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A discriminação salarial foi o motivo que levou os enfermeiros do Hospital de Santarém a realizar uma greve na manhã de quinta-feira, 2 de Maio, entre as 8 e as 12 horas.

Em causa está o facto dos novos contratos individuais de trabalho neste hospital do sector empresarial do Estado serem celebrados por valores claramente abaixo da tabela da carreira de enfermagem.

Os profissionais de carreira da função pública ganham mais do que aqueles que prestam serviço ao abrigo deste tipo de contrato, o que prefigura uma situação "claramente discriminatória", disse à Rede Regional Helena Jorge, do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP).

Esta responsável afirmou que a legalidade ainda não foi reposta porque "não há vontade política".

"Há um jogo do empurra entre o Conselho de Administração, que diz que precisa de autorização do Ministério da Saúde, e o próprio Ministério, que afirma que o Hospital tem autonomia financeira", explicou Helena Jorge.

Um enfermeiro em início de carreira que entre para o Hospital de Santarém aufere mensalmente pouco mais de 1.000 euros, ao passo que um profissional que entre noutra unidade de saúde, nas mesmas condições, terá um vencimento de cerca de 1.200 euros, o valor de tabela da carreira de enfermagem, exemplificou a responsável sindical.

Dos aproximadamente 600 enfermeiros do hospital scalabitano, entre 40 a 50% têm contrato individual de trabalho, o que significa que haverá perto de 300 profissionais a ganhar abaixo da tabela, acrescentou Helena Jorge.

A greve registou uma adesão de metade dos enfermeiros do hospital e paralisou vários serviços, entre os quais a urgência, que funcionou apenas a 20%, e o bloco operatório, onde foi realizada apenas uma cirurgia a um doente que corria risco de vida.



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