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A Câmara Municipal de Abrantes deliberou adjudicar a empreitada de construção da nova Unidade de Saúde Familiar (USF) Abrantes ao concorrente CIP – Construção S.A., por um valor que ronda o milhão de euros, acrescidos de IVA, seguindo a proposta do relatório final do júri do concurso público.

O edifício da antiga rodoviária foi o local escolhido para esta USF, e irá sofrer obras de adaptação para que possa servir um universo de cerca de 10 mil utentes.

"As atuais instalações da unidade de saúde de Abrantes, a funcionar no edifício do Hospital Manuel Constâncio, não reúnem condições para acolhimento humanizado e atendimento compatível com os modernos padrões do Serviço Nacional de Saúde", explica uma nota de imprensa da Câmara de Abrantes, que acrescenta que a empreitada tem um prazo de execução de 365 dias e será financiada no âmbito do QREN, assumindo a autarquia a componente nacional.

"A realização desta obra foi alvo de um protocolo de entendimento celebrado com a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT) e o Agrupamento de Centros de Saúde do Médio Tejo (ACES), sendo que a união de esforços entre as três entidades visa atenuar e encontrar uma alternativa à problemática da falta de médicos de família na região", adianta ainda a mesma nota.

A Comissão de Utentes da Saúde de Rio Maior promove esta terça-feira à tarde, 25 de novembro, uma vigília frente ao centro de saúde da cidade para pedir mais médicos e protestar contra o encerramento de extensões de saúde nas freguesias rurais.

Como a Rede Regional avançou a 22 de novembro, em menos de dois anos, o Ministério da Saúde reduziu de 108 para 78 o número de horas contratadas por semana a empresas de serviços médicos para garantir a assistência aos cerca de sete mil utentes do concelho de Rio Maior que não têm médico de família.

Esta redução de 28% foi confirmada pelo próprio governo em resposta a uma pergunta do grupo parlamentar do Bloco de Esquerda e a um pedido de informação feita na Comissão Parlamentar de Saúde através de uma petição do Movimento Projeto de Cidadania.

Em novembro de 2011, a própria tutela adiantava que estavam contratadas a uma empresa privada 108 horas por semana para a cobertura dos cerca de sete mil utentes sem médico de família na Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados (UCSP) de Rio Maior (onde se incluíam também três deslocações semanais à Extensão de Saúde de Alcobertas, com 1570 utentes).

Agora, o número de horas reduziu para 78 por semana, o que já levou o grupo parlamentar do Bloco de Esquerda a perguntar ao Ministério qual o motivo que levou a esta redução.

Na pergunta, entregue pela deputada Helena Pinto, os bloquistas perguntam também que medidas "vai o governo tomar para garantir que todos os utentes tenham acesso a médico de família".

Entre os motivos do protesto desta terça-feira está também a "exigência" da constituição da Unidade de Saúde Familiar dos Moinhos, aprovada há quatro anos mas que nunca foi criada, segundo a comissão de utentes por falta de recursos humanos.

Em menos de dois anos, o Ministério da Saúde reduziu de 108 para 78 o número de horas contratadas por semana a empresas de serviços médicos para garantir a assistência aos cerca de sete mil utentes do concelho de Rio Maior que não têm médico de família.

Esta redução de 28% foi confirmada pelo próprio governo em resposta a uma pergunta do grupo parlamentar do Bloco de Esquerda e a um pedido de informação feita na Comissão Parlamentar de Saúde através de uma petição do Movimento Projeto de Cidadania.

Em novembro de 2011, a própria tutela adiantava que estavam contratadas a uma empresa privada 108 horas por semana para a cobertura dos cerca de sete mil utentes sem médico de família na Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados (UCSP) de Rio Maior (onde se incluíam também três deslocações semanais à Extensão de Saúde de Alcobertas, com 1570 utentes).

Agora, o número de horas reduziu para 78 por semana, o que já levou o grupo parlamentar do Bloco de Esquerda a perguntar ao Ministério qual o motivo que levou a esta redução.

Na pergunta, entregue pela deputada Helena Pinto, os bloquistas perguntam também que medidas "vai o governo tomar para garantir que todos os utentes tenham acesso a médico de família".

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