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O abaixo-assinado promovido pela Comissão de Utentes de Saúde do Médio Tejo (CUSMT) seguiu na terça-feira, 21 de Agosto, para o Ministério da Saúde com um total de 25.313 assinaturas.

Segundo os promotores, o documento “testemunha de forma inequívoca a vontade” das populações que têm contestado a reorganização de serviços no Centro Hospitalar Médio Tejo (CHMT), exigindo que as valências de urgência, medicina interna, pediatria e cirurgia em ambulatório se mantenham em funcionamento nos três hospitais que o compõem, Tomar, Torres Novas e Abrantes.

Na carta dirigida ao ministro da Saúde, Paulo Macedo, a CUSMT denuncia que “os últimos meses têm sido vividos com enorme apreensão face às consequências da implantação das medidas de reorganização do CHMT”, uma vez que se têm verificado problemas ao nível “da falta de articulação entre os diversos níveis de cuidados de saúde, carências de recursos humanos nos cuidados primários, aumento das taxas moderadoras, dificuldades com transporte, progressiva perda de rendimentos das famílias e o aumento de custo do conjunto de serviços públicos e bens essenciais”.

No que concerne à reorganização dos cuidados de saúde na região, falta também desenvolver um “plano estratégico que potencie e coloque a totalidade dos recursos existentes ao serviço do bem-estar das populações”, sustenta a comissão, para quem os estudos e pareceres que apontam para a redução de serviços nas unidades hospitalares e nos centros de saúde não vão diminuir os desperdícios ou melhorar a prestação dos cuidados.



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