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O presidente da Câmara de Tomar, o social democrata Corvêlo de Sousa, vai continuar de baixa médica até ao dia 5 de Janeiro. O autarca apresenta sinais de cansaço, desgaste psicológico e problemas de estômago, o que o impede de estar à frente dos destinos da autarquia desde 23 de novembro.

A explicação para a ausência do presidente foi dada por fonte da concelhia do PSD de Tomar, citada pelo jornal O Mirante, que adianta ainda que o autarca tem o telemóvel desligado desde este dia.

Os destinos da autarquia estão agora a ser comandados pelo vice-presidente Carlos Carrão, que se tem reunido com as restantes forças políticas representadas na Câmara Municipal para elaborar as grandes opções do plano e orçamento para 2012, documento que vai ser discutido e votado esta segunda-feira, 12 de dezembro, em reunião de executivo camarário.

Coincidência ou não, a doença do presidente da Câmara de Tomar manifestou-se três dias antes de as concelhias de Tomar do PSD e do PS terem anunciado o fim da coligação estabelecida após as últimas eleições autárquicas de 2009 e que previa a partilha da gestão no executivo municipal.

O motivo para a ruptura teve a ver com o chumbo, por parte do PS, da revisão orçamental da autarquia na Assembleia Municipal. Os socialistas, que se tinham abstido na votação do mesmo documento na reunião do executivo da Câmara Municipal, viabilizando assim a sua aprovação, justificam a mudança do sentido de voto com o facto desta incluir nas contas da autarquia a dívida de 6,5 milhões de euros resultante do acordo com a Parque T.

Com o fim da coligação, o PSD passa a gerir o município de Tomar em minoria, já que detém apenas três dos sete mandatos. Recorde-se que nas autárquicas de 2009, o PSD venceu com maioria simples (34,96%), ficando com três eleitos no executivo, tendo os restantes sido conquistados pelo PS (20,89% e dois mandatos) e pelos Independentes por Tomar (19,99% e também dois mandatos).

O PS, através da presidente da concelhia, Anabela Freitas, já anunciou que vai votar contra o orçamento da câmara e abster-se quando for votado o orçamento dos Serviços Municipalizados de Águas e Saneamento na reunião de segunda-feira.

A Juventude Social Democrata (JSD) Regional de Santarém e a concelhia de Santarém, vão realizar um encontro dos jovens autarcas social democratas do distrito de Santarém. A iniciativa está marcada para 17 de dezembro, sábado, às 16h30, no Salão Nobre da Junta de Freguesia de Marvila (Santarém). Entre os tema a debater estará “Os desafios da reorganização da administração local”

Além de vários jovens autarcas do PSD no distrito de Santarém está prevista, entre outras, a participação de Nuno Serra (presidente do PSD Santarém e deputado na Assembleia da República, Carlos Marçal, presidente da Junta de Freguesia de Marvila, Moita Flores, presidente da Câmara de Santarém, António Leitão Amaro, deputado da Assembleia da República e Vasco Cunha, presidente da Comissão Política Distrital do PSD de Santarém.

Depois do encontro realiza-se uma festa de Natal organizado pela JSD Concelhia de Santarém, com objectivo de angariar brinquedos e bens de higiene para as meninas do lar de Santo António.

A esmagadora maioria das cidades e vilas do distrito de Santarém vai cortar nos gastos com iluminações de Natal.

Segundo um estudo da Agência Lusa, citado por vários jornais, a capital de distrito só vai acender as luzes mais próximo do Natal, reduzindo em cerca de 60 por cento, um orçamento que em 2010 já havia sido cortado, gastando cerca de 15.000 euros em iluminação.

Já Torres Novas vai ter apenas iluminação simbólica, feita com arcos e luzes que já pertencem à autarquia. As luzes vão acender-se apenas no centro histórico e com redução do horário de ligação das luzes.

Tomar decidiu apostar num programa de animação com a associação comercial local, escolas e associações, tendo esse programa e a iluminação um custo total de cerca de 8.000 euros (menos de metade dos 20.000 euros gastos em 2010).

Coruche, Almeirim, Barquinha, Benavente, Sardoal e Constância não vão ter nenhuma iluminações adicional nas ruas.

Situação inversa é a de Fátima, que aumenta este ano o investimento no projeto “Fátima Cidade Natal”, de 50.000 para 60.000 euros, uma iniciativa que é comparticipada em 80 por cento pelo programa “Mais Turismo Mais Centro”, do Turismo de Portugal.

Numa cidade vocacionada para o turismo religioso, o gasto é visto como um investimento. Além das luzes, o projeto inclui um comboio de Natal, concurso de presépios, “o grande presépio” do concelho, árvore de Natal, pista de gelo, casa do Pai Natal e casa das pinturas faciais.

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