"Pela Nossa Saúde" é o nome do documento que a Comissão de Utentes de Saúde do Médio Tejo (CUSMT) distribuiu na sexta-feira, 19 de Outubro, numa acção de contacto com a população que decorreu no mercado semanal de Tomar.

Os contactos estabelecidos entre os membros da comissão e os populares permitiram aferir "as crescentes incertezas sobre a prestação de cuidados de saúde e sobre o futuro das diversas unidades hospitalares do Centro Hospitalar Médio Tejo, com especial referência à de Tomar", explica um comunicado da CUSMT, que salienta a boa recepção a esta iniciativa.

A comissão, que se diz disposta a continuar o diálogo, salienta que a população está num "estado de ansiedade" sobre a reorganização do centro hospitalar, cujo novo modelo de funcionamento tem sido alvo de muitas críticas, sobretudo por parte dos utentes que viram as valências divididas por três hospitais: Abrantes, Tomar e Torres Novas.

"Somos contra o encerramento de serviços hospitalares, de extensões de saúde e de farmácias nas zonas rurais. Reclamamos que os serviços de urgência, medicina interna, pediatria e cirurgia em ambulatório devem existir nas três unidades do CHMT", lê-se no documento distribuído pela CUSMT.