidade escolar tenho esperança que vamos fazer mais nesta matéria", salienta Pedro Ribeiro.

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A distrital do PSD de Santarém propôs ao ministro da Saúde fazer uma alteração à lei para que os médicos reformados possam continuar a assegurar a prestação de cuidados primários de saúde, mesmo depois de oficialmente publicada a sua aposentação.

Tendo em conta que a falta de clínicos é atualmente um dos principais problemas na prestação de cuidados de saúde, tanto a nível hospitalar como dos centros de saúde, esta estrutura social-democrata defende que a continuidade dos médicos reformados é uma opção mais célere e mais barata que a contratação de médicos estrangeiros, solução que, segundo um comunicado da distrital, "não tem chegado para as necessidades atuais".

A proposta da equipa liderada por Nuno Serra, que é também deputado eleito pelo círculo de Santarém, foi feita numa reunião com o ministro da Saúde, Paulo Macedo, ocorrida na semana passada, depois da distrital do PSD ter reunido com as administrações do Hospital de Santarém, do Centro Hospitalar Médio Tejo, e dos Agrupamentos de Centros de Saúde (ACES) do Médio Tejo e da Lezíria.

O recurso aos médicos reformados será, segundo a distrital laranja, uma solução rápida de caráter transitório, uma vez que se prevê que a falta de clínicos seja colmatada dentro de dois a três anos.

Na reunião com Paulo Macedo, o PSD distrital insistiu também na necessidade "da existência de uma política de saúde diferenciada para os territórios interiores e de baixa densidade que fomente a captação de novos médicos e que permita maior facilidade na contratação de profissionais de saúde para as unidades destas regiões", salienta o mesmo comunicado.

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